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	<title>Indústria &#8211; Logique Sistemas</title>
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	<description>Inteligência em Sistemas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Jul 2023 18:37:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Análise de Risco: 4 Ferramentas Fundamentais para seu Negócio</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/analise-de-riscos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise e Gerenciamento de Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência operacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gestores, geralmente, usam as ferramentas de gestão e análise de riscos, para realizar uma análise mais sistemática dos pontos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os gestores, geralmente, usam as ferramentas de gestão e análise de riscos, para realizar uma análise mais sistemática dos pontos de atenção do seu negócio.</p>



<p>Assim, o intuito de utilizar essas ferramentas é obter material para tomadas de decisões. Principalmente aquelas que são difíceis e importantes dentro dos processos.</p>



<p>Você deve estar pensando que fazer esse tipo de análise parece ser simples.</p>



<p>Porém, efetuar o gerenciamento de riscos exige muito conhecimento de métodos e processos, bem como grande atenção na hora de utilizar elas.</p>



<p>Por isso, é preciso cautela na hora de executar uma análise de riscos. Um descuido pode gerar consequências indesejáveis para sua empresa.</p>



<p>É importante ter em mente que em alguns casos será necessário mais do que uma <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/analise-e-gerenciamento-de-risco/">ferramenta de análise</a>.</p>



<p>Isso porque existem processos mais complexos e que precisam de uma maior atenção e cuidado.</p>



<p>Portanto, nesse blog, nós trouxemos quatro métodos que podem te ajudar! Fique atento na hora de realizar a análise de riscos.</p>



<p>Lembre-se que existem outros métodos. Mas listamos aqui os mais comuns para que você possa sentir como essas ferramentas podem impactar seu negócio.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a><strong><span class="has-inline-color has-black-color">FMEA – Análise dos modos de falhas e efeitos</span></strong></a><br>                                                                                                     </h3>



<p>Essa ferramenta tem o objetivo de identificar e analisar as possíveis falhas em um processo. Além do mais, A FMEA atua na priorização das correções. Dessa maneira elencando por ondem de prioridade cada falha. Otimizando a tomada de decisões.</p>



<p>Além disso, as possíveis consequências de cada falha também são levadas em consideração.</p>



<p>Permitindo assim que a gestão tenha uma análise mais detalhada dos impactos que podem ser provocados pela falta de medidas preventivas.</p>



<p>Portanto, a <a href="https://www.siteware.com.br/qualidade/o-que-e-fmea/">FEMA</a> é um banco de informações da empresa. Visto que permite o acesso a todas as falhas que já foram consideradas e as suas respectivas ações tomadas.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>APR- Análise preliminar de risco</strong></h3>



<p></p>



<p>Essa é uma ferramenta fundamentada em um estudo realizado de modo detalhado e prévio à aplicação do processo.</p>



<p>Assim, sua finalidade é identificar os riscos que se corre durante a realização de um dado trabalho.</p>



<p>Por meio da APR é possível identificar e reparar problemas previamente. Deixando assim o ambiente mais seguro para os colaboradores.</p>



<p>Dessa maneira, para fazer uma APR, é preciso seguir os seguintes passos:</p>



<ul><li>Reconhecer os riscos do trabalho;</li><li>Listar os fatores de cada um dos riscos;</li><li>Fazer a identificação do que está sujeito a esses riscos;</li><li>Presumir as possíveis consequências geradas pelos riscos;</li><li>Realizar uma análise quantitativa;</li><li>Realizar medidas de controle e prevenção aos riscos.</li></ul>



<p>Por isso, é relevante que aos colaboradores envolvidos em cada atividade participem da análise preliminar de riscos. Pois, isso irá ajudar na coleta de informações importantes a respeito do trabalho.<br></p>



<h3> </h3>
<h3><strong>Checklist</strong></h3>
<p> </p>
<p>O checklist foi usado inicialmente na indústria para a checagem das especificações de um produto.</p>
<p>Por ser simples de usar, hoje essa ferramenta também é utilizada em diversas áreas. Entre elas a análise de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Dessa forma, para executar um checklist basta listar os pontos que se deseja conferir ou aplicar.</p>
<p>Os tópicos a serem checados ainda podem estar ligados de acordo com algum critério pré-definido, como duração da atividade, ordem de acontecimento e grau de importância.</p>
<p>Também é aconselhável que os tópicos estejam escritos em frases curtas, objetivas e de fácil entendimento.</p>
<p> </p>
<h3><strong>What If</strong></h3>
<p> </p>
<p>Traduzindo para o português, What if significa “e se”. E a ferramenta consiste exatamente em aplicar o “e se...” como pergunta à diversas situações do processo.</p>
<p>É preciso reunir uma equipe que conheça bem o processo que será avaliado. Bem como, que tenham em mãos documentos que ajudem a entender o mesmo.</p>
<p>Depois de reunida a equipe deve levantar várias situações usando o “e se...?”. E as respostas devem constatar causas e consequências daquele cenário, além de uma solução.</p>
<p>Após a aplicação dessas perguntas, é elaborado um relatório mostrando todos os riscos que foram explanados e sua possíveis soluções.</p>
<p>Isso ajuda a manter os processos mais claros e mais seguros.</p>
<p> </p>
<h3><strong>Prevenir riscos salva vidas!</strong></h3>
<p> </p>
<p>As ferramentas de análise de riscos são meios preventivos. Elas te ajudam a sempre estar um passo a frente dos problemas que possam vir a surgir.</p>
<p>Lembre-se que elas precisam ser utilizadas com cuidado e de forma correta para trazer os resultados almejados.</p>
<p>Busque sempre deixar sua equipe capacitada e sempre a par de com manusear cada ferramenta.</p>
<p>Aqui nesse blog trouxemos dicas de algumas que possam ser úteis. Busque estudar mais a fundo cada uma, para descobrir qual a melhor para suas demandas.</p>
<p>Prevenir riscos pode salvar vidas, além de trazer diversos benefícios a longo prazo.</p>
<p>Espero que tenha gostado do conteúdo.</p>
<p>E caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco, ficaremos felizes em ajudar.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aplicações do gerenciamento de alarmes na indústria do petróleo</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes-na-industria-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 19:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[O gerenciamento de alarmes na indústria de petróleo não é uma preocupação nova. Alarmes industriais são fundamentais e imprescindíveis para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O gerenciamento de alarmes na indústria de petróleo não é uma preocupação nova. Alarmes industriais são fundamentais e imprescindíveis para a manutenção da segurança operacional, assim como da saúde de processos industriais complexos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao passo que foram descobertas as utilidades do petróleo, a importância dessa indústria crescia, lado a lado com os riscos e a complexidade dos seus processos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse cenário, vamos entender um pouco mais como funciona essa indústria e como um gerenciamento de alarmes eficiente pode atuar nela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><b>Como funciona a indústria de petróleo?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando objetivamente os processos que envolvem a indústria de petróleo, podemos criar um fluxo para entender o funcionamento</span> <span style="font-weight: 400;">dela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo inicial é o de perfuração. Nesta fase são </span><span style="font-weight: 400;">perfurados</span><span style="font-weight: 400;"> os poços de petróleo e deles é extraído o petróleo bruto, usado nos demais processos da indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do petróleo bruto, também é extraído gás natural e água produzida (água que é arrastada junto aos demais componentes).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a abertura dos poços, são introduzidas bombas que irão extrair o óleo bruto entremeado nas rochas subterrâneas e levar para tanques de armazenamento. Do armazenamento, o petróleo é bombeado através de oleodutos até as refinarias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, ele passa por três tipos de tratamento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Separação:</b><span style="font-weight: 400;"> Nessa etapa, o óleo bruto é aquecido a altas temperaturas passando por um processo de separação. A partir dessa etapa, são obtidos recursos como o diesel, querosene, gasolina e GLP (</span><span style="font-weight: 400;">gás liquefeito de petróleo</span><span style="font-weight: 400;">)</span><span style="font-weight: 400;">, além de frações mais pesadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Conversão:</b><span style="font-weight: 400;"> Aqui, as frações mais pesadas passam por processos que diminuem sua densidade e tornam elas mais leves, aumentando assim o aproveitamento do petróleo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Tratamento:</b><span style="font-weight: 400;"> Esta é a etapa na qual se busca baixar os índices de enxofre presentes nas demais frações, para aumentar a eficiência dos subprodutos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, os produtos são então encaminhados para diversas distribuidoras gerando os mais diversos derivados, tais como plásticos, querosene, solventes etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><b>Noções Iniciais</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As indústrias de alta tecnologia, como a do petróleo, precisam garantir de forma eficiente a segurança dos seus funcionários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo uma indústria onde centenas de processos ocorrem simultaneamente, todos os erros devem ser detectados, corrigidos e classificados. Como veremos, o gerenciamento de alarmes pode salvar vidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o gerenciamento de alarmes ajuda a administrar os riscos administrativos e financeiros, tais como as obrigações frente às legislações ambientais e a manutenção do bom estado dos equipamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim sendo, podemos citar alguns dos principais pontos de aperfeiçoamento trazidos pela gestão eficaz de alarmes, são eles:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Evitar incêndios, vazamentos de substâncias químicas ou até mesmo explosões;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Avaliação preventiva das estruturas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Monitorar, gerir e documentar os índices de parâmetros relevantes para a empresa de maneira clara e demonstrativa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Riscos de exposição à radiação ou ruídos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esteja sempre atento para monitorar as boas práticas de gestão de alarmes junto das legislações vigentes, tais como a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/eemua-191/"><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Gestão de alarmes – Histórico e acidentes</b></h2>
<p><a href="https://www.hse.gov.uk/comah/sragtech/casetexaco94.htm"><span style="font-weight: 400;">A refinaria Texaco</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi atingida por um raio e após uma série de eventos acabou explodindo em 1994. Será que uma boa gestão de alarmes poderia ter mudado essa história?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao ser atingida pelo raio, o sistema de alarmes utilizado pela empresa começou a gerar um total de dois alarmes a cada segundo. Com essa quantidade de alarmes os operadores viam-se impossibilitados de tomar providências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para piorar, 87% dos alarmes eram de alta prioridade e a interface do sistema não contribuía para uma tomada de decisão eficaz. Para saber mais sobre </span><b>priorização de alarmes</b><span style="font-weight: 400;">, confira nosso conteúdo </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/priorizacao-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo incidente, que durou cerca de cinco horas, gerou por volta</span> <span style="font-weight: 400;">de 48 milhões de libras entre multas e danos materiais. Contudo, isso poderia ter sido evitado com uma </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/seguranca-em-gerenciamento-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">gestão de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> que gerasse a compreensão da situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, a má administração de alarmes por parte da refinaria acabou por tornar ainda mais catastrófica a situação problemática. Não basta apenas ter um sistema de gestão de alarmes, ele precisa ser eficiente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Para que serve o gerenciamento de alarmes na indústria de petróleo?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de garantir a segurança administrava, um bom gerenciamento pode prevenir que acidentes atrasem sua produção. E, principalmente, garante a proteção dos funcionários da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim sendo, vamos falar mais como o gerenciamento de alarmes na indústria do petróleo pode funcionar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3><b>Monitoramento dos poços de extração</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, falaremos a respeito do começo de todo processo, os poços. Neles, é importante sempre monitorar o volume de óleo bruto que ainda está disponível e por isso sensores ultrassônicos e de pressão são fundamentais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das funções mais importantes dos sensores e alarmes dentro dos poços de extração é coordenar quando a produtividade do poço estiver ineficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, podem-se iniciar processos como a injeção de água, aumentando a pressão interna e a produtividade. Ou mesmo determinar o encerramento da extração naquela área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, monitorar a pressão dos poços é fundamental para a proteção dos equipamentos e evitar desastres ambientais, como vazamentos e explosões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Analogamente, também é fundamental monitorar a situação das tubulações de transporte.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parâmetros como o monitoramento de pressão e temperatura podem ser fundamentais para evitar vazamentos e preservar a integridade dos demais equipamentos envolvidos no processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os equipamentos envolvidos nessa etapa de subsolo tendem a lidar com pressões enormes e temperaturas igualmente intensas. Dessa forma, devem ser constantemente monitorados em virtude da segurança do processo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Monitoramento da plataforma petrolífera</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como já observamos, a principal atenção na plataforma petrolífera é o risco de incêndios. Devemos lembrar que o petróleo e seus derivados são substâncias extremamente inflamáveis, sendo assim, essa preocupação se estende a todos os setores da indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sensores de pressão e de volume se fazem mais uma vez fundamentais. Eles são necessários uma vez que monitorar a pressão e ter sistemas responsivos de alarmes, podem evitar explosões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para evitar incêndios, sensores de temperatura podem evitar focos de calor. Para ilustrar, podemos nos atentar ao uso em algumas etapas do processo, tais como: A estocagem e as etapas químicas do processo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Estocagem</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro caso, os tanques que armazenam os produtos e subprodutos dessa indústria devem ser constantemente monitorados para o controle de volume e de pressão, já que o processo pode acabar gerando gases, aumentando os riscos de rompimento. Dessa forma, sistemas de controle de pressão dentro desse tipo de tanques são indispensáveis para a segurança.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Etapas químicas do processamento</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nos casos dos processos químicos, tais como o craqueamento, destilação, hidrotratamento, coqueamento etc., deve-se atentar ao uso desse tipo de monitoramento para garantir a boa condução do processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de também produzir gases ao longo do processo, características como a temperatura e pressão podem influenciar em como a reação química irá se comportar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Caso não haja uma boa condução a eficiência do processo e a qualidade do produto podem ser perdidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de pressão, temperatura e volume, alguns outros sensores e alarmes são imprescindíveis para garantir a segurança da produção. </span><span style="font-weight: 400;">Tais como sensores de radiação, sensores de deformidade, sensores de nível (principalmente em plataformas flutuantes em alto mar), entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de sensor, junto de uma boa administração, tem como objetivo garantir a proteção dos funcionários e a adequação às normas vigentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles podem alertar quando uma área não está segura para o trabalho ou que um equipamento importante precisa de revisão urgente pois está danificado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando sempre que em indústrias complexas como a do petróleo, mínimos desvios ou erros podem gerar catástrofes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma boa gestão de alarmes pode muito bem aumentar o lucro, a produtividade e, sem dúvidas, a segurança em uma indústria. Sendo assim, esteja sempre atento a novidades!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Gostou do conteúdo?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido proveitoso! E que você tenha absorvido e aprendido mais sobre o gerenciamento de alarmes indústria de petróleo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso queira saber um pouco mais sobre segurança e gestão de risco, nós recomendamos esses textos aqui: </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/sistema-instrumentado-de-seguranca/"><span style="font-weight: 400;">SIS</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/hazop/"><span style="font-weight: 400;">HAZOP</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer dúvida, experiência ou feedback, entre em contato conosco através do e-mail </span><a href="mailto:danilo.xavier@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">danilo.xavier@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. Estaremos satisfeitos em crescer juntos.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento de alarmes na indústria de minério: Perigos e soluções</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes-minerio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 17:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[O contexto e a importância histórica O gerenciamento de alarmes da indústria de minério é uma preocupação tão antiga quanto...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>O contexto e a importância histórica</strong></h2>
<p>O <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/">gerenciamento de alarmes</a> da indústria de minério é uma preocupação tão antiga quanto a própria indústria. O Brasil teve seu primeiro contato com a indústria de minério durante o século XVII. Isso ocorreu principalmente com as famosas empreitadas dos bandeirantes ao longo do território amazônico. Ao passo que, nessa época, o principal alvo eram minérios como ouro, prata, diamantes e esmeraldas.</p>
<p>Desde então o Brasil conseguiu expandir bastante o ramo de atuação nessa área, visto que é um país com amplas fontes desse recurso natural. Além disso, a região do país mais desenvolvida nesse ramo é a região Centro-Oeste.</p>
<p>O estado de Minas Gerais, por exemplo, é responsável por cerca de 53% da produção brasileira de minerais metálicos. Outros exemplos de estados extratores de minérios são Pará e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que é a indústria de minérios?</strong></h2>
<p>A indústria de minérios é compreendida pela pesquisa, exploração, lavra (termo usado para descrever a extração dos minérios) e o beneficiamento. Mesmo que muitos suponham, o extrativismo dessa indústria não é necessariamente de um produto no estado sólido.</p>
<p>Por exemplo, na extração de petróleo e gás natural podemos ver que essa indústria, além de trabalhar com material sólido, trabalha também com os demais estados.</p>
<p>Na indústria de minérios vemos uma sequência lógica de eventos para que a exploração/lavra em si possa ocorrer. Assim sendo, os eventos são:</p>
<ul>
<li><strong>Prospecção:</strong> Nessa etapa serão feitos estudos preliminares a respeito da área e do solo. Assim sendo, também haverá o reconhecimento geológico da região;</li>
<li><strong>Pesquisa mineral:</strong> Nessa fase ocorrem as etapas de exploração, delineamento e avaliação do tipo de minério;</li>
<li><strong>Lavra:</strong> Etapa da exploração em si, ou seja, etapa na qual o projeto de mineração é desenvolvido;</li>
<li><strong>Descomissionamento de mina:</strong> Envolve as etapas de desativação da mina, nessa etapa os processos de recuperação ambiental também são realizados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dessa maneira, podemos dar uma atenção ao processo foco dessa indústria, o processo de lavra.</p>
<p>Esse processo pode se dividir em dois tipos de métodos, a depender do tipo de terreno e das características físicas e geológicas dos minérios a serem explorados. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Lavra a céu aberto ou de superfície: </strong>Nesse tipo de extração, os minérios explorados estão depositados próximos a superfície. Dessa maneira, os minerais são explorados até o esgotamento. Principais técnicas: Encostas, cavas, fatia e lavra;</li>
<li><strong>Lavra subterrânea:</strong> Como o próprio nome alega, esse tipo de extração ocorre para materiais depositados mais ao fundo no solo. Assim sendo, utiliza-se a sondagem para a localização dos minérios. As principais técnicas utilizadas são: realces com autoportantes, abatimento e realces com encaixantes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O impacto ambiental da indústria de minério</strong></h2>
<p>Inegavelmente, um dos temas mais amplamente discutidos em torno das industrias de mineração são os impactos ambientais que a exploração desenvolvida sem cuidados pode gerar ao ecossistema.</p>
<p>Casos recentes como os das <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/desastre-ambiental-brumadinho.htm">barragens de Brumadinho e Mariana</a> impactaram o Brasil e apenas demonstraram a necessidade de um controle, e também de um bom gerenciamento de alarmes na indústria de minério.</p>
<p>Além de riscos de rompimentos de barragens como citados acima, outros riscos podem envolver essa indústria. Como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Impactos ao ecossistema com a remoção da vegetação e alteração da cadeia alimentar de forma irreversível;</li>
<li>Poluição de corpos hídricos por produtos químicos ou rejeitos de metais pesados;</li>
<li>Contaminação de solo por produtos químicos ou metais pesados;</li>
<li>Assoreamento e sedimentação de rejeitos em rios ou demais corpos de água;</li>
<li>Poluição do ar a partir da queima ao ar livre de mercúrio;</li>
<li>Mortandade de peixes e demais elementos da fauna hídrica da região;</li>
<li>Poluição sonora em relação ao barulho de maquinas pesadas ou demais equipamentos utilizados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de ser uma indústria com muitos riscos para o ecossistema e para as pessoas que atuam direta ou indiretamente com ela, existem soluções. Isso apenas reforça ainda mais a importância de um bom gerenciamento de alarmes e de planos de ação preventivos para evitar catástrofes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O gerenciamento de alarmes na indústria de minério</strong></h2>
<p>Como a maior parte dos tipos de indústrias, a de mineração apresenta diversos tipos de processos e equipamentos.</p>
<p>Para o conteúdo abaixo decidimos separar os processos mais comuns e equipamentos onde o controle das variáveis e gestão de alarmes pudesse ser mais efetiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Barragens de contenção de rejeitos</strong></h3>
<p>Começamos com uma das principais fontes de preocupação: as barragens que contêm resíduos, como a lama de mineração. Essa lama é rica em metais pesados e demais componentes que a tornam perigosa. Como ocorreu nas barragens de Brumadinho e Mariana o rejeito rompeu a barragem e atingiu vilarejos e cidades próximas.</p>
<p>Alguns equipamentos podem ser utilizados para acompanhar e fiscalizar esse tipo de barragem.</p>
<p>O primeiro deles é o medidor de nível de água. Feitos, geralmente, de PVC para evitar a corrosão, onde a função dele é acompanhar a capacidade volumétrica da barragem. Nestes casos, devem ser estabelecidos limites de segurança para que em determinado volume a barragem tenha seu fluxo interrompido, evitando assim rompimentos e vazamentos.</p>
<p>Além disso, outro equipamento fundamental para a manutenção e acompanhamento dessas barragens é o piezômetro. Precisamos entender que o rejeito das barragens é constituído de materiais de diversas densidades. Nestes casos, materiais de maior densidade como areia e restos de metais e rochas são acumulados ao fundo da barragem. Já materiais menos densos como a própria água se acumulam mais acima.</p>
<p>Desta forma, o piezômetro tem como função medir a pressão e compressibilidade da área, através da leitura do equipamento podemos observar a pressão do fundo da barragem. A pressão de fundo é uma das variáveis mais importantes nesse processo, devido a diferença de densidades a força exercida no fundo da barragem é muito intensa. Quando a pressão exercida supera o limite do material da barragem ocorre o rompimento.</p>
<p>Além da influência direta do material depositado, também podem ocorrer deslocamentos sutis que acabam por enfraquecer e afinar as paredes de contingenciamento. Resultando ao fim na quebra e rompimento. Para isso, equipamentos de medição de deslocamento de superfície e inclinômetros podem ser utilizados para averiguar se, em relação a um referencial, as paredes da sua barragem estão ou não se movendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Segurança na operação</strong></h3>
<p>Além da preocupação com o rejeito, também deve haver preocupação com a forma que os funcionários trabalham. Nessa indústria, principalmente nas lavras subterrâneas, existem diversos perigos que podem atingir o trabalhador.</p>
<p>O primeiro a ser resolvido é o problema com gás ou a prevenção de incêndios. Dentro das cavernas podem haver acumulo de gases tóxicos e eventualmente imperceptíveis em relação aos nossos sentidos. Um sistema de monitoramento de níveis de gases no ar pode ser fundamental para o trabalho do minerador.</p>
<p>Sem nunca esquecer dos equipamentos de proteção individuais necessários e adequados, planejar a ventilação dentro dos túneis é fundamental.</p>
<p>Além disso, um sistema de combate de incêndios com o planejamento de rotas de fuga, extintores, detectores de fumaça e de calor, bem como alarmes, são muito uteis para a segurança.</p>
<p>Um vilão invisível dentro da indústria é um dos maiores riscos ao trabalhador. A poeira gerada pode causar sérios riscos se inalada, devido aos altos níveis de chumbo e manganês. Sistemas de umidificação periódicas podem ser efetivos no combate a esse agente físico.</p>
<p>Por fim, mas não menos importante, a monitoração das camadas de rochas é também importante, uma vez que, estando dentro de cavernas, deslizamentos e desmoronamentos podem pôr em risco a vida dos trabalhadores. Assim sendo, podemos utilizar equipamentos como sondas, sensores de vibração e deslocamento além de alarmes para isolamento de áreas perigosas.</p>
<p>Dessa maneira, o gerenciamento de alarmes e de sensores dentro da indústria de mineração pode garantir o trabalho eficiente, saudável e, acima de tudo, seguro dos mineradores.</p>
<p>Para mais informações a respeito dos cuidados e precauções a se tomar dentro desse tipo de indústria, não deixe de conferir o documento oficial da <a href="http://trabalho.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras/norma-regulamentadora-n-22-seguranca-e-saude-ocupacional-na-mineracao" class="broken_link">norma</a> que regulamenta as atividades mineradoras.</p>
<h2><strong>Gostou do conteúdo?</strong></h2>
<p>Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido proveitoso! E que você tenha absorvido e aprendido mais sobre o gerenciamento de alarmes indústria de minério.</p>
<p>Qualquer dúvida, experiência ou <em>feedback,</em> entre em contato conosco através do e-mail <a href="mailto:danilo.xavier@logiquesistemas.com">danilo.xavier@logiquesistemas.com.br</a>. Estaremos satisfeitos em crescer juntos.</p>
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		<title>Como um bom software impacta no faturamento de sua empresa</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/vantagens-de-um-software/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 17:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[automação industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Já falamos algumas vezes aqui no blog sobre software, em especial os de automação industrial. Provavelmente você já sabe como...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Já falamos algumas vezes aqui no blog sobre software, em especial os de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/automacao-industrial-beneficios/"><span style="font-weight: 400;">automação industrial</span></a><span style="font-weight: 400;">. Provavelmente você já sabe como eles são desenvolvidos e <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/softwares-de-automacao/">o que considerar na hora de contratá-los</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas é claro, nenhum investimento, seja este pessoal ou profissional, deve ser realizado sem a espera de um retorno positivo. Então se você ainda tem dúvidas sobre os retornos apresentados por um software, esse post é para você!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Listamos abaixo </span><b>4 fatores de impacto no faturamento</b><span style="font-weight: 400;"> trazidos pela implantação de um bom software. E todos esses fatores são independentes do seu objetivo e de sua área de atuação dentro do ambiente empresarial. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">1. Software aumenta a agilidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal objetivo de um software dentro de uma empresa é, de modo geral, automatizar um processo, seja este a nível fabril ou gerencial. Tornar esse objetivo real significa então aumentar diretamente a agilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso acontece porque a aplicação de um software reduz o tempo gasto na transmissão e armazenamento de dados, processamento de informações, realização de tarefas e várias outras demandas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, como todos nós sabemos, tempo é dinheiro! Sendo assim, processos mais ágeis permitem produções mais rápidas, eficientes, de maior qualidade e claro, de maior impacto na receita. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você pretende aumentar sua capacidade produtiva, ou apenas organizar de forma mais eficiente os seus recursos, mas todos eles já estão sendo consumidos ao máximo, essa é a hora de avaliar seus gargalos e apostar em um software para te ajudar a crescer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, se o tempo também é um fator de importância percebido pelo seu cliente, seu produto/serviço ainda terá maior valor agregado. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">2. Software diminui retrabalhos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um software adequado à um processo é capaz de diminuir ou até mesmo eliminar retrabalhos. Isso é possível graças à qualidade das atividades desempenhadas, estando então menos suscetível a erros se comparado aos processos realizados de forma manual ou inadequada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evitar retrabalhos é essencial para desenvolver fluxos de produção contínuos e de maior qualidade. E isso proporciona uma série de vantagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mais clara é a redução do </span><a href="https://endeavor.org.br/operacoes/lead-time/"><span style="font-weight: 400;">lead time</span></a><span style="font-weight: 400;">, já que o certo será feito logo na primeira vez e não demandará tempo de correção. Podemos citar também o melhor aproveitamento dos recursos e redução de desperdícios, que possuem ligação direta com os custos de produção. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">3. Maior controle sobre dados</span></h2>
<p><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/ciencia-de-dados/"><span style="font-weight: 400;">Ciência de dados</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/big-data-analytics/"><span style="font-weight: 400;">big data analytics</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/"><span style="font-weight: 400;">Indústria 4.0</span></a><span style="font-weight: 400;">… é fato: dados importam e têm muito a oferecer!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles são essenciais para o acompanhamento das atividades desempenhadas em sua empresa, alimentando métricas importantes em todos os setores. Sendo assim, estar a par das informações geradas pelo seu negócio é </span><b>imprescindível </b><span style="font-weight: 400;">para conhecê-lo a fundo e garantir decisões assertivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas decisões podem ser acerca do que, quanto e como produzir, no que investir, e quais processos precisam de correções. Para isso, o ideal é basear as escolhas em pesquisas de mercado, previsões de demanda e indicadores de cada setor e atividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas como obter cada uma destas informações? Através do dados. E como coletá-los, armazená-los e processá-los de forma eficiente e segura? Através de um bom software! Quanto maior a quantidade de dados a serem utilizadas em seus processos produtivos, maior é a necessidade e urgência de uma ferramenta para te auxiliar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma tomada de decisão baseada em informações reais tende então a ser muito mais ágil e precisa. De forma óbvia, escolhas de negócio corretas são sinônimos de economia e sucesso empresarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos aqui em nosso blog um post completo dedicado a te responder </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/como-aproveitar-dados-industriais/"><span style="font-weight: 400;">como aproveitar dados industriais</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span><i><span style="font-weight: 400;">Spoiler</span></i><span style="font-weight: 400;">: a utilização de softwares é uma das estratégias nessa tarefa!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">4. Mantém o foco no que realmente importa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das maiores vantagens de utilizar um software de automação é ganhar tempo para focar nos processos que realmente impactam o seu negócio!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe aquelas tarefas operacionais, repetitivas e cansativas? Elas podem comprometer boa parte do seu tempo. Além disso, ainda são capazes de limitar suas capacidades profissionais, deixando seus processos sempre engessados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se sempre de que tudo o que é repetitivo pode ser automatizado. E fazer isso significa poupar seu tempo para atividades gerenciais. Estas, por sua vez, demandam maior capacidade analítica e influenciam diretamente nos resultados gerados em sua empresa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como podemos te ajudar?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você tem alguma necessidade de automação? Quer aproveitar então todos esses benefícios citados acima e impactar positivamente o seu faturamento? Acredite em mim, é simples! É só me contar </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/contato/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> qual a sua demanda e nós te retornaremos com a solução mais adequada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah, se você já está curioso sobre como funciona esse processo, criamos um post com todo o </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/desenvolvimento-de-software-6-passos/"><span style="font-weight: 400;">passo a passo de desenvolvimento de um software</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento de alarmes na indústria química: importância e atuação</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-alarmes-industria-quimica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 18:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.logiquesistemas.com.br/?p=1573</guid>

					<description><![CDATA[A indústria de transformação têm como uma das suas principais características a diversidade. Dessa forma, o gerenciamento de alarmes na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de transformação têm como uma das suas principais características a diversidade. Dessa forma, o gerenciamento de alarmes na indústria química é diversificado e heterogêneo.</p>
<p>Quase todos os processos industriais que operam diariamente em diversos empreendimentos têm direta ou indiretamente a influência desse ramo industrial.</p>
<p>Porém, é importante saber quais os ramos de indústrias que se encaixam nessa definição. As indústrias químicas são aquelas que, por processos químicos, formam, renovam, separam ou destroem substâncias.</p>
<p>Os principais ramos que são colocados nessa categoria são:</p>
<ul>
<li>Bebidas;</li>
<li>Farmacêutico;</li>
<li>Têxtil;</li>
<li>Tratamento de metais;</li>
<li>Cosméticos;</li>
<li>Tensoativos.</li>
</ul>
<p>Para abarcar a definição da ONU (Organização das Nações Unidas) a Abiquim (Associação Brasileira de Indústrias Químicas) em parceria com o IBGE categorizou os ramos industriais que podem ser considerados do ramo químico, são eles:</p>
<ul>
<li>Fabricação de produtos químicos
<ul>
<li>Produtos químicos inorgânicos;</li>
<li>Produtos químicos orgânicos;</li>
<li>Resinas e elastômeros;</li>
<li>Fibras artificiais e sintéticas;</li>
<li>Defensivos agrícolas e desinfetantes domissanitários;</li>
<li>Sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;</li>
<li>Tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins;</li>
<li>Produtos e preparados químicos diversos.</li>
</ul>
</li>
<li>Fabricação de produtos farmacoquímicos e farmacêuticos
<ul>
<li>Produtos farmacoquímicos</li>
<li>Produtos farmacêuticos</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Para ler o Documento oficial completo <a href="https://www.abiquim.org.br/includes/pdf/indQuimica/AIndustriaQuimica-Conceitos.pdf">clique aqui</a>.</p>
<h2><strong>A preocupação com os alarmes da indústria química</strong></h2>
<p>Com o avanço da tecnologia de monitoramento (sensores cada vez mais específicos e especialistas) e a complexidade dos processos industriais, é bem comum que haja uma preocupação crescente pela capacidade de gerir e manter todas as informações em mãos.</p>
<p>Assim sendo, a situação que ocorre hoje é um excesso de dados que muitas vezes não conversam entre si. Um operador que trabalha numa planta petroquímica pode estar sujeito a até 1500 alarmes por dia.</p>
<p>Para entender melhor sobre o gerenciamento de avalanches de alarmes dá uma olhada neste <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/avalanche-de-alarmes/">conteúdo</a>.</p>
<h2><strong>Qual a importância do gerenciamento de alarmes na indústria química?</strong></h2>
<p>Os processos químicos, em sua maioria, ocorrem sob condições extremas e não-naturais de temperatura e pressão.</p>
<p>Assim, tomemos como exemplo um processo simples de fabricação de cimento, o processo envolve equipamentos que trabalham com temperaturas de até 1450 °C.</p>
<p>Dessa forma, os riscos que operadores desse setor industrial correm envolvem:</p>
<ul>
<li>Inalação de gases tóxicos devido a vazamentos;</li>
<li>Risco de radiação devido à falha em isolamento;</li>
<li>Riscos de explosão devido à falha no contingenciamento de altas pressões e temperaturas;</li>
</ul>
<p>Dessa maneira, além de entender bem sobre o uso de equipamentos de proteção individual é importante também aprender a gerenciar esses riscos e impedir que eles ocorram.</p>
<p>A boa administração de alarmes e sensores pode salvar vidas.</p>
<p>Sendo assim, vamos entender melhor quais os tipos de sensores mais comuns na indústria química, uma indústria de alto risco e precisa de altos níveis de segurança.</p>
<h2><strong>Gestão de alarmes e sensores na Indústria Química</strong></h2>
<p>Com o conhecimento da indústria química e seus principais riscos podemos entender melhor como os alarmes e sensores funcionam.</p>
<p>Além disso, é importante sabermos onde implementar cada um desses pontos de controle do processo.</p>
<p>O gerenciamento dos alarmes através de sensores e alarmes na indústria química tem como finalidade:</p>
<ul>
<li>Segurança do funcionário;</li>
<li>Proteção Ambiental;</li>
<li>Conservação do equipamento;</li>
<li>Qualidade e padronização do processo;</li>
<li>Monitoramento.</li>
</ul>
<p>De fato, a indústria química é uma indústria muito versátil, tendo braços em diversos ramos profissionais. Por isso, os tipos de processos que ocorrem dentro dela também são diversos.</p>
<p>Assim sendo, para podermos acompanhar melhor o entendimento ilustraremos os processos e equipamentos mais comuns.</p>
<h2><strong>Tanque de nível</strong></h2>
<p><div id="attachment_1588" style="width: 269px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1588" class="wp-image-1588 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/10/images.jpg" alt="" width="259" height="194" /><p id="caption-attachment-1588" class="wp-caption-text">Tanque de armazenamento</p></div></p>
<p>Um dos equipamentos mais comuns em qualquer tipo de indústria são os tanques de nível. Seja para armazenamento, ou mesmo para agitação/reação.</p>
<p>O tipo de sensor mais empregado para esse tipo de equipamento é o sensor de nível volumétrico/altura de líquido.</p>
<p>Assim sendo, o sensor de nível volumétrico pode ser empregado em diversos equipamentos dentro desse tipo de indústria, tais como reatores e colunas de destilação, por exemplo.</p>
<p>O seu princípio de funcionamento se baseia em acompanhar o nível de um determinado material dentro de um tanque.</p>
<p>Essa medição pode ser realizada através de uma boia, porém, versões modernas do sensor contam com a medição através de ultrassom ou mesmo infravermelho, que fornece um dado mais preciso se o equipamento estiver bem configurado.</p>
<p>Como resultado, no tanque a função desse sensor será servir um alerta para quando o nível do material contido no tanque sair de uma faixa pré-configurada (<em>setpoint</em>).</p>
<p>Portanto, possibilita que alguma ação de contorno seja tomada pelo atuador.</p>
<p>Além disso, esse atuador poderá ser tanto um funcionário quanto algum dispositivo automático, como algum tipo de válvula, por exemplo, que ao receber o sinal do alarme irá interromper o fluxo de alimentação ou mesmo esvaziar o tanque.</p>
<h2><strong>Reatores Químicos – Reatores de reação química</strong></h2>
<p>Podemos afirmar que o coração de todas as indústrias químicas são a transformação da matéria-prima. O equipamento responsável por acomodar essa reação é o reator.</p>
<p>Afinal, o reator funciona como o local onde podemos controlar a temperatura, pressão e fluxo de abastecimento dos reagentes.</p>
<p>Além de diversas outras variáveis como a agitação e a concentração. Dessa forma, o objetivo principal desse equipamento é otimizar a eficiência da reação de transformação. Em outras palavras, realizar mais com menos.</p>
<p>Contudo, para que isso possa acontecer é imprescindível que o controle das condições reacionais no reator seja o melhor possível. De outra forma, a eficiência se perde e os riscos aumentam.</p>
<p>Entretanto, os produtos de algumas reações podem causar elevações extremas da temperatura, ou mesmo quedas abruptas.</p>
<p>Além disso, a expansão no volume ocupado ou mesmo na pressão interna pode acabar gerando acidentes. Para evitar isso, diversos tipos de alarmes e sensores são empregados nesse equipamento.</p>
<p>Além do sensor de nível volumétrico já citado temos os sensores de agitação, sensores de temperatura e pressão. O sensor de agitação pode servir tanto para averiguar se há perturbações no equipamento, quanto para avaliar a velocidade de agitação.</p>
<p>Um exemplo prático é o da mistura de tintas. Já que é importante que a velocidade e o tempo de agitação sejam monitorados para garantir a estabilidade da mistura e eficiência do processo.</p>
<p>Além disso, o sensor de temperatura pode ser um simples termômetro como é utilizado em produções mais clássicas.</p>
<p>Porém, também pode ser um dispositivo mais tecnológico conectado com alarmes e servir como uma barreira de defesa contra acidentes.</p>
<h2>A segurança no gerenciamento de alarmes na indústria química</h2>
<p><span style="font-size: 16px;">Mais que nos dizer a temperatura do processo, o sensor pode dizer se há alguma avaria na máquina.</span></p>
<p>Por exemplo, se a temperatura do processo começa a subir demais, o equipamento de aquecimento pode ser desligado e ser levado para a revisão antes de qualquer acidente.</p>
<p>Dessa forma, em situações mais perigosas, se o sensor de temperatura ou de pressão de um reator, ou caldeira estiver registrando valores perigosos, o sistema pode automaticamente ligar um alarme para proteger a integridade dos funcionários.</p>
<h2><strong>Outros tipos de sensores e alarmes na indústria química</strong></h2>
<p><strong>Phâmetro: </strong>Esse equipamento, como o próprio nome diz, serve para medir o pH, medida que serve para avaliar o nível de acidez do produto envolvido no processo.</p>
<p>Dessa maneira, e muito utilizado em indústrias como a farmacêutica ou a de saneantes. Acompanha a eficiência da reação química, bem como é monitorado pela maioria das legislações.</p>
<p><strong>Sensor de radiação: </strong>A radiação pode ser um problema muito grande na indústria. Mesmo que a indústria não costume trabalhar diretamente com materiais radioativos. Entretanto, ela pode trabalhar com equipamentos que liberam radiação.</p>
<p>Assim sendo, é importante acompanhar os índices de radiação na indústria e ficar atento ao tipo de equipamento que você trabalha, tais como alguns tipos de motores, esterilizadores e sensores.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Novos sensores e alarmes cada vez mais modernos chegam no mercado diariamente. Por isso é importante estar sempre atento a esses novos equipamentos e entender como eles podem ajudar sua empresa a alavancar resultados.</p>
<p>Os alarmes mais modernos podem dar respostas mais precisas sobre o processo, otimizando o tempo e a segurança. Porém, dados sem gestão serão apenas confusos. Esteja atento!</p>
<p>Portanto, o conhecimento sobre a gestão de cada tipo de alarmes dentro da sua indústria e qual a finalidade dos meus sensores também pode garantir a segurança dos seus funcionários e a estabilidade da sua empresa.</p>
<h2><strong>Gostou do conteúdo?</strong></h2>
<p>Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido proveitoso! E que você tenha absorvido e aprendido mais sobre a indústria química e seus alarmes.</p>
<p>Qualquer dúvida, experiência ou <em>feedback,</em> entre em contato conosco através do e-mail <a href="mailto:danilo.xavier@logiquesistemas.com">danilo.xavier@logiquesistemas.com</a>. Estaremos satisfeitos em crescer juntos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Automação Industrial: tudo o que você precisa saber!</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/automacao-industrial-beneficios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 20:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.logiquesistemas.com.br/?p=1549</guid>

					<description><![CDATA[Analise a cadeia de valor da sua indústria e responda pra si: é necessário aumentar a autonomia dos processos, agilizar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Analise a cadeia de valor da sua indústria e responda pra si: é necessário aumentar a autonomia dos processos, agilizar produções, reduzir repetições e garantir ainda mais a segurança dos seus colaboradores? Se a resposta for sim para pelo menos duas dessas questões, <strong>você precisa da ajuda da automação industrial</strong>!&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já conhece o poder revolucionário da</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/"> <span style="font-weight: 400;">indústria 4.0</span></a><span style="font-weight: 400;">? Sim? Então já deve ter percebido que algumas evoluções dependem de grandes mudanças. Vamos ver um pouco mais sobre isso agora!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é automação industrial?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para te contar o que é a automação industrial preciso te dizer de onde ela veio e como se tornou um pilar fundamental na evolução da indústria, vamos lá?&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">História e evolução</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É intrínseco na história da humanidade a constante busca por melhorias e facilitações para que se possa produzir mais e melhor. Nas produções industriais não aconteceu diferente, mas não foi sempre da forma que conhecemos hoje.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação industrial tem seu nascimento no final do século XIX, entre os acontecimentos da segunda revolução industrial. A transição dos trabalhos manuais para maquinários passou por diversos obstáculos, mas ainda assim se mostrou ser a melhor solução. Todavia, a automatização completa dos sistemas se deu apenas no século XX.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, a otimização veio com a descoberta da energia a vapor e com a adequação do seu uso em grandes máquinas para indústrias. Isso permitiu o desenvolvimento de equipamentos que auxiliaram os operários.&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo em seguida, veio a descoberta da energia elétrica que levou diretamente ao aumento de possibilidades para elaboração de sistemas de automação. Esse fato desencadeou a origem às <strong>automações das primeiras indústrias</strong>.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enfim, o primeiro sinal de uma máquina autômata veio através dos</span><a href="https://www.osetoreletrico.com.br/reles-eletromecanicos-e-de-estado-solido/" class="broken_link"> <span style="font-weight: 400;">relés eletromecânicos</span></a><span style="font-weight: 400;"> que foram a origem do que hoje conhecemos como CLP’s (Controladores Lógico Programáveis).&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa jornada segue com a criação de algo que instigou o crescimento do desenvolvimento da automação industrial: o transistor, em 1947.&nbsp; Esse elemento se tornou a <strong>base dos atuais microprocessadores</strong>. Este componente eletrônico lidava diretamente com os geradores de sinais analógicos, ou seja, sinais contínuos que variam em função do tempo.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas foi só em 1960 que as empresas de automobilismo se deram conta da necessidade de <strong>meios de produção que agregassem as variáveis de seus produtos</strong>. Foi a partir dessa percepção que surgiu o primeiro</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/clp/"> <span style="font-weight: 400;">CLP</span></a><span style="font-weight: 400;">, bem como a automação industrial da forma que conhecemos hoje.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">E agora?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia, a automação industrial é utilizada principalmente por ser composta por&nbsp; máquinas capazes de produzir com maior agilidade e precisão. Além da diminuição da linha de produção, que deixa de lado a mão de obra humana por fontes de energia hidráulica, mecânica e elétrica.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>softwares de automação</strong> fazem parte de máquinas com maior capacidade de produção. Estes são definidos como sendo programas que têm o objetivo de fazer com que as máquinas tenham mais <strong>precisão e rapidez</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, os principais adeptos da automação industrial optam pela aplicação de softwares, mas para tal é preciso saber o que é necessário para ter um em sua indústria e nós te contamos mais sobre isso</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/softwares-de-automacao/"> <span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Objetivos da automação industrial&nbsp;</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos objetivos gerais já expostos aqui, existem ainda alguns outros que findam em descomplicar os processos de produção. São eles:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumentar a produção e reduzir o seu tempo, agilizando o ciclo de produção;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Elevar o nível de segurança na execução das tarefas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição de trabalhos ociosos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Executar funções impossíveis de ser realizadas pelo intelecto ou força humana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Produção flexível em menor volume e maior diversidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Maior qualidade e consistência do produto.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sistemas de automação&nbsp;</span></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">Operacional x Controle</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura </span><b>operacional</b><span style="font-weight: 400;"> corresponde ao conjunto de elementos responsável por fazer com que o equipamento realize as atividades propostas. Para que isto seja possível os elementos mencionados são equipamentos incubidos do acionamento e pré-acionamento como por exemplo dispositivos de detecção ou motores.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antigamente o </span><b>controle</b><span style="font-weight: 400;"> das máquinas era realizado com o uso de placas eletrônicas, relés eletromagnéticos, módulos lógicos ou temporizadores. No entanto, hoje esta parte que refere-se ao setor programável do sistema,&nbsp; tem sua implementação acionada por um CLP.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Funcionamento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um sistema de automação industrial tem seu funcionamento atrelado à ação de um operador. Este agente é o responsável por <strong>operar a máquina</strong> ou o processo, visualizando as informações através dos elementos de saída tomando as suas decisões para comandar os elementos de entrada de ordem. Os elementos mencionados, por sua vez, são processados através do sistema de controle que ativa os atuadores e pré-atuadores, dessa forma comunicando ao sistema de controle se a execução ocorre de acordo com o programado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sensores e Transdutores</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A sensibilidade não uma exclusividade dos seres vivos, as máquinas também precisam de pontos sensíveis para que possam ser autômatas. Para isto, existem os <strong>sensores e transdutores</strong> que recebem informações e variáveis, distinguindo as composições envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que haja a <strong>conversão das magnitudes físicas em elétricas</strong> durante o processo é necessário o uso de dispositivos denominados transdutores. É importante ressaltar que sensores e transdutores não são a mesma coisa. Sua principal diferença está na <strong>capacidade do sensor de detectar variações no meio</strong>, quando o transdutor <strong>converte a variação em magnitude elétrica</strong>. Muitos sensores podem ser considerados transdutores, todavia o inverso não é verdadeiro.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas classificações para os transdutores, de acordo com o tipo de sinal que emitem. São elas:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Analógicos&nbsp;</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de transdutor emite um<strong> sinal de tensão contínuo</strong> que geralmente é equivalente à quantidade a ser medida. O transdutor analógico, pode também ser chamado de<strong> sensor</strong> e tendem a ser mais responsivos com sinais que variam ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sinais emitidos tendem ter uma tensão menor, em microvolts até milivolts. Dessa maneira colabora para que seja necessária alguma forma de<strong> amplificação</strong> para a leitura de sinais.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Digitais&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o transdutor digital produz um sinal de saída com medição de grandezas em escala, como por exemplo um termopar. Esse tipo de transdutor produz um sinal de saída digital com especificações de tensão para <strong>representar o nível digital</strong> a ser medido.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sinal produzido gera <strong>valores não contínuos</strong> que podem ser transmitidos com <strong>uma só transmissão em série</strong>, ou “bit”. Além de ser possível transmitir também através de uma combinação desses bytes, gerando uma única saída de transmissão em paralelo.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Atuadores e Pré-atuadores</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a resposta dada ao sinal de comando recebido, o atuador age como elemento final de controle, <strong>convertendo a energia conectada em si em uma automação assertiva</strong> para a finalidade desejada.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quando a intenção é ampliar o sinal de controle para que o atuador possa ser acionado, o termo utilizado é “pré-atuador”.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os atuadores podem ser classificados como <strong>elétricos, pneumáticos e hidráulicos</strong>. Todavia, os mais utilizados são os comumente subordinados aos CLP’s ou outros controladores, os cilindros.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Elétricos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Adequados para <strong>movimentos angulares e de rotação</strong>, os atuadores elétricos age com ou sem controle de velocidade. Este tipo de dispositivo deve ser mantido através de energia elétrica para operar.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Pneumáticos&nbsp;</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já os atuadores pneumáticos funcionam através da<strong> pressão do ar comprimido</strong>. São indicados para utilizações que exigem movimentos curtos e lineares como por exemplo em posicionamento de esteiras.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Hidráulicos&nbsp;</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os atuadores hidráulicos são movidos a um fluído denominado <strong>óleo hidráulico</strong>. O uso deste elemento é ideal para usos que exigem grande força ou caso haja a necessidade de um controle preciso em uma máquina de marcha lenta.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sistemas de controle</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a evolução tecnológica os sistemas automatizados também sofreram com mudanças. Novos e melhores dispositivos foram criados, com alta capacidade de desenvolvimento atrelado a independência humana.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, para entendermos como chegamos aos sistemas de controle atuais, precisamos saber como tudo começou desde as <strong>tecnologias a cabo</strong>, passando pelos<strong> módulos lógico</strong> até chegarmos ao já tão mencionado <strong>CLP</strong>.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tecnologias a cabo</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo a solução inicial das indústrias autômatas, as tecnologias cabeadas foram deixadas de lado com o passar do tempo.&nbsp; Esse tipo de tecnologia consiste na<strong> interconexão entre reles eletromagnéticos e dispositivos de entrada e saída</strong>. De modo que possam ser criadas combinações em paralelo ou série de cada elemento para que seja possível haver automação.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, este tipo de tecnologia se tornou obsoleto por apresentar contrariedades na produção. Um exemplo claro é a pouca flexibilidade para lidar e aceitar modificações ou adaptações durante a execução do processo. Além de exigir grandes espaços para usabilidade de painéis elétricos e do custo/rentabilidade.&nbsp;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Entradas de Ordem</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os elementos de entrada de ordem possibilitam ao operador que determine um<strong> comando ao sistema</strong>. Estes elementos podem ser categorizados em dois tipo, vamos ver quais são?</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Binários</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para acioná-lo basta apertar a botoeira, comutador ou interruptor e para desligá-lo é apenas apertar novamente. Este elemento de entrada é o de mecanização mais simples. Sua polaridade consiste em 1 ou 0, caso não exista o acionamento do 1, inevitavelmente o 0 estará ativado e vice-versa.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Numéricos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida aos binários, os numéricos funcionam com a entrada de qualquer ordem, sejam números ou letras, por isso podem ser chamados também de alfanuméricos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Saída de informação&nbsp;</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os elementos de saída são os encarregados pela<strong> comunicação do sistema de controle com o operador</strong>. Em grande parte possuem comunicação visual (telas de interface homem máquina, sinalizadores, etc.), e assim como as entradas de ordem, também podem ser classificados como binários e numéricos, veja:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Binários</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplos comuns desse tipo de elemento são os <strong>alarmes ou sirenes</strong>. Essa categoria disponibiliza a informação apenas em positivo ou negativo.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Numéricos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste ponto, há a possibilidade de visualização de<strong> textos e números</strong>. Esse elemento é de muita utilidade na visualização de dados do processo, seja na certificação de desempenho do processo ou na verificação de funcionamento (ligado ou desligado). Na prática isso acontece em monitores, displays LCD e IHM’S.&nbsp;</span></p>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400;">Automação x Mecanização</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante falarmos sobre a relação e diferença entre a automação e a mecanização. Inicialmente, os termos podem nos parecer semelhantes, todavia a diferença entre seus significados está na forma da execução de suas tarefas.</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto porque a&nbsp;</span><b>automatização</b><span style="font-weight: 400;"> é responsável por realizar o trabalho por meio de máquinas controladas de forma automática. Enquanto que a </span><b>mecanização</b><span style="font-weight: 400;"> aborda apenas o uso de máquinas para substituir o trabalho físico.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E mais, o sistema de automação industrial se divide em duas partes principais, a parte<strong> operacional e a de controle</strong>.&nbsp; Dessa forma é possível atuar diretamente com o processo ou de forma programável.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Importância e benefícios da automação industrial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro do cenário industrial, a presença de um maquinário autômato é essencial para que se desenvolvam atividades completamente seguras, em escala e de baixo custo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, uma das grandes preocupações das empresas é a </span><b>segurança operacional. </b><span style="font-weight: 400;">Para obter sucesso completo em seus processos produtivos é necessário garantir um padrão definido de escala de produção, sem riscos aos colaboradores.</span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale salientar que o custo-benefício da instalação da automação industrial está diretamente relacionado com a redução de gastos a partir do período de recuperação do investimento. A </span><b>rentabilidade </b><span style="font-weight: 400;">é um fator de consideração de extrema relevância, tendo em vista que esse fator também agrega a </span><b>otimização do tempo</b><span style="font-weight: 400;"> da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, perceber que é necessário atender às altas demandas em pouco tempo, com possíveis variáveis na mesma proporção é o primeiro passo para compreender a necessidade de meios de </span><b>produção em</b> <b>grande escala. </b><span style="font-weight: 400;">Personalizar a sua escala de fabricação é um dos principais benefícios dessa tecnologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como podemos ajudar?&nbsp;</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nós somos uma<strong> empresa especializada em desenvolvimento de softwares</strong> para indústria, nos conte sobre o que a sua indústria precisa e encontraremos a melhor solução!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, chegamos ao fim deste conteúdo e esperamos que você esteja satisfeito com o que aprendeu. Caso não tenha sido o suficiente e ainda tenha restado algumas dúvidas é só entrar em contato conosco através do e-mail mluiza.januario@logiquesistemas.com.br ou <a href="https://logiquesistemas.com.br/contato/">clicando aqui</a>.&nbsp;</span></p>
<p>Se gostou do conteúdo, confira o nosso <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/">blog</a> para mais informações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OPC DA: Tudo o que você precisa saber sobre OPC Data Access</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-da/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 17:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.logiquesistemas.com.br/?p=1479</guid>

					<description><![CDATA[A conectividade dentro da indústria viabiliza uma maior facilidade na hora de acessar todos os dados. Seja para uma análise...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A conectividade dentro da indústria viabiliza uma maior facilidade na hora de acessar todos os dados. Seja para uma análise aprofundada de produção, identificar erros, permitir a comunicação entre setores e máquinas... Estar conectado hoje em dia é essencial!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas nem sempre foi simples ter acesso a esses dados e realizar toda essa comunicação que podemos ter hoje em dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até a metade dos anos 90, para realizar qualquer troca de dados entre diferentes máquinas ou servidores, eram necessários diversos <em>software</em>s para que isso acontecesse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, cada fabricante tinha seu <em>software</em> específico, cada fornecedor tinha um tipo de protocolo de comunicação. Desta forma, para ter acesso a tudo, era preciso ter uma grande quantidade de <em>drivers</em> e programas para realizar a portabilidade desses dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao passo que a tecnologia industrial e dos sistemas de informações evoluía, a quantidade de dados gerados aumentava cada vez mais. Viu-se então a necessidade da padronização de uma interface para que o acesso a esses dados fosse mais fácil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Foi aí que surgiu o OPC.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação do Padrão OPC permitiu que a aquisição de informações se tornasse mais ágil e menos burocrática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de uma interface de comunicação unificada a partir do sistema operacional Windows, o processamento de dados industriais se tornou muito mais confiável e menos complicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro deste padrão, especificações foram criadas para determinadas funções: OPC <em>Data Access</em> (DA), </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-ae/"><span style="font-weight: 400;"><em>Alarms &amp; Events</em> (A&amp;E)</span></a><span style="font-weight: 400;">, <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-hda/"><em>Historical Data Access</em> (HDA)</a> e </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-ua/"><span style="font-weight: 400;"><em>Unified Architecture</em> (UA)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, falaremos do OPC DA, seu funcionamento, especificações, vantagens e desvantagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então continue neste texto e aprenda mais sobre comunicação de objetos em rede.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Funcionamento</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O OPC DA é um padrão de comunicação que cria grupos Cliente-Servidor. Dessa maneira, equipamentos de aquisição de dados, como CLPs, conseguem estabelecer uma comunicação contínua em tempo real de dados. Esses dados podem ser lidos, escritos e monitorados enquanto os processos estão ocorrendo. A partir disso, interfaces do tipo IHM, SCADA, MES mantêm a comunicação de suas especificações dentro do servidor criado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação de dados acontece a partir dos Itens OPC. Em síntese, os Itens OPC são os objetos a serem analisados. O Cliente OPC escolhe os itens que quer monitorar e estabelece a comunicação com o Servidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, a conexão ocorre por meio do objeto Servidor OPC. Através desse objeto, são instituídos meios para que a navegação entre os dados ocorra. Dessa forma, ele permite que itens, endereços e suas propriedades sejam encontrados dentro da navegação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo sido selecionado os Itens, o cliente precisa definir uma taxa de atualização. Essa taxa definirá os ciclos em que os dados serão atualizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim também, todo esse acesso é baseado na tecnologia utilizada pela Microsoft e definida por uma interface C/C++. Dessa forma, através do sistema operacional Windows, utiliza-se COM/DCOM para a troca de dados entre os componentes dos <em>softwares</em>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como ocorre a leitura de dados</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados que transitam no OPC DA são dados de valores, tempo e informação de qualidade. Já a leitura desses dados pode ser feita de duas maneiras: síncrona e assíncrona. Ambas ocorrem em tempo real, em um Grupo criado pelo Cliente para se conectar ao servidor.</span></p>
<p><div id="attachment_1482" style="width: 435px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1482" class="wp-image-1482" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/07/image-300x194.png" alt="Tela de administração do OPC Grupo" width="425" height="275" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/07/image-300x194.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/07/image-768x496.png 768w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/07/image.png 806w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><p id="caption-attachment-1482" class="wp-caption-text">Simulador gratuito de OPC da Matrikon</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma leitura síncrona, os Itens OPC adicionados ao Grupo são solicitados ao Servidor. Dessa forma, o Servidor retorna os dados ao Cliente também através do Grupo, de acordo com a solicitação feita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, a leitura assíncrona ocorre através de um </span><i><span style="font-weight: 400;">subscription</span></i><span style="font-weight: 400;">. Nesse </span><i><span style="font-weight: 400;">subscription </span></i><span style="font-weight: 400;">são definidas uma taxa de variação (</span><i><span style="font-weight: 400;">deadband</span></i><span style="font-weight: 400;">) e uma taxa de atualização. Desse modo, os dados são enviados automaticamente ao Cliente caso haja alguma variação do valor no período especificado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, na leitura síncrona, o Cliente precisa acessar o Grupo para obter os dados e solicitar ao Servidor manualmente. Já na leitura assíncrona os valores são enviados a cada ciclo determinado pela taxa de atualização, sem a necessidade de um comando de solicitação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que a comunicação sempre ocorre por meio do Grupo OPC, seja a solicitação feita pelo Cliente ou a resposta dada pelo Servidor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tipos de Especificação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde sua criação em 1996, várias outras especificações e atualizações foram criadas para o OPC DA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, o </span><a href="https://opcfoundation.org/about/opc-technologies/opc-classic/"><span style="font-weight: 400;">OPC <em>Classic</em></span></a><span style="font-weight: 400;"> havia apenas uma especificação. Conforme era revisado, a adequação para as especificações também começaram a ser necessárias para que houvesse compatibilidade entre as versões e OPC Clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abaixo temos as principais versões do OPC DA:</span></p>
<table class="alignleft" style="border-color: #ededed; width: 843px;" border="2" cellspacing="3" cellpadding="5">
<tbody>
<tr style="border-color: #ededed; height: 44px;">
<td style="border-color: #ededed; height: 44px; width: 56px; text-align: center;" scope="row">1996</td>
<td style="border-color: #ededed; height: 44px; width: 103px; text-align: center;" scope="row">1.0</td>
<td style="border-color: #ededed; height: 44px; width: 684px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">Especificação inicial.</span></td>
</tr>
<tr style="border-color: #ededed; height: 62.375px;">
<td style="border-color: #ededed; height: 62.375px; width: 56px; text-align: center;" scope="row">1997</td>
<td style="border-color: #ededed; height: 62.375px; width: 103px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">DA 1.0a</span></td>
<td style="border-color: #ededed; height: 62.375px; width: 684px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">Adotou-se o nome <em>Data Access</em> (DA) para diferenciar das outras especificações OPCs em desenvolvimento concomitante.</span></td>
</tr>
<tr style="border-color: #ededed; height: 59px;">
<td style="border-color: #ededed; height: 59px; width: 56px; text-align: center;" scope="row">1998</td>
<td style="border-color: #ededed; height: 59px; width: 103px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">DA 2.0 - DA 2.05a</span></td>
<td style="border-color: #ededed; height: 59px; width: 684px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">Modificações e esclarecimentos de especificações.</span></td>
</tr>
<tr style="border-color: #ededed; height: 49px;">
<td style="border-color: #ededed; height: 49px; width: 56px; text-align: center;" scope="row">2003</td>
<td style="border-color: #ededed; height: 49px; width: 103px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">DA 3.0</span></td>
<td style="border-color: #ededed; height: 49px; width: 684px; text-align: center;" scope="row"><span style="font-weight: 400;">Atualizações e modificações.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O OPC DA permite que controladores de diferentes fabricantes e modelos se comuniquem em um único protocolo. Dessa maneira, não é necessária a utilização de </span><i><span style="font-weight: 400;">drivers </span></i><span style="font-weight: 400;">personalizados sempre que um novo componente é adicionado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vantagens e desvantagens</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A maior vantagem que se tem através do OPC DA é a de não precisar instalar vários <em>softwares</em> de fornecedores diferentes para cada parâmetro que se quer monitorar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a padronização fornecida pela <a href="https://opcfoundation.org/"><em>OPC Foundation</em></a>, equipamentos de diferentes fornecedores conseguem se comunicar com eficiência. Sendo assim, o controle de uma planta industrial se torna mais seguro. Dessa forma,  operadores podem acessar aplicações diferentes de uma mesma máquina, além de ter o controle dos equipamentos e também de qualquer erro que possa ocorrer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também podemos destacar a velocidade de comunicação de dados que se torna maior ao utilizar um padrão OPC DA. Nesse sentido, a velocidade de comunicação dos dados se torna compatível com a velocidade de produção sem afetar a segurança na transmissão desses dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os gastos em <em>softwares</em> diminuem e a gestão de custos da indústria com equipamentos e programas se torna mais controlada. Temos dados de diferentes equipamentos sendo transmitidos em uma rede com um protocolo de comunicação padronizada e sem a necessidade de se obter vários programas diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como resultado, a ampliação das redes de uma planta industrial se torna muito mais fácil. Já que temos um padrão de comunicação eficaz, uma transmissão de dados veloz e segura, além do baixo custo para implementação e manutenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, se o sistema operacional utilizado nas máquinas for diferente de um sistema da Microsoft, o OPC DA já não pode ser utilizado. Para isso, foi criado o OPC UA, que permite a comunicação de dados em OPCs entre sistemas operacionais diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do que, o OPC UA, por permitir essa integração não só de softwares, mas de SO diferentes, acaba tornando o OPC DA obsoleto para os dias de hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, nada impede que ele seja utilizado entre máquinas com sistema operacional Windows. O OPC DA continua sendo uma saída para linkar toda a sua planta e obter um controle eficaz do funcionamento e dos resultados que sua indústria gera.</span></p>
<h2>Quer melhorar ainda mais a sua comunicação em rede?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você tem interesse em gestão de dados industriais e quer saber mais sobre, entre em contato conosco. Mande um e-mail para </span><a href="mailto:victor.saatmam@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">victor.saatmam@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;"> e marque uma conversa com a gente.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veja o que considerar ao contratar softwares de automação industrial</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/softwares-de-automacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Você concorda que a constante repetição em sequência de atividades de produção está obsoleta? Entende que os colaboradores da sua...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você concorda que a constante repetição em sequência de atividades de produção está obsoleta? Entende que os colaboradores da sua indústria têm que lidar com altas temperaturas, máquinas de corte e a segurança deles te preocupa? É hora de pensar em contratar softwares de automação industrial!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender quais fatores devem ser levados em consideração para tomar essa decisão é essencial. Enxergar o problema que te trouxe até aqui foi o primeiro passo de uma jornada de sucesso na busca de rentabilidade, aumento da produtividade e otimização do tempo de produção do seu serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apresentamos agora quais condições devem ser analisadas para contratar um software de automação industrial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Porque aplicar um software de automação industrial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentar o índice de produtividade e agilizar o tempo de produção são os principais objetivos desse tipo de software. Para tal vamos analisar agora quais são as razões para obter um.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"> 1. </span><span style="font-weight: 400;">Segurança</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como já dissemos, os riscos encontrados ao lidar com atividades de proporção industrial são grandes. Inserir na sua indústria um software de automação possibilita a desintermediação da produção. Dessa forma é possível garantir a segurança de todos os colaboradores envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter um sistema de segurança adequado é compreender e aplicar a simplificação necessária para que não se corra riscos desnecessários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine depender do manuseio humano para cuidar de todo o ciclo de vida de um sistema de alarmes, por exemplo? Pra que isso não seja necessário existe o software de</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"> <span style="font-weight: 400;">gerenciamento de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">  2.Produtividade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agilizar a realização de tarefas sem perder a precisão é o cenário ideal de toda indústria. Assim, compreender que para tal feito, as vezes é necessário que a execução de algumas tarefas seja simplificada, passando por menos intermediários, é fundamental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática isso pode acontecer com a aplicação de um</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/o-que-e-um-clp/"> <span style="font-weight: 400;">CLP</span></a><span style="font-weight: 400;">, por exemplo.  </span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">  3.Qualidade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A precisão é algo imprescindível na supervisão de quantidades e temperaturas. A falha na medição de algum desses pode resultar em terríveis acidentes ou gastos exorbitantes e desnecessários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de softwares de automação resulta em um processo melhor qualificado. Nesse caso, um sistema supervisório seria o ideal para um desenvolvimento objetivo.</span><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">  4.Rentabilidade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fator é o que chama mais atenção dos gestores das indústrias. Tendo em vista que esse é o ponto de partida da análise que se atrela aos tópicos anteriores para o êxito da instalação de softwares de automação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ajustar o sistema às suas necessidades pode assustar à primeira vista. Entretanto, perceber os pontos fortes dessa mudança é primordial para o estabelecimento de prioridades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através dessa modificação estrutural o tempo de produção é reduzido gerando um maior índice de resultados gerais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é preciso para ter um software de automação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que já entendemos quais os benefícios de instalar softwares de automação na sua indústria, vamos as condições para obter sucesso nessa jornada!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que este suporte funcione é necessário que se avalie nas plantas industriais a garantia de que há adequações para o desempenho com segurança e qualidade. Desta forma atentemos aos seguintes pontos:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Documentação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Revisar as mudanças realizadas e atualizar os documentos vigentes previne o risco a acidentes. Imagina se acontece um erro em um equipamento não mapeado? Os danos podem ser irreparáveis e não é isso o que queremos.  </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Ferramentas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São muitos os utensílios necessários para validar todos os requisitos e benefícios aqui listados. Desde os computadores e cabos aos painéis e planilhas de controle, é de suma importância que tudo esteja alinhado corretamente com as demandas da planta com disponibilidade à capacitação do suporte.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Padronização</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, você já conhece o</span><a href="https://pmkb.com.br/wiki/engenharia-de-planejamento-wiki/vendor-list/" class="broken_link"> <i><span style="font-weight: 400;">vendor list</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> da sua indústria? Pois bem, este conhecimento, juntamente com os modelos de materiais - marcas de IHM, CLP e sistemas supervisórios, por exemplo - são importantes para reduzir o depósito de itens proeminentes.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Equipe habilitada</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora ter uma documentação atualizada, ferramentas aptas e padronização industrial sejam pontos de extrema relevância para implementação de softwares de automação, sem uma equipe capaz de gerir e trabalhar com tudo isso de que adianta essa empreitada?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Capacitação frequente do seu time é a melhor forma de garantir o sucesso das produções da sua indústria. Gerar e compartilhar conhecimento, de forma a alinhar a aprendizagem dos membros mais antigos aos mais novos é essencial para um desenvolvimento de alta performance do seu serviço.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Backup</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Armazenar corretamente os dados obtidos através do softwares de automação, sejam eles coletados por meio de um sistema supervisório, um controlador lógico programável ou uma IHM, é a principal missão para uma coleta de informações plausível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De que vale absorver um monte de dados obsoletos? Administrar o histórico de informações com um backup atualizado faz toda a diferença na hora de corrigir e evitar novos problemas.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como podemos ajudar?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguir todos os requisitos e ser beneficiado plenamente pelo uso de softwares de automação pode não ser um caminho tão simples. Contudo, nós da</span><a href="https://logiquesistemas.com.br/"> <span style="font-weight: 400;">Logique Sistemas</span></a><span style="font-weight: 400;"> podemos te ajudar. Uma das soluções que já trabalhamos é o </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert/"><span style="font-weight: 400;">BR-AlarmExpert</span></a><span style="font-weight: 400;"> para o seu gerenciamento de alarmes! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas claro, nos conte o que a sua indústria precisa e podemos encontrar a solução ideal! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independente do tipo de solução é importante escolher um suporte com estrutura sólida. Dessa forma, a manutenção será minimamente necessária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conclusão</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, conforme vimos neste conteúdo muitas são as razões para obter um software de automação industrial. Desde reduzir o custo da produção ao aumento da produtividade com qualidade. São esses alguns benefícios que asseguram um melhor fluxo de fabricação no seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já está pronto para implementar esse método prático na sua indústria? Caso tenham restado algumas dúvidas é só entrar em contato conosco através do e-mail mluiza.januario@logiquesistemas.com.br e ficaremos felizes em ajudar! </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DCOM: o que é e como configurar para uma comunicação de dados eficaz</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/dcom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 16:57:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos principais pontos para garantir o bom desempenho da sua rede e conseguir um compartilhamento de dados eficaz é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais pontos para garantir o bom desempenho da sua rede e conseguir um compartilhamento de dados eficaz é saber configurar todo o sistema de comunicação da maneira correta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante saber com que tipos de objetos você está trabalhando e como ocorrem as interações destes na rede de compartilhamento.</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/comunicacao-de-dados-industria-4-0/"><i><span style="font-weight: 400;">Conheça mais sobre comunicação de dados na indústria 4.0.</span></i></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto vamos falar sobre DCOM e como configurá-lo corretamente, assegurando </span><span style="font-weight: 400;">que a comunicação de todos os objetos que sejam trafegados numa mesma rede aconteçam sem erros e da forma mais eficaz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de começar nosso tutorial, vamos definir os tipos de objetos que você irá trabalhar: COM e DCOM.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Afinal, o que é COM e DCOM?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O COM (</span><i><span style="font-weight: 400;">Component Object Model</span></i><span style="font-weight: 400;">) é uma série de serviços que compõem uma arquitetura, permitindo que aplicações e sistemas interajam em diferentes softwares. A partir do COM objetos e componentes personalizáveis podem ser criados e distribuídos em diferentes linguagens de programação em um mesmo sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os objetos COM funcionam a partir de aplicações DLL ou EXE. Quando na mesma máquina, os processos podem diferir quando são executados numa mesma aplicação (</span><i><span style="font-weight: 400;">in-process</span></i><span style="font-weight: 400;">) ou quando duas aplicações separadas se comunicam para executar uma ação (</span><i><span style="font-weight: 400;">out-of-process</span></i><span style="font-weight: 400;">).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas situações em que a aplicação deve ser executada em máquinas diferentes, é necessário que haja uma interface distribuidora para que a comunicação entre os objetos seja gerada.</span></p>
<p><b>É aí que entra o DCOM!</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O DCOM nada mais é que uma extensão do COM criada pela Microsoft para permitir a comunicação de objetos em computadores diferentes através de uma rede.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando configurado corretamente, o DCOM realiza interações entre componentes COM através da rede sem precisar de um serviço intermediário do sistema, independente de qual sistema operacional estes objetos estão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por se tratar de um sistema distribuído, para utilizar o DCOM é necessário configurar a permissão de acesso remoto através de um protocolo de rede.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de agora você verá passo a passo como configurar corretamente sua rede para aplicar o DCOM!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Configurando o DCOM</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tutorial abaixo configura as permissões DCOM do seu sistema operacional para o funcionamento da comunicação via OPC.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Para saber o que é OPC e como esse sistema de comunicação pode impactar sua indústria </span></i><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-ua/"><i><span style="font-weight: 400;">clique aqui!</span></i></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos começar o passo-a-passo! Certifique de seguir todas as etapas corretamente para obter o resultado esperado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">1. Verifique a conectividade de rede entre as máquinas clientes e servidora  </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem várias formas de verificar a conectividade da rede. Uma delas é seguindo os passos descritos abaixo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da linha de comando no Windows execute os seguintes testes em ambas as máquinas:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Ping o host remoto, por exemplo:</span></li>
</ol>
<ul>
<li><b>ping &lt;opc host remoto&gt;</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A saída esperada é o retorno de ping response do host remoto.</span></p>
<ol start="2">
<li><span style="font-weight: 400;"> Tracert/Pathping o host remoto, por exemplo:</span></li>
</ol>
<ul>
<li><b>Tracert &lt;opc host remoto&gt;</b></li>
<li><b>Pathping &lt;opc host remoto&gt;</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A saída esperada deverá mostrar o caminho para o host remoto OPC.</span></p>
<ol start="3">
<li><span style="font-weight: 400;"> Telnet no host remoto na porta 135.</span></li>
</ol>
<ul>
<li><b>telnet &lt;opc host remoto&gt; 135</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A saída esperada é uma tela em branco com o cursor piscando. Se não aparecer, a porta 135, necessária para a comunicação DCOM, pode não estar aceitando conexões devido a presença de um firewall, NAT ou outras restrições de rede.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se nenhum dos testes mostrou os resultados esperados, verifique as configurações e conexões de rede entre as máquinas antes de continuar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">2. Crie um usuário idêntico (mesmo usuário e senha) em ambas as máquinas  </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os usuários criados na máquina cliente e servidora devem possuir exatamente o mesmo nome de usuário e senha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No console de gerenciamento de Grupos, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Iniciar&gt;Painel de Controle&gt;Ferramentas Administrativas&gt;Gerenciamento do computador</span></i><span style="font-weight: 400;">, tanto uma conta de usuário local como uma conta de administrador local podem ser usadas para comunicação DCOM, dependendo da política da empresa. No entanto, contas de administrador local exigem menos personalização de segurança DCOM.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">3. Configure o sistema operacional para a segurança DCOM em cada uma das máquinas  </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para permitir a comunicação DCOM, utilize o procedimento abaixo em ambas as máquinas.</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Desligue o </span><b>Compartilhamento Simples de Arquivo (Simple File Sharing)</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para desabilitar o compartilhamento simples de arquivo </span><span style="font-weight: 400;">faça:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Abre o Windows Explorer e selecione Ferramentas&gt;Opções de Pasta</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Clique na Aba modo de exibição e desmarque a opção </span><b>Usar </b><b>compartilhamento simples de arquivo (Recomendado)</b></li>
</ul>
<ol start="2">
<li><span style="font-weight: 400;"> Mude as configurações de segurança local.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alterar as políticas de segurança local, clique em Painel de Controle&gt;Ferramentas Administrativas&gt;Diretiva de Segurança Local&gt;Diretivas Locais&gt;Opções de Segurança e altere:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Clique em “Acesso à rede: Modelo de compartilhamento e segurança para </span>contas locais” com o botão direito do mouse e selecione “Propriedades” e selecione: Clássico – os usuários locais são autenticados como eles próprios.</li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Clique em “Acesso à rede: Deixar que as permissões de todos os usuários </span>sejam aplicadas a usuários anônimos” com o botão direito do mouse e selecione “Propriedades” e selecione a opção <b>Habilitado.</b></li>
</ul>
<p><b>Cuidado: Não pule esse passo. Se essas configurações não estiverem corretas, </b><b>não será possível listar os servidores em um servidor remoto a partir do cliente </b><b>e você receberá o erro 80070005: access denied error.</b></p>
<ol start="3">
<li><span style="font-weight: 400;"> Habilitar Prevenção de execução de dados apenas em serviços essenciais do </span>Windows.</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prevenção de Execução de Dados (DEP) é um conjunto de tecnologias de hardware </span><span style="font-weight: 400;">e software que executam verificações adicionais na memória para ajudar a prevenir a execução de código malicioso em um sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir o funcionamento do DCOM é necessário desativá-lo. Siga os passos abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Clique com o botão direito em Meu Computador e vá em Propriedades.</span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1354 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1-300x261.png" alt="" width="300" height="261" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1-300x261.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/1.png 631w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Clique na aba de “avançado” e embaixo de “desempenho” clique em “Configurações”.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1355 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/2-246x300.png" alt="" width="246" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/2-246x300.png 246w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/2.png 418w" sizes="(max-width: 246px) 100vw, 246px" /></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Na aba “Prevenção de Execução de Dados”, marque a opção “Ativar a DEP só...”. Clique em “OK”.</span><b> Nesse ponto será necessário reiniciar a máquina.</b></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1356 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3-203x300.png" alt="" width="210" height="310" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3-203x300.png 203w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3.png 384w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">4. Configure as permissões DCOM em cada um das máquinas</span></h2>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique em “Iniciar&gt;Executar”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1357 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/4-300x215.png" alt="Configurar DCOM" width="300" height="215" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/4-300x215.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/4-768x550.png 768w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/4.png 919w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<ol start="2">
<li><span style="font-weight: 400;"> Digite “DCOMCNFG” e clique em “OK”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1358 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5-300x162.png" alt="Configurar DCOM - DCOMCnfg" width="300" height="162" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5-300x162.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/5.png 347w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<ol start="3">
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique em “Raiz do console&gt; Serviços de componente&gt;Computadores&gt;Meu computador” com o botão direito do mouse e selecione “Propriedades”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1359 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/6-300x216.png" alt="" width="300" height="216" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/6-300x216.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/6-768x553.png 768w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/6.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<ol start="4">
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique na aba “Propriedades Padrão” e assegure que sua janela seja equivalente a mostrada abaixo.</span>
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li><span style="font-weight: 400;">Ativar DCOM neste computador selecionado.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Propriedades da comunicação DCOM padrão:</span>
<ol style="list-style-type: lower-roman;">
<li><span style="font-weight: 400;"> Conectar para nível de autenticação padrão</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Identificar para nível de representação padrão</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1360 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/7-256x300.png" alt="Configurar DCOM - Propriedades padrão" width="256" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/7-256x300.png 256w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/7.png 404w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></p>
<ol start="5">
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique na aba “Segurança COM”. Abaixo de “permissões de acesso” clique em “Editar limites”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1361 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8-256x300.png" alt="" width="256" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8-256x300.png 256w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8.png 404w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></p>
<ol start="6">
<li><span style="font-weight: 400;"> Assegurar que </span><b>o usuário criado para a comunicação OPC </b><span style="font-weight: 400;">e ainda 'Todos', 'INTERATIVO', 'REDE', ‘LOGON ANÔNIMO’ e 'SYSTEM' estão incluídos no “Nomes de grupo ou de usuário” com permissão em “Acesso Local” e “Acesso Remoto”. Clique em “OK”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1362 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/9-245x300.png" alt="Configurar DCOM - Permissão de acesso 1" width="245" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/9-245x300.png 245w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/9.png 368w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></p>
<ol start="7">
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique na aba “Segurança COM”. Abaixo de “permissões de acesso” clique em “Editar padrão”.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Assegurar que </span><b>o usuário criado para a comunicação OPC </b><span style="font-weight: 400;">e ainda 'Todos', 'INTERATIVO', 'REDE', 'LOGON ANÔNIMO' e 'SYSTEM' estão incluídos nos “Nomes de grupo ou de usuário” com permissão em “Acesso Local” e “Acesso Remoto”. Clique em “OK”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1363 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/10-245x300.png" alt="Configurar DCOM - Permissão de acesso 2" width="245" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/10-245x300.png 245w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/10.png 368w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></p>
<ol start="9">
<li><span style="font-weight: 400;"> Abaixo de “Permissões de inicialização e ativação”, clique em “Editar limites”. Se esta opção não estiver habilitada, não será necessário configurar este ponto.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1364 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/11-256x300.png" alt="Configurar DCOM - Editar limites" width="256" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/11-256x300.png 256w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/11.png 404w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></p>
<ol start="10">
<li><span style="font-weight: 400;"> Assegurar que </span><b>o usuário criado para a comunicação OPC </b><span style="font-weight: 400;">e ainda 'Todos', 'INTERATIVO', 'REDE', 'LOGON ANÔNIMO' e 'SYSTEM' estão incluídos nos “Nomes de grupo ou de usuário” com todas as permissões disponíveis habilitadas. Clique em “OK”.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Abaixo de “Permissões de inicialização e ativação”, clique em “Editar padrão”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1365 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/12-245x300.png" alt="Configurar DCOM - Permissão para iniciar 1" width="245" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/12-245x300.png 245w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/12.png 368w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></p>
<ol start="12">
<li><span style="font-weight: 400;"> Assegurar que </span><b>o usuário a ser usado para a comunicação </b><span style="font-weight: 400;">e ainda 'Todos', 'INTERATIVO', 'REDE', 'LOGON ANÔNIMO' e 'SYSTEM' estão incluídos no “Nomes de grupo ou de usuário” com todas as permissões disponíveis habilitadas. Clique em “OK”.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1366 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/13-245x300.png" alt="Configurar DCOM - Permissão para iniciar 2" width="245" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/13-245x300.png 245w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/13.png 368w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" /></p>
<ol start="13">
<li><span style="font-weight: 400;"> Até esse passo, o básico da segurança do DCOM já está configurado. Clique em “OK” para retornar par a janela de Serviços de componente.</span></li>
</ol>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1367 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/14-256x300.png" alt="Configurar DCOM - Segurança COM" width="256" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/14-256x300.png 256w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/14.png 404w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></h2>
<h2></h2>
<h2>Configuração do Firewall</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar algum bloqueio durante a configuração, verifique se o firewall do Windows está ativado. Se estiver ativo e executando, isto interferirá com a comunicação entre as aplicações do sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o firewall seja administrado por terceiros, será necessário solicitar a liberação para que a configuração seja realizada corretamente. Mas se a administração for apenas local, utilize os passos abaixo para desativá-lo:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"> Clique em Iniciar&gt;Configurações&gt;Painel de controle&gt;Firewall do Windows.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Marque a opção “Desativado” e clique em “OK”. O firewall não irá mais bloquear a comunicação do OPC.</span></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1368 size-medium aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/15-248x300.png" alt="Configuração de Firewall" width="248" height="300" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/15-248x300.png 248w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2019/05/15.png 434w" sizes="(max-width: 248px) 100vw, 248px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguindo todos estes passos, a comunicação através do DCOM funcionará corretamente e os dados da sua empresa poderá circular de maneira segura através da rede.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem alguma dúvida? Se você quiser saber mais sobre segurança de dados para indústrias e como integrar esses dados para facilitar o fluxo das suas atividades, mande um e-mail para <a href="mailto:victor.saatmam@logiquesistemas.com.br">victor.saatmam@logiquesistemas.com.br</a></span><span style="font-weight: 400;"> e marque uma conversa com a gente.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CLP: O que é e como utilizar em sua indústria</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/clp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 15:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante uma produção industrial, muitos são os fatores necessários para que o processo flua da melhor maneira possível.  Agora, imagina...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma produção industrial, muitos são os fatores necessários para que o processo flua da melhor maneira possível.  Agora, imagina se em uma técnica de produção em grande escala você tivesse que dar um passo fora da curva.Aplicar de maneira lógica e inteligente um método de edição personalizada sem que isso saia mais caro. Felizmente você não vai precisar de fórmula mágica pra isso; um CLP é perfeitamente capaz de sanar esse problema!</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao falar em </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/blog-de-automacao-industrial/"><span style="font-weight: 400;">automação industrial</span></a><span style="font-weight: 400;">, o CLP ou Controlador Lógico Programável, surge como um </span><em>pop-up</em> na mente. Isso acontece porque este dispositivo é um grande aliado para auxiliar e dinamizar a produção.</p>
<p>Ele permite uma criação personalizada e em massa, de menor custo e adaptável às necessidades do cliente. Mas o que é isso e qual a melhor maneira de usar? É sobre isso que iremos falar agora!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é e como surgiu o CLP?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O CLP (Controlador Lógico Programável), ou PLC </span><span style="font-weight: 400;">(</span><i><span style="font-weight: 400;">Programmable Logic Controller</span></i><span style="font-weight: 400;">) como é comumente conhecido, é definido pela </span><i><span style="font-weight: 400;">National Electrical Manufacturs Association </span></i><span style="font-weight: 400;">- NEPA -  como um dispositivo digital que faz uso da memória programável com o intuito de armazenar internamente instruções previamente definidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É caracterizado, também, por ser um computador que ainda </span><span style="font-weight: 400;">é responsável por executar funções específicas. O CLP depende da programação preestabelecida por um agente humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Controlador Lógico Programável foi criado inicialmente para a indústria automobilística no fim da década de 1960. Seu maior objetivo era sanar a dor relativa às produções de grande porte e necessidades distintas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Como por exemplo a fabricação de carros de mesmo modelo, mas com pequenas diferenças. Diferenças que acarretavam em maior demanda de trabalho e sobrecarga de custo às empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Era necessário desintermediar e aumentar a produção facilitando a programação e reprogramação ainda na fase de projeto. Isso a fim de possibilitar expansões que não modificassem drasticamente o sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo classificado como modular, compacto e</span><i><span style="font-weight: 400;"> soft</span></i><span style="font-weight: 400;">-PLC, o CLP é responsável por gerenciar produções. Atua através da automação de processos industriais, funcionando sob adversas condições e gerando maior qualidade e rentabilidade na produção.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como funciona?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de opções variáveis de acordo com cada fabricante há alguns pontos sobre a estrutura de um CLP que são de compreensão necessária para poder aplicá-lo. Confira:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Entradas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para receber os sinais de entrada do sistema existem dois tipos de sinais: os digitais e os analógicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao passo que as </span><b>entradas analógicas</b><span style="font-weight: 400;"> possibilitam medir a tensão e correntes dos sinais analógicos permitindo que o CLP seja sensível ao processo produtivo ideal. Da mesma forma como acontece com a variação de temperatura que vem de um termopar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as </span><b>entradas digitais</b><span style="font-weight: 400;"> apresentam apenas duas variáveis em seu funcionamento. Sendo assim, representam apenas dois estados, como em um termostato. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As entradas analógicas possuem um sinal de transmissão eletrônico padrão. Estes são os de 4 a 20 mA dc (24Vdc). Há ainda o sinal de transmissão 1 a 5 Vdc, todavia este não é o recomendado, uma vez que há enfraquecimento na transmissão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as entradas digitais possuem limitações na tensão de operação e na frequência, por isso os sinais comumente usados são o 24Vdc ou o 17Vac. São divididas em dois tipos: Tipo N ou Source e Tipo P ou <em>Sink</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São consideradas tipo N quando o CLP reconhece a capacidade </span><b>negativa </b><span style="font-weight: 400;">da fonte de alimentação na entrada, por sua vez os tipo P são caracterizadas assim quando o CLP reconhece a capacidade </span><b>positiva</b><span style="font-weight: 400;"> da fonte de alimentação na entrada. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Saídas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É na saída do CLP que se localizam os receptores de ordem. É inclusive nesse ponto que o CLP recebe as informações processadas do programa para execução lançadas pela CPU. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem como as entradas, as saídas também se segmentam em analógicas e digitais. As </span><b>saídas analógicas </b><span style="font-weight: 400;">possibilitam</span> <span style="font-weight: 400;">variação de sinais para um acionamento ou controle. Por sua vez as</span><b> saídas digitais </b><span style="font-weight: 400;">avaliam apenas dois tipos de sinais, o 0 ou o 1. </span><b> </b><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Conexões</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O funcionamento adequado de um CLP depende da ligação entre as suas entradas e saídas. Para que isso ocorra é necessário que você consulte o catálogo do fabricante do CLP que você usa, pois a tensão e/ou a forma de conexão podem variar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Onde e porque aplicar</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A instalação de um CLP exige uma análise de exigências e controles bem definidos, mas traz muitos benefícios quando aplicados nas demandas certas, tais como:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Benefícios</span></h3>
<p><b>Rentabilidade -</b><span style="font-weight: 400;"> Um CLP viabiliza a execução de vários tipos de máquinas, além da possibilidade já mencionada de aplicar ações diferentes e específicas em massa, reduzindo o custo de produção;</span></p>
<p><b>Avaliação Prévia -  </b><span style="font-weight: 400;">Os CLP’s contam com a possibilidade de teste e avaliação prévia, onde os programas podem ser testados, validados e corrigidos, poupando tempo e otimizando o processo de produção;</span></p>
<p><b>Segurança -</b><span style="font-weight: 400;">  Usar um CLP possibilita a realização de atividades que seriam impossíveis ou agressivas a humanos, por isso é uma excelente alternativa para a execução de determinadas tarefas; </span></p>
<p><b>Otimização de espaço -</b><span style="font-weight: 400;"> O ensejo</span> <span style="font-weight: 400;">da utilização de contadores, temporizadores, bobinas e sequenciadores obteve um notável aumento a partir do desenvolvimento da memória do CLP. </span><span style="font-weight: 400;">Há uma grande diversidade de ferramentas que podem ser conectados a apenas um controlador. Isso torna necessário uma grande quantidade de caixas de painel para vários sistemas.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Demandas</span></h3>
<p><b>Controle de processos industriais</b><span style="font-weight: 400;"> - Alinhar duas soluções industriais para otimizar o processo de produção, de forma <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/sistema-instrumentado-de-seguranca/">segura</a>, é perfeitamente possível e aplicável.  A</span><span style="font-weight: 400;"> medida que um CLP age através de uma automação programada, os controles de processos tem como atribuições aplicar correções. Estes agem para definir sinais de correção e mensurar o valor da variável do processo. </span></p>
<p><b>CNC -</b><span style="font-weight: 400;"> O CNC ou Comando Numérico Computadorizado. Associado ao CLP permite ao processo de controle uma maior autonomia pré-programada. Alinhar as duas automações permite que o processo de produção se dê de forma a estabelecer no CNC uma comunicação serial com um CLP. Esta conexão possibilita a supervisão por computadores que formarão sistemas de controle integrados. </span></p>
<p><b>Envases - </b><span style="font-weight: 400;">As indústrias fazem uso de um CLP no controle de envases das mais diversas formas. Essa utilização acontece seja para estrutura de equilíbrio dos materiais ou para</span> <span style="font-weight: 400;">direcionamento de qualidades e quantidades. </span><span style="font-weight: 400;">O uso de um controlador lógico programável para envases industriais é fundamental para a otimização de tempo e produção dos processos.  </span></p>
<p><b>Controle de elevação - </b><span style="font-weight: 400;">Um CLP aplicado a controles de elevação acontece principalmente quando se trata de elevação em poços de petróleo. Este controlador atua nesse momento em alguns pontos como por exemplo facilitando o registro. O registro acontece no momento da ocorrência de um evento através do seu relógio localizado no painel elétrico do poço.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Viu como o CLP é uma incrível solução?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas são as razões e vantagens da aplicabilidade de um CLP,  desde a sua origem à atualidade esta é uma das inovações tecnológicas de uso mais recorrente na indústria, como você pôde ver em nosso artigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E agora, já está pronto para aplicar esse dispositivo no seu negócio? Mais do que apresentar conteúdo, buscamos oferecer soluções. Caso reste alguma dúvida sobre o assunto é só direcioná-la ao e-mail </span><a href="mailto:mluiza.januario@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">mluiza.januario@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ficarei feliz em ajudar! Gostou do que aprendeu por aqui? Compartilhe!  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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