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	<title>Otimização de Processos &#8211; Logique Sistemas</title>
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	<description>Inteligência em Sistemas</description>
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		<title>O pair programming no desenvolvimento de software</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/pair-programming/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 14:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[O pair programming (ou programação em pares) trata-se de uma técnica ágil de desenvolvimento de software, e originada da metodologia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O p<em>air programming </em>(ou programação em pares) trata-se de uma técnica ágil de desenvolvimento de software, e originada da metodologia de programação chamada<strong><em> Extreme Programming (XP)</em></strong>. Cada vez mais projetos de desenvolvimento estão adotando técnicas de <em>XP</em> (programação extrema), técnicas como:</p>
<ul>
<li><em>Move People Around</em>: Rodízio de pessoas, onde duplas de programação são revezadas periodicamente, pensando na unificação e padronização do código;</li>
<li><em>Metaphor</em>: Usar metáforas nos projetos, a fim de facilitar a comunicação com a equipe, mudando nome de projetos, etapas, entre outras coisas;</li>
<li><em>Continuous Integration</em>: Integração Contínua, onde todos os módulos do software são integrados diversas vezes por dia com todos os testes unitários, o código não é aprovado até ter 100% de aprovação.</li>
</ul>
<p>A metodologia de Extreme Programming ainda conta com outras diversas técnicas, entre elas, é claro, o <strong><em>pair programming</em></strong>, que será o foco do nosso conteúdo de hoje. </p>
<p>Porém, antes de mais nada, é importante ressaltar que nem todas as técnicas e <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/metodologias-ageis/">metodologias ágeis</a> são necessariamente aplicáveis para o seu negócio. Por isso, entenderemos se vale a pena implementar o <em>Pair Programming</em> na sua empresa.</p>
<h2><br />O que é o pair programming?</h2>
<p>De maneira resumida, a técnica de<em> Pair Programming </em>consiste em um time de dois desenvolvedores trabalhando na mesma máquina/código. Essas duas pessoas irão trabalhar juntas no design, testes e/ou no código em si.</p>
<p>Uma maneira muito prática de imaginar como funciona o <em>pair programming</em><em>,</em> é pensar o processo de desenvolvimento como dirigir um carro por uma área desconhecida.</p>
<p>A dupla ficará revezando entre “<strong>piloto</strong>” e “<strong>navegador</strong>”. No qual o piloto será aquele à frente do teclado, digitando e fazendo a parte operacional. Bem como, a função do navegador é estar atento à progressão geral do código e notar qualquer tipo de erro que possa passar despercebido pelo piloto.</p>
<p>Dessa forma, a dinâmica gira em torno dos pares trocarem entre as funções de piloto e navegador ao longo do desenvolvimento do projeto, garantindo o dinamismo do processo. Por se tratar de uma técnica colaborativa, esse trabalho em equipe agiliza o processo de resolução de problemas que poderia ser mais difícil para apenas um programador.</p>
<p>Mas nem tudo é tão simples, essa técnica exige que haja uma boa <strong>comunicação</strong> entre a dupla, ou o processo pode ser prejudicado.</p>
<p> </p>
<h3>O tempo é fundamental</h3>
<p>Outra fonte de atenção é o tempo, considerando que usando o <em>pair programming </em>o tempo de desenvolvimento de uma tarefa aumenta. Dessa forma, com dois desenvolvedores para uma única tarefa é preciso ter um maior controle do tempo para que o aumento da qualidade não afete prazos.</p>
<p>Além disso, é preciso garantir que os seus programadores estejam confortáveis com esse processo antes de adotá-lo.</p>
<p>O processo de trabalho em equipe, divisão do espaço de trabalho e o dinamismo dessa técnica envolvem o uso de <em>soft skills</em> e <em>hard skills</em> que algumas vezes podem não estar treinadas em um colaborador. Restando a escolha de treiná-las ou optar por outras estratégias de desenvolvimento. </p>
<p> </p>
<h2>Quais as vantagens? </h2>
<p>Uma das grandes vantagens do uso dessa técnica é a liberação do uso do <em>Extreme Programming (XP) </em>nos seus projetos. </p>
<p>A programação em pares é em suma a base para o XP. Dessa maneira a técnica permite a aplicação dos demais métodos, tais como o <em>Move People Around</em>.</p>
<p>Fazer o rodízio de pessoas nas duplas aumenta a interação do time de desenvolvimento entre si, gerando o compartilhamento de conhecimento do projeto.</p>
<p>Dessa maneira, é possível “partilhar” a guarda do código, evitando que um único programador guarde para si uma parte única do projeto. Além disso, permite que todos os membros do time estejam “na mesma página” no projeto. </p>
<p>Porém, a técnica ainda pode ser utilizada sem necessariamente utilizar a metodologia XP. O uso da técnica por si só é benéfica e trazendo impactos como: </p>
<ul>
<li><strong>Conhecimento somado: </strong>Novos desenvolvedores podem coletar experiência com sêniores, e aqueles que estão a mais tempo no projeto. Da mesma forma, os desenvolvedores mais antigos se atualizam com o conhecimento trazido pelos juniores.</li>
<li><strong>Maior colaboração da equipe:</strong> Com as constantes interações do time e eventuais rodízios, a equipe se torna mais unida e fica mais a par do que cada um está fazendo.</li>
<li><strong>Menos erros no código: </strong>Com uma pessoa focada apenas em monitorar o código do “piloto” o número de erros por falta de atenção podem diminuir, aumentando a qualidade do código.</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>Desafios do p<em>air programming</em></h2>
<p>Uma metodologia diferente traz consigo precauções que também não são comuns, e aqui esclareceremos algumas delas. Primeiramente, começaremos pela principal preocupação entre as pessoas que estão avaliando adotar essa técnica, a eficiência.</p>
<p>De fato, a preocupação com a eficiência é algo natural de se associar, uma vez que estou usando o dobro de colaboradores para desempenhar um trabalho que seria desempenhando por apenas um normalmente. </p>
<p>Porém, segundo a <a href="https://raygun.com/blog/how-good-is-pair-programming-really/">pesquisa</a> da Raygun a queda de eficiência não é de 50%, mas de 15%. Entretanto, apesar da queda ser menor, ainda é uma queda, sendo preciso pesar os benefícios e desafios antes de aplicar no seu negócio. </p>
<p>Além disso, podemos citar alguns outros desafios pontuais como:</p>
<ul>
<li><strong>Engajamento:</strong> É preciso garantir que ambos os desenvolvedores estejam engajados no projeto da mesma maneira, ou então pode ocorrer uma disparidade entre a dedicação na dupla, gerando conflitos.</li>
<li><strong>Gerenciamento de tempo: </strong>Uma vez que a prática se baseia na divisão igualitária de tempo entre a dupla, alguns problemas podem aparecer. Tais como: faltas, férias, atividades extras, trabalhos paralelos, entre outros. Todos devem estar mapeados e planejados. </li>
<li><strong>Individualidades: </strong>Algumas pessoas do time podem achar ruim a perda da “exclusividade” do conhecimento do código e do projeto, se sentindo vulneráveis. Assim, é importante conscientizá-las da segurança do seu trabalho e da importância de compartilhar o conhecimento.</li>
</ul>
<p> </p>
<h2>O p<em>air programming</em> é a solução?</h2>
<p>Depende. Entendo que essa não seja a resposta que você gostaria de ouvir, mas é preciso conhecer bem o seu negócio, sua equipe e suas condições antes de adotar posturas mais arrojadas.</p>
<p>Se aplicado da maneira certa, atento a todos os cuidados que citamos, o p<em>air programming</em> torna o desenvolvimento uma tarefa menos mecânica e mais ágil.</p>
<p>Porém, caso ela não esteja associada a algumas práticas da XP, ou ao acompanhamento dos gestores e RH, existe uma chance dessa aplicação se tornar um fracasso. </p>
<p>Por isso, da mesma forma que na aplicação de qualquer estratégia na sua empresa, é preciso muito planejamento prévio.</p>
<p>Ainda assim, existe mais de um tipo de estrutura para a técnica, sendo a mais comum a navegador/piloto. Além dela, temos:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2037" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2-1024x576.png" alt="Tipos de Pair Programming" width="1024" height="576" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2-1024x576.png 1024w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2-300x169.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2-768x432.png 768w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2-1536x864.png 1536w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagens-para-o-blog-da-Logique-Sistemas-2.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de práticas como o </span><strong><i>code review</i></strong><span style="font-weight: 400;">, uma versão mais “</span><i><span style="font-weight: 400;">light</span></i><span style="font-weight: 400;">” do p</span><i><span style="font-weight: 400;">air programming</span></i><span style="font-weight: 400;">. Aqui, um desenvolvedor irá analisar rapidamente o código de outro ao fim de uma tarefa, buscando minimizar erros e melhorar a qualidade.</span></p>
<p> </p>
<h2>Quando usar o<em> pair programming</em>?</h2>
<p>Como falamos no tópico anterior, é importante ressaltar que <strong>nem todas as tarefas irão se beneficiar do <em>pair programming</em></strong>. </p>
<p>Projetos muito simples, tarefas com soluções já otimizadas ou que sejam mais mecânicas que criativas, acabam se tornando maçantes. Utilizar o <em>pair programming</em> nesses casos acaba por ser um desperdício de carga de trabalho.</p>
<p>Porém, em casos opostos, como projetos que possuem atividades complexas ou de difícil modelagem podem aproveitar bem a proposta dessa técnica. Além disso, caso o intuito seja usar a experiência de uma pessoa para refinar a de outra, o <em>pair programming</em> irá brilhar.</p>
<p> </p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o uso do p</span><i><span style="font-weight: 400;">air programming</span></i><span style="font-weight: 400;"> é algo que deve ser testado antes de ser aplicado deliberadamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não são todos os negócios que irão se beneficiar dessa técnica, lembre-se: </span><b>ela não é uma estratégia obrigatória, e não precisa ser aplicado a todas as tarefas da organização</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante que os desenvolvedores, em especial os juniores, também tenham espaço para programar sozinhos. Assim, resolvendo os problemas por si e não dependendo sempre do seu par. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso tenha ficado com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco pelo telefone ou pelo site. Sugestões também são bem-vindas sempre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que o conteúdo tenha agregado bastante ao seu conhecimento, até o próximo!</span></p>
<h6><span style="font-weight: 400;">Ilustrações: https://storyset.com/web Web illustrations by Storyset</span></h6>
<p> </p>


]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ERP: Tudo que você precisa saber para trabalhar com um Sistema Integrado de Gestão Empresarial.</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/erp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 11:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[No mundo corporativo em que todas as empresas se encontram, competitividade e agilidade são as palavras de ordem. Por isso,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mundo corporativo em que todas as empresas se encontram, competitividade e agilidade são as palavras de ordem.</p>
<p>Por isso, é cada vez  mais comum o investimento em ferramentas para dinamizar e otimizar a coleta e gestão de dados.</p>
<p>Dessa forma, hoje falaremos um pouco sobre um dos meios para gerenciar os recursos da sua empresa e fazer com que as tomadas  de decisão se tornem mais orgânicas e assertivas. Vamos lá?</p>
<p> </p>
<h2>O que é ERP?</h2>
<p>O ERP (<em>Enterprise Resource Planning </em>ou Planejamento dos Recursos da Empresa) é um sistema de gestão empresarial integrado.</p>
<p>Assim sendo, ele é uma solução tecnológica que objetiva a administração da empresa através da integração de dados das mais diversas áreas. Como por exemplo os setores de vendas, <em>marketing</em>, estoque, financeiro, contabilidade, entre outros.</p>
<p>Uma <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/77-dos-lojistas-acreditam-que-um-erp-e-muito-importante-diz-pesquisa/">pesquisa</a> realizada em 2017, pela <em>Onclick</em> em parceria com a <em>E-commerce</em> Brasil, relatou que 77% das empresas que investiram em um ERP estão “satisfeitas” ou “muito satisfeitas”.</p>
<p>Também não foram registradas respostas “médio” e “insatisfeitas”.</p>
<p>Além disso, para 44% das empresas os investimentos no melhoramento otimização do ERP tornaram-se fundamentais para expansão dos negócios.</p>
<p>Dessa maneira, observa-se que contar com planilhas e cadernetas já é considerado ultrapassado para maior parte do mercado.</p>
<p>Sendo necessário contar com melhores ferramentas para acelerar seu negócio. Mas de que forma?</p>
<h2>Estratégia baseada em dados</h2>
<p>Um dos papéis mais importantes enquanto gestor de qualquer empreendimento é a tomada de decisões.</p>
<p>Como ter certeza que uma decisão tomada não irá acarretar em algo negativo?</p>
<p>Como saber onde atacar e qual o problema raiz das questões que seguram o crescimento da minha empresa?</p>
<p>A resposta é simples: <strong>captação e utilização de dados</strong>.</p>
<p>Um ERP tem como um dos seus objetivos mostrar para o operador de forma  clara como cada área da empresa está através de um <em>software </em>que ilustra, organiza e interliga as informações de maneira coesa e intuitiva.</p>
<p>Assim, transformando dados que antes se apresentariam em forma de pilhas de documentos, em infográficos interativos, tabelas operacionais e relatórios simples de fácil compreensão.</p>
<p>Os principais setores em que um ERP pode atuar são: O faturamento, o Financeiro, o de Compras, o Estoque, o de RH, o Fiscal, o Gerenciamento de Projetos e a Produção.</p>
<p>Porém, uma das características da ferramenta é sua adaptabilidade, podendo ser adequado para os mais diversos fins.</p>
<p>Isso significa que um ERP pode ser completamente personalizado para o tipo de problema que você está enfrentando ou para o seu tipo de produção.</p>
<p>Além disso, pode ser melhorado e expandido à medida que novas funções para o sistema chegam ao mercado.</p>
<p> </p>
<h2>O que posso esperar ao aplicar um sistema ERP no meu negócio?</h2>
<p>Se chegou até aqui, você deve estar curioso sobre como um desses sistemas pode atuar efetivamente dentro da sua empresa, certo?</p>
<p>Abaixo estão alguns tópicos sobre as áreas e as vantagens de se ter um ERP atuando nelas.</p>
<p> </p>
<h3>Controle e padronização do processo</h3>
<p>Um ERP pode padronizar e automatizar processos dependendo de como seja configurado.</p>
<p>Por exemplo, o ERP pode agir dessa forma em processos como envio de relatórios, emissão de notas fiscais, processos de atendimento ao cliente, entre outros. Otimizando assim o tempo da sua equipe e agilizando processos antes manuais.</p>
<p> </p>
<h3>Acompanhamento do negócio</h3>
<p>Através da análise simplificada e dinâmica das áreas da empresa, se torna fácil identificar setores e  pontos da organização que podem estar apresentando problemas.</p>
<p>Sendo mais simples mapear e atuar antes que gerem cenários piores que possam impactar a longo prazo seu investimento.</p>
<p> </p>
<h3>Acompanhamento do estoque</h3>
<p>Os mercados atuais estão cada vez mais preocupados com o movimento sustentável.</p>
<p>Tanto pelo bom relacionamento com seus clientes, quanto pelo impacto positivo no caixa da empresa.</p>
<p>Dessa forma com um ERP é possível acompanhar de maneira real e orgânica os fluxos de entradas e saídas de produtos, bem como otimizá-lo para evitar desperdícios.</p>
<p> </p>
<h3>Aumento da produtividade</h3>
<p>Com a organização da produção e o mapeamento otimizado dos seus processos, um sistema ERP pode aumentar o nível e a quantidade da sua produção.</p>
<p>O número de erros humanos na produção é diminuído tendo impacto no faturamento final. Além disso, pode também reduzir o contingente operacional necessário para uma determinada tarefa.</p>
<p> </p>
<h3>Segurança e manutenção</h3>
<p>Os dados trabalhados pelo software podem ser  devidamente criptografados, ou seja, sua empresa estará segura diante de ataques, ou vazamentos de informação.</p>
<p>Além disso, todos os dados relevantes do seu negócio estarão preservados de forma permanente para serem acessados a qualquer momento.</p>
<p>Não dependendo mais de pastas ou papéis que possam ser danificados, perdidos ou mesmo adulterados.</p>
<p> </p>
<h2>O meu negócio precisa de um ERP?</h2>
<p>Diferentes tipos de negócios podem possuir diferentes tipos de desafios.</p>
<p>Por isso, vamos analisar alguns fatores que podem indicar a carência de um Sistema Integrado para impulsionar o seu crescimento.</p>
<p>Geralmente a necessidade de um ERP está associada a falta de padronização ou a processos não otimizados.</p>
<p>Dessa forma, se você perde tempo da equipe em tarefas que poderiam ser automatizadas, tem dificuldade em tomar decisões por falta de acesso a dados concretos da empresa.</p>
<p>Além disso, possui diversos tipos de aquisições e recursos investidos ao longo do tempo, porém nenhum deles se comunicam uns com os outros ou há perda de muito tempo tentando identificar     </p>
<p>déficits na sua empresa para poder atuar na causa específica, o ERP pode ser a solução que você precisa para resolver os desafios do crescimento.</p>
<p>De toda forma, o ERP também está associado a empresas que anseiam por alcançar novos mercados.</p>
<p>Se você deseja expandir sua produção, aumentar sua produtividade, reduzir seus gastos ou mesmo se preparar para as tendências de mercado que cada vez mais exigem uma administração de recursos otimizada, eficiente e embasada em dados, investir em um ERP pode ser sua solução.</p>
<p> </p>
<h2>Gostou do conteúdo?</h2>
<p>Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido proveitoso e que você tenha absorvido e aprendido mais sobre essa ferramenta tão importante e essencial para o crescimento saudável do seu negócio.</p>
<p> </p>
<h2>Como podemos ajudar?</h2>
<p>A Logique Sistemas conta com uma equipe especializada em desenvolvimento de softwares para indústria.</p>
<p>Nos conte o que a sua indústria precisa e encontraremos a melhor solução!</p>
<p>Quaisquer dúvidas, sugestões, experiências ou feedbacks pode entrar em contato conosco! Basta clicar <a href="https://logiquesistemas.com.br/contato/">aqui</a> e nossa equipe estará a postos para ajudar!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análise de Risco: 4 Ferramentas Fundamentais para seu Negócio</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/analise-de-riscos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise e Gerenciamento de Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência operacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os gestores, geralmente, usam as ferramentas de gestão e análise de riscos, para realizar uma análise mais sistemática dos pontos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os gestores, geralmente, usam as ferramentas de gestão e análise de riscos, para realizar uma análise mais sistemática dos pontos de atenção do seu negócio.</p>



<p>Assim, o intuito de utilizar essas ferramentas é obter material para tomadas de decisões. Principalmente aquelas que são difíceis e importantes dentro dos processos.</p>



<p>Você deve estar pensando que fazer esse tipo de análise parece ser simples.</p>



<p>Porém, efetuar o gerenciamento de riscos exige muito conhecimento de métodos e processos, bem como grande atenção na hora de utilizar elas.</p>



<p>Por isso, é preciso cautela na hora de executar uma análise de riscos. Um descuido pode gerar consequências indesejáveis para sua empresa.</p>



<p>É importante ter em mente que em alguns casos será necessário mais do que uma <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/analise-e-gerenciamento-de-risco/">ferramenta de análise</a>.</p>



<p>Isso porque existem processos mais complexos e que precisam de uma maior atenção e cuidado.</p>



<p>Portanto, nesse blog, nós trouxemos quatro métodos que podem te ajudar! Fique atento na hora de realizar a análise de riscos.</p>



<p>Lembre-se que existem outros métodos. Mas listamos aqui os mais comuns para que você possa sentir como essas ferramentas podem impactar seu negócio.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a><strong><span class="has-inline-color has-black-color">FMEA – Análise dos modos de falhas e efeitos</span></strong></a><br>                                                                                                     </h3>



<p>Essa ferramenta tem o objetivo de identificar e analisar as possíveis falhas em um processo. Além do mais, A FMEA atua na priorização das correções. Dessa maneira elencando por ondem de prioridade cada falha. Otimizando a tomada de decisões.</p>



<p>Além disso, as possíveis consequências de cada falha também são levadas em consideração.</p>



<p>Permitindo assim que a gestão tenha uma análise mais detalhada dos impactos que podem ser provocados pela falta de medidas preventivas.</p>



<p>Portanto, a <a href="https://www.siteware.com.br/qualidade/o-que-e-fmea/">FEMA</a> é um banco de informações da empresa. Visto que permite o acesso a todas as falhas que já foram consideradas e as suas respectivas ações tomadas.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>APR- Análise preliminar de risco</strong></h3>



<p></p>



<p>Essa é uma ferramenta fundamentada em um estudo realizado de modo detalhado e prévio à aplicação do processo.</p>



<p>Assim, sua finalidade é identificar os riscos que se corre durante a realização de um dado trabalho.</p>



<p>Por meio da APR é possível identificar e reparar problemas previamente. Deixando assim o ambiente mais seguro para os colaboradores.</p>



<p>Dessa maneira, para fazer uma APR, é preciso seguir os seguintes passos:</p>



<ul><li>Reconhecer os riscos do trabalho;</li><li>Listar os fatores de cada um dos riscos;</li><li>Fazer a identificação do que está sujeito a esses riscos;</li><li>Presumir as possíveis consequências geradas pelos riscos;</li><li>Realizar uma análise quantitativa;</li><li>Realizar medidas de controle e prevenção aos riscos.</li></ul>



<p>Por isso, é relevante que aos colaboradores envolvidos em cada atividade participem da análise preliminar de riscos. Pois, isso irá ajudar na coleta de informações importantes a respeito do trabalho.<br></p>



<h3> </h3>
<h3><strong>Checklist</strong></h3>
<p> </p>
<p>O checklist foi usado inicialmente na indústria para a checagem das especificações de um produto.</p>
<p>Por ser simples de usar, hoje essa ferramenta também é utilizada em diversas áreas. Entre elas a análise de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Dessa forma, para executar um checklist basta listar os pontos que se deseja conferir ou aplicar.</p>
<p>Os tópicos a serem checados ainda podem estar ligados de acordo com algum critério pré-definido, como duração da atividade, ordem de acontecimento e grau de importância.</p>
<p>Também é aconselhável que os tópicos estejam escritos em frases curtas, objetivas e de fácil entendimento.</p>
<p> </p>
<h3><strong>What If</strong></h3>
<p> </p>
<p>Traduzindo para o português, What if significa “e se”. E a ferramenta consiste exatamente em aplicar o “e se...” como pergunta à diversas situações do processo.</p>
<p>É preciso reunir uma equipe que conheça bem o processo que será avaliado. Bem como, que tenham em mãos documentos que ajudem a entender o mesmo.</p>
<p>Depois de reunida a equipe deve levantar várias situações usando o “e se...?”. E as respostas devem constatar causas e consequências daquele cenário, além de uma solução.</p>
<p>Após a aplicação dessas perguntas, é elaborado um relatório mostrando todos os riscos que foram explanados e sua possíveis soluções.</p>
<p>Isso ajuda a manter os processos mais claros e mais seguros.</p>
<p> </p>
<h3><strong>Prevenir riscos salva vidas!</strong></h3>
<p> </p>
<p>As ferramentas de análise de riscos são meios preventivos. Elas te ajudam a sempre estar um passo a frente dos problemas que possam vir a surgir.</p>
<p>Lembre-se que elas precisam ser utilizadas com cuidado e de forma correta para trazer os resultados almejados.</p>
<p>Busque sempre deixar sua equipe capacitada e sempre a par de com manusear cada ferramenta.</p>
<p>Aqui nesse blog trouxemos dicas de algumas que possam ser úteis. Busque estudar mais a fundo cada uma, para descobrir qual a melhor para suas demandas.</p>
<p>Prevenir riscos pode salvar vidas, além de trazer diversos benefícios a longo prazo.</p>
<p>Espero que tenha gostado do conteúdo.</p>
<p>E caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco, ficaremos felizes em ajudar.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OPC A&#038;E: Entenda porque você deveria saber mais a respeito</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-ae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 15:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alarme]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de gerenciamento de alarmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Visando a integração entre diversos dispositivos em uma indústria de forma segura, foi criado em 1995 o protocolo OPC (Ole...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Visando a integração entre diversos dispositivos em uma indústria de forma segura, foi criado em 1995 o protocolo </span><a href="https://opcfoundation.org/"><span style="font-weight: 400;">OPC (Ole for Process Control)</span></a><span style="font-weight: 400;">. Mais tarde, em 1999, uma especificação direcionada a disciplinar a comunicação de dados de alarmes e eventos foi lançada, o OPC A&amp;E ou simplesmente OPC AE.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como já falamos em nosso artigo sobre </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-ua/"><span style="font-weight: 400;">OPC UA</span></a><span style="font-weight: 400;">, o padrão OPC foi desenvolvido pela</span><span style="font-weight: 400;"> OPC Foundation e consiste basicamente em um protocolo que permite a conectividade entre diversos dispositivos em um chão de fábrica, independente do fornecedor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do <b>OPC A&amp;E (Alarm and events) </b>que iremos tratar neste artigo, vale a pena destacar que em conjunto com outras duas outras especificações formam o conjunto que ficou conhecido como OPC Classic,  são eles:  <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-da/">OPC DA (Data Access)</a> e <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/opc-hda/">OPC HDA (Historical Data Access)</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui você irá entender pontos importantes sobre OPC A&amp;E, como:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O que é OPC A&amp;E?</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Funcionamento do OPC A&amp;E;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tipos de eventos e informações contidas no OPC A&amp;E;</span></li>
</ol>
<p><b>Continue lendo</b><span style="font-weight: 400;"> e aprenda mais sobre o protocolo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que são alarmes e eventos?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de irmos direto ao tema, vamos retomar importantes definições: Você sabe o que são </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/alarme-industrial/"><span style="font-weight: 400;">alarmes e eventos</span></a><span style="font-weight: 400;">?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a norma da </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ANSI/ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;">, um </span><b>alarme</b><span style="font-weight: 400;"> é </span><b>qualquer meio auditivo ou visual que indique uma condição inesperada no processo, equipamento, sistema ou instrumento que exige uma ação corretiva em um tempo restrito</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já um</span><b> evento</b><span style="font-weight: 400;">, ainda de acordo com a mesma norma, é uma </span><b>mudança nas condições da planta, de um equipamento ou de uma variável.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perceba que, ao contrário do alarme, o evento não necessita de uma ação corretiva. Sua finalidade é apenas de indicar a ocorrência de alguma mudança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso queira ainda se aprofundar no tema, confira nosso post sobre </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/alarme-industrial/"><span style="font-weight: 400;">alarmes industriais</span></a><span style="font-weight: 400;"> e se aprofunde no tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que já vimos conceitos importantes, vamos voltar para o assunto principal: OPC AE.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é OPC AE?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado em 1999, o protocolo OPC AE (ou OPC A&amp;E) permite a recepção, rastreio e reconhecimento de alarmes e eventos em uma indústria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale salientar que o OPC A&amp;E não possui a capacidade de gerar nenhum alarme ou evento no chão de fábrica. Sua finalidade se sustenta na aquisição de dados dos equipamentos conectados ao servidor e que tiveram seus alarmes e eventos previamente configurados.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Funcionamento do OPC AE</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os alarmes e eventos ocorrem de forma aleatória, ou seja, não podemos prevê-los. Dado esta característica, não seria eficiente ter um protocolo onde o cliente necessita realizar requisições para a leitura do estado de um determinado alarme ou evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o alarme/evento possui uma série de informações que só fazem sentido em conjunto, como por exemplo o instante que ocorreu, sua prioridade, mensagem descritiva, dentre outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, o OPC AE foi projetado para lidar com essas características. Por isso, o protocolo utiliza uma comunicação assíncrona, baseada em <em>callback</em>. Ou seja, o cliente realiza uma assinatura para receber notificações quando qualquer alarme e evento ocorrer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adicionalmente, o protocolo permite configurar filtros para que o cliente posse especificar um subconjunto dos eventos de interesse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira agora o fluxo do dado e os tipos de eventos mais detalhadamente.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fluxo de comunicação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente é importante destacar que o OPC AE é um protocolo baseado na arquitetura cliente/servidor que utiliza como base a tecnologia <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/dcom/">COM/DCOM</a> da Microsoft. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O COM/DCOM é uma das primeiras implementações para o que ficou conhecido como “chamada remota de procedimentos” (RPC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a comunicação, nesse caso, ocorre pela chamada de procedimentos que estão em outros processos e até sistemas operacionais distintos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o OPC AE nada mais é do que uma padronização das funções dos objetos COM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma melhor compreensão, observe a seguinte figura onde resumimos a sequência de funções a serem chamadas para  o início da assinatura para o cliente receber notificações de alarmes e eventos.</span></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-847 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-1-2.png" alt="" width="486" height="382" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-1-2.png 911w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-1-2-300x236.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-1-2-768x604.png 768w" sizes="(max-width: 486px) 100vw, 486px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, por ser uma arquitetura de cliente/servidor, o cliente que tem o papel de iniciar a comunicação e para isso chama o procedimento </span><i><span style="font-weight: 400;">connect</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, o cliente solicita a criação de uma assinatura, através do procedimento </span><i><span style="font-weight: 400;">CreateEventSubscription</span></i><span style="font-weight: 400;">, para permitir ser notificado sempre que eventos ocorrerem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, invertendo a responsabilidade da comunicação em um mecanismo conhecido como </span><i><span style="font-weight: 400;">callback</span></i><span style="font-weight: 400;">. Após esta chamada, o cliente passa a ser notificado sempre que alarmes e eventos ocorrerem no servidor. A comunicação pode ser encerrada pelo cliente a qualquer momento através do procedimento disconnect que tem a função de liberar os recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certamente existem várias outras opções durante esse processo simplificado. Diante destas opções é importante destacar o papel dos filtros.</span></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-848 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-2-1.png" alt="" width="487" height="383" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-2-1.png 911w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-2-1-300x236.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/opc-2-1-768x604.png 768w" sizes="(max-width: 487px) 100vw, 487px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os filtros permitem que o cliente selecione o grupo de eventos que está interessado. Neste momento, é possível escolher uma categoria, uma área do processo ou até mesmo uma faixa de prioridades. Para criar um filtro o cliente deverá chamar o procedimento </span><i><span style="font-weight: 400;">setFilter</span></i><span style="font-weight: 400;"> após a criação da assinatura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tipos de eventos e informações </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o protocolo OPC AE, os eventos são divididos em três categorias: simples (<em>Simple</em>), de rastreamento (<em>Tracking</em>) e de condição (<em>Condition</em>), este último é o que conhecemos como ‘alarmes’.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada categoria, possui um conjunto específico de informações que são fornecidas e padronizadas pelo  OPC AE. </span><span style="font-weight: 400;">Listamos abaixo as principais informações que estão contidas de acordo com sua categoria.</span></p>
<h3><b>Eventos simples</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Eventos simples consistem basicamente em mensagens informativas que não necessitam de ação corretiva do operador. Exemplo disso são as mensagens do sistema, como inicialização ou desligamento de um equipamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Informações contidas nos eventos simples:</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Source </b><span style="font-weight: 400;">- referência ao objeto que gerou o evento, gerando sua identificação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Time </b><span style="font-weight: 400;">- informa quando o evento ocorreu;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Type </b><span style="font-weight: 400;">- tipo do evento ocorrido, podendo ser simples, rastreamento ou condição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Event Category</b><span style="font-weight: 400;"> - agrupamento de eventos semelhantes de acordo com uma determinada característica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Severity </b><span style="font-weight: 400;">- Severidade do evento. Possui como métrica uma escala de 1 a 1000, onde 1 é a menor severidade, como simples informações, e 1000 a maior severidade, como eventos de natureza catastrófica geradoras de grandes perdas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Message <span style="font-weight: 400;">-</span> <span style="font-weight: 400;">mensagem que descreve o evento;</span></b></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3><b>Evento de rastreamento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Eventos de rastreamento são semelhantes aos simples, porém indicam que alguma ação específica foi executada por algum ator.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como nos eventos simples, os eventos de rastreamento são informativos e não necessitam de alguma ação específica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de apresentar as mesmas informações dos eventos simples, os eventos de rastreamento ainda contém o seguinte dado:</span></p>
<ul>
<li><b>ActorID <span style="font-weight: 400;">- identifica o usuário que iniciou a ação resultante do evento, podendo se tratar tanto de um operador quanto de uma aplicação;</span></b></li>
</ul>
<h3><b>Evento de condição (Alarmes)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Eventos de condição  dizem respeito à detecção de condições que requerem algum tipo de resposta ou reconhecimento do evento pelo operador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, essas condições possuem alguma informação de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">estado do alarme</span></a><span style="font-weight: 400;"> associada (ACK - Reconhecido, UNACK - Não Reconhecido, RTN - Retorno ao Normal). Um novo evento de condição é gerado sempre que houver qualquer alteração nesse estado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de apresentar as mesmas informações dos eventos simples, os eventos de condição ainda contém os seguintes dados:</span></p>
<ul>
<li><b>ConditionName <span style="font-weight: 400;">- o nome atribuído à condição. Ex: Limite;</span></b></li>
<li><b>SubConditionName <span style="font-weight: 400;">- o nome atribuído à sub-condição. Ex: HIHI/LOLO/LOW.HIGH;</span></b></li>
<li><b>Change Mask</b><span style="font-weight: 400;"> - indica quais propriedades da condição foram alteradas;</span></li>
<li><b>NewState <span style="font-weight: 400;">- indica o novo estado da condição;</span></b></li>
<li><b>Quality <span style="font-weight: 400;">- </span><span style="font-weight: 400;">qualidade e confiabilidade do dado que foi transmitido pelo evento, podendo ser </span><i><span style="font-weight: 400;">good, bad, uncertain ou unknown</span></i><span style="font-weight: 400;">;</span></b></li>
<li><strong>AckRequired</strong> <span style="font-weight: 400;">- indica se uma confirmação (reconhecimento) é necessária ou não;</span></li>
<li><strong>ActiveTime</strong><span style="font-weight: 400;"> - o instante de tempo que ocorreu a ativação do alarme</span><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li><strong>Cookie</strong> <span style="font-weight: 400;">- Identificador únido definido pelo servidor associado à notificação de eventos;</span></li>
<li><strong>ActorID</strong> <span style="font-weight: 400;">- colaborador responsável por reconhecer o evento.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Estados dos alarmes</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos, os eventos de condição (alarmes) geram notificações ao cliente sempre que há qualquer transição em seu estado.  </span><span style="font-weight: 400;">Logo, o cliente precisa interpretar o estado adequadamente para o correto entendimento da mensagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, o OPC AE padroniza todos os estados e transições possíveis em um diagrama de estado detalhado na especificação.  </span><span style="font-weight: 400;">A figura abaixo apresenta uma simplificação destes estados e suas transições.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-849 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/estados01.png" alt="" width="629" height="411" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/estados01.png 950w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/estados01-300x196.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/estados01-768x502.png 768w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Filtros de eventos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguma vezes o cliente pode estar interessado em apenas um subconjunto específico de eventos. Para isso, como já mencionamos, existem os filtros onde o cliente pode informar qual conjunto de eventos está interessado. </span></p>
<p>Sendo assim, o OPC A&amp;E, disponibiliza os seguintes atributos como passíveis de filtros, são eles:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Type of event </b><span style="font-weight: 400;">- o tipo de evento que se deseja observar, podendo ser simples, de rastreamento ou de condição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Event categories</b><span style="font-weight: 400;"> - combinação de categorias, agrupando eventos semelhantes em determinada característica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Lowest severity</b><span style="font-weight: 400;"> - permite a seleção dos eventos com níveis de severidade acima de um determinado valor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Highest severity</b><span style="font-weight: 400;"> - permite a seleção dos eventos com níveis deseveridade abaixo de um determinado valor.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Através desses filtros o processo de análise dos alarmes e eventos torna-se mais simples, visto a obtenção apenas dos que são de interesse imediato.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Considerações finais</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse artigo pudemos compreender melhor o conceito de OPC AE e seu funcionamento, tratando de pontos importantes como sua arquitetura e o fluxo de informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, ficou tudo claro? Esperamos que esse artigo tenha te proporcionado um melhor entendimento acerca do OPC AE, bem como uma reflexão sobre o tema dentro do contexto da sua indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda restou alguma dúvida? Fique a vontade para entrar em contato comigo através do </span><a href="mailto:paula.andrade@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">debora.silva@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">, ficarei feliz em te ajudar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, caso tenha lembrado de alguém que se interessa pelo tema, compartilhe este post em suas redes sociais e dissemine conhecimento!</span></p>
<p><a href="http://logiquesistemas.rds.land/glossario-de-gerenciamento-de-alarmes" class="broken_link"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1134 " src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Glossário-de-GA.jpg" alt="Glossário de gerenciamento de alarmes - OPC AE" width="597" height="336" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Glossário-de-GA.jpg 560w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Glossário-de-GA-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 597px) 100vw, 597px" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Descubra como um painel de indicadores revolucionou o monitoramento de alarmes da Petrobras</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/case-painel-de-indicadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 18:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Automação Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[BR-AlarmExpert]]></category>
		<category><![CDATA[Cases de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência operacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Software de Gerenciamento de Alarmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Através deste case de sucesso, vamos mostrar como a Petrobras revolucionou sua prática de monitoramento de alarmes. A empresa aboliu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Através deste case de sucesso, vamos mostrar como a Petrobras revolucionou sua prática de monitoramento de alarmes. A empresa aboliu a prática manual de relatórios mensais, para um acompanhamento diário simples, intuitivo e automatizado.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">A Petrobras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://www.petrobras.com.br/pt/quem-somos/perfil/"><b>Petrobras</b></a><span style="font-weight: 400;"> é a estatal brasileira classificada como</span><span style="font-weight: 400;"> uma sociedade anônima de capital aberto, que atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Está presente nos segmentos de exploração e produção, refino, comercialização, transporte, petroquímica e distribuição de derivados. Além disso, atua da mesma maneira com gás natural, energia elétrica, gás-química e biocombustíveis.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O Desafio</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Petrobras precisava aumentar a eficiência do </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/sistema-de-gerenciamento-de-alarmes/"><b>monitoramento de alarmes</b></a><span style="font-weight: 400;"> através de um acompanhamento simples, intuitivo e automatizado. Para contextualizar melhor, vamos entender qual era o cenário antes da implementação do painel de indicadores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existia uma dificuldade entre os gestores da Petrobras para saber como estavam os principais indicadores de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"><b>gerenciamento de alarmes</b></a><span style="font-weight: 400;"> das áreas industriais das suas unidades operacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal problema eram os relatórios de gestão de alarmes das unidades saírem apenas ao final do mês, em um período de 30 dias. Dessa forma, era impossível ter um acompanhamento diário, o que atrasa qualquer tipo de ação corretiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro fator era a dificuldade dos gestores em acompanhar uma área industrial em específico. Esse problema ocorria porque muitos só tinham acesso aos dados gerais da unidade e não conseguiam ter acesso a saúde do sistema de alarmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada gestor de unidade era responsável por fazer o seu próprio relatório. Essa prática acabava sendo muito ineficiente, pois os relatórios eram realizados manualmente e alguns erros de análise passavam despercebidos. Existia também uma dificuldade em realizar comparações entre os indicadores das unidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, antes do painel de indicadores era possível observar as seguintes características sobre o monitoramento de alarmes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Lento: O relatório de gestão era entregue em períodos de 30 dias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Superficial: Existia uma dificuldade de acompanhar a saúde de áreas específicas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Manual: Cada gestor era responsável por fazer seu próprio relatório do zero.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Baixa eficiência: Em virtude de ser realizado manualmente, alguns erros de análise passavam despercebidos.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como foi o processo de implementação do painel de indicadores?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo em vista o contexto apresentado, a Petrobras queria uma solução que pudesse dar conta dos problemas vistos anteriormente. Portanto, a intenção era de possuir um painel que apresentasse de forma simples e rápida os dados de cada unidade operacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, foi criado um painel de indicadores </span><span style="font-weight: 400;">no sistema do </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert"><b>BR-AlarmExpert</b></a><span style="font-weight: 400;">. Através do painel, uma tabela apresentava uma visão geral da Petrobras e todas as suas unidades operacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o painel foi criado possibilitando a navegação entre cada uma das unidades, para que fosse possível acompanhar os dados apenas daquela área industrial em específico. As imagens a seguir apresentam como funciona o painel e sua navegação interna.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-778" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/paine_refino.png" alt="painel de indicadores" width="1014" height="926" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/paine_refino.png 1014w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/paine_refino-300x274.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/paine_refino-768x701.png 768w" sizes="(max-width: 1014px) 100vw, 1014px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta imagem ilustrativa, é possível ter uma visão geral da Petrobras e suas unidades operacionais, apresentando como elas estão performando diante dos indicadores estabelecidos. Dessa forma, é possível fazer uma comparação global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao clicar em qualquer uma das opções na primeira coluna, é possível ter acesso aos dados específicos tanto da unidade toda, quanto das suas áreas. A figura abaixo representa a saúde de uma hipotética unidade industrial (A).</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-779" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/painel_Unidade_A-1024x491.png" alt="painel de indicadores" width="1024" height="491" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/painel_Unidade_A-1024x491.png 1024w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/painel_Unidade_A-300x144.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/painel_Unidade_A-768x368.png 768w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/painel_Unidade_A.png 1109w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta imagem, você tem uma visão mais analítica da unidade A, facilitando a identificação de possíveis problemas que poderiam estar mascarados na visão geral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na visão geral da unidade operacional, uma boa performance das outras áreas poderiam mascarar os resultados abaixo do esperado na área A. Ou seja, nesta sessão você consegue identificar exatamente o que não está conforme na unidade A.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-780" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tendencia.png" alt="painel de indicadores" width="838" height="704" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tendencia.png 838w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tendencia-300x252.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/tendencia-768x645.png 768w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, ao clicar em algum dos dados de qualquer indicador, você tem acesso ao histórico do respectivo indicador. Logo, você tem acesso ao comportamento ao longo do tempo, também facilitando a identificação de possíveis problemas e o acompanhamento da evolução do trabalho.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quais foram os resultados alcançados a partir do painel de indicadores?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antigamente a Petrobras não acompanhava com eficiência os dados de monitoramento de alarmes. Dessa forma, isso gerava um aumento do risco de más interpretações dos dados daquela unidade por parte dos gestores, implicando em tomadas de decisões imprecisas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o painel, foi possível acompanhar com mais eficiência a saúde das plantas e com maior senso de urgência quanto aos níveis de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/seguranca-em-gerenciamento-de-alarmes/"><b>segurança</b></a><span style="font-weight: 400;">. Agora se tornou possível também a análise individual das áreas operacionais, não se limitando apenas a visão geral da unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a utilização do painel possibilitou a criação de um padrão Petrobras de acompanhamento diário. Agora, todo dia o gestor responsável da unidade tem que monitorar o painel de indicadores às 7h da manhã e tomar os devidos planos de ação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, quando comparado à situação anterior, o novo painel de indicadores tornou o monitoramento de alarmes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ágil: Acompanhamento diário dos dados</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Analítico: Possível navegar entre visão geral da unidade operacional e uma área industrial específica.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Eficiente: Tornou-se possível a verificação dos dados diretamente no painel, deixando de lado os relatórios realizados pelos gestores.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Automatizado: Os relatórios dos indicadores agora são fornecidos automaticamente pelo próprio painel e podem ser monitorados a qualquer momento.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Situação atual da Petrobras</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de falarmos sobre como o painel de indicadores beneficiou a Petrobras, como está a situação atual? Vamos falar agora como o painel está sendo utilizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, a utilização do painel de indicadores se tornou um processo intrínseco da Petrobras. No processo de acompanhamento de alarmes, ele é a ferramenta utilizada atualmente e indispensável para o trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Petrobras solicita com frequência ajuda ao nosso suporte para resolver qualquer chamado ou apoio ao uso da ferramenta. Além disso, o painel está em constante melhoria, pois sempre são realizadas demandas de novas funções para serem incorporadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o painel de indicadores possibilitou seguir a risca as normas internacionais que regem a prática de gerenciamento de alarmes, como </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/eemua-191/"><b>EEMUA 191</b></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><b>ISA 18.2</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, a Petrobras passou a realizar um acompanhamento corporativo, permitindo alcançar de forma mais ágil a excelência em gerenciamento de alarmes, conforme as normas que regulamentam o setor estabelecem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Consequentemente, a otimização do processo de monitoramento dos indicadores de gerenciamento de alarmes permitiu o aumento da segurança operacional das unidades operacionais e plantas industriais.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistema de Integração Copergás &#8211; Estudo de caso: Como otimizar o tempo em suas operações</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/sistema-de-integracao-copergas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 15:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Alta performance]]></category>
		<category><![CDATA[Case]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Seguindo a lógica de que tempo é dinheiro, seria essencial para qualquer empresa conseguir otimizar o tempo, aumentar a produtividade...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Seguindo a lógica de que tempo é dinheiro, seria essencial para qualquer empresa conseguir otimizar o tempo, aumentar a produtividade e consequentemente o retorno financeiro, certo? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje vamos falar sobre um de nossos clientes que conseguiu reduzir significativamente o tempo que os operadores levavam para realizar uma tarefa essencial no contexto interno. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos falando da <a href="https://www.copergas.com.br/">Copergás</a>, que conseguiu isso graças a ajuda de um software feito sob medida. E é esse estudo de caso que iremos apresentar para você aqui.</span></p>
<h2><b>O cliente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Copergás - Companhia Pernambucana de Gás é uma empresa de economia mista criada em 1992 pela Lei Estadual 10.656/1991.  A mesma entrou em operação no ano de 1994, e é considerada uma das maiores companhias do Nordeste e a quinta no Brasil em movimentação de gás natural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente a empresa canaliza, odoriza e distribui gás natural no estado de Pernambuco. Dessa forma, atendendo aos mercados residencial, comercial, industrial, automotivo, termoelétrico, cogeração de energia e a Refinaria Abreu e Lima. </span></p>
<h2><b>O desafio</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Copergás possui um sistema próprio de gestão de clientes. Porém, ao implantar um novo sistema (GGAS) em suas operações, sentiu a necessidade de coexistência de ambos. Contudo, a integração manual dos dados presentes nos mesmos se mostrava dispendiosa e complexa, além de passível de erros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, a empresa chegou com a demanda de minimizar o impacto de implantação desse novo sistema, mantendo seus dados todos sincronizados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi solicitado então à <a href="https://logiquesistemas.com.br/">Logique</a> um software desenvolvido para ler informações de um banco de dados, salvar e realizar todas as integrações necessárias.</span></p>
<h2><b>O que foi feito?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir do que foi solicitado, a Logique Sistemas deu início ao processo de desenvolvimento do software do zero. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o sistema integrador pronto, o mesmo foi instalado na Copergás por meio de acesso remoto - usando uma conexão criptografada por meio de uma VPN.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O software foi projetado para que qualquer regra de integração seja implementada. Ou seja, permite configurar integração entre quaisquer sistemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é possível graças à chamada “definição de integração” presente no software projetado pela Logique. Essa definição se utiliza de dois parâmetros configurados - tabela de origem e coluna identificadora da tabela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem dois tipos de integração feitas por meio dessa definição no software.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Job: aqui um serviço fica sendo executado constantemente. Desse modo, ele verifica mudanças na tabela de origem (com tempo mínimo de um minuto para verificação).</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trigger: da mesma forma que o job, analisa constantemente mudanças. Porém, as insere automaticamente no sistema de registros para verificação. Consequentemente, o software cria a trigger automaticamente na tabela de origem do sistema integrado. A responsabilidade de criar registros é próprio sistema de gerenciamento de banco de dados utilizado pela Copergás (GGAS/<a href="https://www.oracle.com/br/index.html">Oracle</a>).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, com início das atividades do sistema na Copergás, o integrador já têm trazido enormes benefícios para a empresa. Isso se vê em especial à possibilidade de sincronização de informações no sistema interno com demais sistemas externos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O integrador é de uso simplificado e basicamente entra em ação sempre</span> <span style="font-weight: 400;">que é feita uma alteração em um dos cadastros. Logo que o integrador recebe essa alteração - que ocorre instantaneamente - caso perceba divergências, é possível realizar os ajustes necessários imediatamente, de forma totalmente automatizada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-770 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Login_Copergás_.png" alt="Login_Copergás_" width="479" height="459" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Login_Copergás_.png 787w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Login_Copergás_-300x288.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Login_Copergás_-768x737.png 768w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<h2><b>Feedbacks e resultados alcançados: </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema entrou em operação em Agosto de 2017 e de lá pra cá fora realizadas mais de 4.593 integrações. Dessa forma, tem ajudando a minimizar o impacto da entrada de operação do novo sistema e otimiza as operações da Copergás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, o sistema resolveu o grande problema de perda de tempo e de produtividade dos funcionários, realizando as tarefas de integração de forma automatizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou de conhecer nosso cliente e a trajetória dele conosco? Quer saber mais sobre o SGM ou gostaria de alguma outra informação? Não hesite em entrar em contato comigo pelo </span><a href="mailto:debora.silva@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">debora.silva@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">, terei o mais prazer em atendê-lo! </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Potigás &#8211; Estudo de Caso: Como aumentar a confiabilidade e agilidade nos processos</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/estudo-de-caso-potigas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 16:54:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Automação Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Case]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência operacional]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[No post de hoje iremos apresentar pra vocês um dos clientes da Logique Sistemas e como ele está obtendo resultados...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No post de hoje iremos apresentar pra vocês um dos clientes da Logique Sistemas e como ele está obtendo resultados fantásticos em seu segmento de atuação - a Potigás.</span></p>
<h2><b>O cliente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://www.potigas.com.br/">Potigás - Companhia Potiguar de Gás</a>, é uma empresa estatal responsável pela distribuição de gás natural encanado no estado do Rio Grande do Norte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A emp</span><span style="font-weight: 400;">resa foi criada pela Lei n° 6.502 de 26 de novembro de 1993 como uma sociedade de economia mista sujeita ao controle majoritário do Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que até aquele momento era papel exercido inicialmente pelo governo estadual e pela Petrobras, através da Gaspetro, passou para a Potigás. A partir disto, a empresa iniciou as operações efetivamente em 8 de março de 1995.</span></p>
<h2><b>O desafio</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Potigás chegou até à <a href="https://logiquesistemas.com.br/">Logique</a> com o desafio de ampliar sua base de clientes residenciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, percebeu-se que era necessário a modernização do processo de medição de consumo de gás destes clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até aquele momento, as medições eram realizadas através de planilhas manuais. Era (e continua sendo) feito por leituristas que se deslocam periodicamente até as instalações dos clientes para realizar a medição do consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim sendo, esse caráter manual, além de mais suscetível a erros, tornava o processo ineficiente. Por causa disso, trazia restrições ao crescimento da base de clientes residenciais da Potigás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, era bastante trabalhoso inserir os dados para a cobrança do gás fornecido. Era também impossível acompanhar a medição durante o trajeto do leiturista. Ou seja, se o mesmo fizesse a anotação dos dados incorretamente, poderia (e provavelmente iria) gerar uma cobrança incorreta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o cenário anterior a solução era de considerável falta de precisão e segurança no processo. </span></p>
<h2><b>O que foi feito?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com esse desafio imposto, a Logique Sistemas, em conjunto com a Potigás, resolveu por implantar o sistema SGM. Isso ocorreu em 2012 e o sistema vêm realizando medições desde então.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>SGM (Sistema de Gerenciamento de Medição)</strong> é um sistema <a href="https://logiquesistemas.com.br/servicos/">desenvolvido</a> pela Logique Sistemas que tem como principal função gerenciar todo processo de medição de consumo de gás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, com algumas adaptações, em especial com a adição de novos relatórios, o sistema foi implantado na Potigás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o SGM em operação, passou a ser possível unificar todas as necessidades da coleta de medições de gás dos clientes da Potigás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram instalados dois módulos do sistema, um deles é o módulo de coleta (aplicação mobile), instalado em um equipamento coletor de dados disponibilizado pela Potigás a cada leiturista. Nessa aplicação é possível colocar o volume da medição, temperatura do medidor vazão de gás. Além disso, verificar inconsistências no fornecimento, rota do leiturista cadastrada pela gerência, dentre outros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-752 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/login-1.png" alt="Tela de login" width="240" height="316" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/login-1.png 240w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/login-1-228x300.png 228w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />     <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-753 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/home-2.png" alt="Menu" width="238" height="316" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/home-2.png 238w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/home-2-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema, dentre outras funções, consegue centralizar os dados da coleta e encaminha-los para a operação em tempo real, integração com plataforma de cobrança, além de gerar diversos relatórios de medição e controle.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-754 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_vazio-1.png" alt="Medição 1" width="240" height="318" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_vazio-1.png 240w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_vazio-1-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />     <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-755 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_preenchido-1.png" alt="Medição 2" width="240" height="318" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_preenchido-1.png 240w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_preenchido-1-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />     <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-756" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_justificativa-1.png" alt="Medição 3" width="240" height="318" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_justificativa-1.png 239w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/medir_justificativa-1-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados cadastrados durante a leitura são enviados para o sistema central de controle da gerência, onde se tem acesso aos dados do leiturista em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, já é possível obter relatórios por cada rota. Além disso, esse sistema da gerência consegue armazenar todas as informações dos clientes e seus cadastros.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-757 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/lista_medir-1.png" alt="Tela de Rota" width="240" height="318" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/lista_medir-1.png 240w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/02/lista_medir-1-226x300.png 226w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje o sistema já analisa instantaneamente se a medição está dentro do padrão daquele cliente, e já mostra ao leiturista se algo está fora desse padrão.  </span></p>
<h2><b>Feedbacks e resultados alcançados</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os feedbacks recebidos pelo suporte da Logique, destacam-se os elogios recebidos pelo caráter completo do sistema. Especialmente em função da possibilidade da união do cadastro de clientes, armazenamento das medições, relatórios personalizados e a aplicação mobile voltada para os leituristas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a Potigás têm elogiado o próprio suporte em decorrência da agilidade e eficiência na resolução de questões solicitadas.</span></p>
<p>Atualmente, foram registradas pelo SGM um total de 295.173 medições na Potigás.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, todos os resultados alcançados após o início das atividades do sistema vêm permitindo significativo crescimento na base de clientes residenciais da empresa, e consequentemente em seu faturamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível concluir assim que as funcionalidades do SGM proporcionaram à Potigás um aumento considerável na confiabilidade, precisão, agilidade e eficiência de seus seus processos e no fornecimento do gás. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou de conhecer nosso cliente e a trajetória dele conosco? Quer saber mais sobre o SGM ou gostaria de alguma outra informação? Não hesite em entrar em contato comigo pelo </span><a href="mailto:debora.silva@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">debora.silva@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">, terei o mais prazer em atendê-lo!</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria 4.0: Iniciativas e evolução ao redor do mundo</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0-ao-redor-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 13:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Revolução Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias do Futuro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.logiquesistemas.com.br/?p=697</guid>

					<description><![CDATA[A visão e o conceito da Indústria 4.0 claramente se tornaram globais Nos EUA, a Indústria 4.0 está de fato...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400; font-size: 18pt;">A visão e o conceito da Indústria 4.0 claramente se tornaram globais</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos EUA, a <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/">Indústria 4.0</a> está de fato tendo um impacto muito importante nas iniciativas de fábricas inteligentes (</span><i><span style="font-weight: 400;">smart factories</span></i><span style="font-weight: 400;">), especialmente com a colaboração com o <a href="http://www.iiconsortium.org/" class="broken_link">Consórcio Industrial da Internet</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, há um número crescente de organizações e países onde a Quarta Revolução Industrial está sendo adotada a todo vapor. Exemplos incluem o Reino Unido (Indústria 4.0 e o trabalho em torno do 4IR, abreviação de <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/">4ª revolução industrial</a> pela EEF), Japão (onde existe uma colaboração com a Iniciativa de </span><i><span style="font-weight: 400;">Robot Revolution</span></i><span style="font-weight: 400;">), China (onde o esboço da Indústria 4.0 está pautada no projeto "</span><i><span style="font-weight: 400;">Made in China 2025</span></i><span style="font-weight: 400;">") e outras inúmeras iniciativas da União Europeia (UE).</span></p>
<p>Confira a seguir, de forma ilustrativa, um pouco sobre as iniciativas tomadas pelos países ao redor do mundo no que concerne o contexto da indústria 4.0.</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Iniciativas dos países ao redor do mundo:</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-698" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ind-4.0-ao-redor-do-mundo.png" alt="Indústria 4.0 ao redor do mundo" width="746" height="746" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ind-4.0-ao-redor-do-mundo.png 800w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ind-4.0-ao-redor-do-mundo-150x150.png 150w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ind-4.0-ao-redor-do-mundo-300x300.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Ind-4.0-ao-redor-do-mundo-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p><span class="s1">A realidade 4.0 não se trata apenas de fábricas com alto grau de automação. Nesse novo contexto, a chamada "indústria inteligente", com todas as suas máquinas e insumos, dialogam e trocam dados entre si ao l</span><span class="s1">ongo das operações industriais.  </span></p>
<p>Além disso, é seguindo esses aspectos e tecnologias que a Indústria 4.0 saiu da Alemanha para ganhar o mundo!</p>
<blockquote><p>“O governo alemão queria tratar de um salto de mudanças tecnológicas, de inovações que permitem<br />
alcançar um grau disruptivo de digitalização da produção industrial”,</p></blockquote>
<p>Assim afirma David Kupfer, professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador executivo adjunto do projeto Indústria 2027.</p>
<p>Desse modo, esse projeto pode ser considerado um dos primeiros e tímidos passos aqui no Brasil rumo à Indústria 4.0.</p>
<p>A iniciativa da CNI em parceria com institutos de economia da UFRJ e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), visa explorar as oportunidades e os desafios que a indústria brasileira enfrentará nos próximos dez anos.</p>
<p>Uma das vertentes do projeto é voltada para as mudanças no perfil dos trabalhadores que a nova realidade irá provocar. Fala-se aqui na integração de diversas formas de conhecimento, o que, certamente exigirá profissionais multidisciplinares. Nesse sentido, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) lançou em 2017 cinco cursos voltados à era da chamada “manufatura avançada”. Tais cursos terão foco na exploração de big data, internet das coisas, conexão entre máquinas, dentre outros.</p>
<h2>Para finalizar...</h2>
<p>Se você acha que seus amigos também irão gostar de conferir esse conteúdo, compartilhe com eles nas suas mídias sociais!</p>
<p>Caso tenha ficado alguma dúvida ou queira discutir mais sobre o assunto, pode entrar em contato comigo pelo  <a href="mailto:matheus.romano@logiquesistemas.com.br">debora.silva@logiquesistemas.com.br</a>. Ficarei super feliz em ter a oportunidade de te ajudar!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>[Infográfico] Indústria 4.0: Estratégias e Implementação</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-estrategias-e-implementacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 15:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Revolução Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria 4.0 é uma visão e uma realidade com um roteiro estratégico consideravelmente documentado para sua concretização. Comparando a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/">indústria 4.0</a> é uma visão e uma realidade com um roteiro estratégico consideravelmente documentado para sua concretização.</p>
<p>Comparando a transformação digital e o papel da Internet Industrial das Coisas nele, juntamente com as evoluções na mecânica, engenharia e manufatura, são essencialmente do que a <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/">Indústria 4.0</a> trata.</p>
<p>Assim como a transformação digital e a <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/internet-industrial-das-coisas/">Internet Industrial das Coisas</a>, a adoção do Indústria 4.0 acontece no contexto individual de uma organização.</p>
<p>Em essência, isso significa que na Indústria 4.0 há um corpo de trabalho. Dessa forma, temos modelos de referência, roteiros e <a href="https://www.i-scoop.eu/industry-4-0/">componentes bem descritos</a> antes que as implementações reais realmente aconteçam. Isso é completamente original quando se fala na quarta revolução industrial.</p>
<p>Confira agora um infográfico com algumas diretrizes para implementação da realidade da Indústria 4.0 de maneira mais descomplicada possível:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-651 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Indústria-4.0-Estratégias-e-Implementação-3.png" alt="Indústria 4.0 Estratégias e Implementação (3)" width="724" height="1811" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Indústria-4.0-Estratégias-e-Implementação-3.png 800w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Indústria-4.0-Estratégias-e-Implementação-3-120x300.png 120w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Indústria-4.0-Estratégias-e-Implementação-3-768x1920.png 768w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>Do ponto de vista dos sistemas e equipamentos, essas etapas correspondem, respectivamente, à uma visão do que está acontecendo (dados), saber por que está acontecendo (análise, conhecimento), prever o que acontecerá (com base nos padrões e capacidades desenvolvidas e da Inteligência Artificial). O passo final seria o esforço da Indústria 4.0 rumo à uma reação autônoma das máquinas.</p>
<p>O que queremos alcançar e o que deve ser avaliado hoje é onde queremos ir. Além disso, quais os links que faltam para chegar lá. Depois disso, pensar na implementação de um plano estratégico. Isso requer um roteiro claro em relação aos processos, segurança e tecnologias necessárias.</p>
<h2>Por fim...</h2>
<p>Espero que tenha curtido nosso infográfico e também tenha aprendido muito com ele!</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 dicas práticas para manter a segurança de dados na indústria 4.0</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/seguranca-de-dados-industria-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2017 14:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Revolução Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.logiquesistemas.com.br/?p=556</guid>

					<description><![CDATA[Você já teve alguma conta de e-mail ou mesmo uma rede social invadida? Em caso positivo ou negativo, você consegue...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você já teve alguma conta de e-mail ou mesmo uma rede social invadida?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso positivo ou negativo, você consegue imaginar o transtorno que isso pode representar? Em especial, dependendo do que possa ter sido feito e qual tipo de conta foi invadida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine só, dados pessoais, informações sigilosas do trabalho, fotos, vídeos, tudo isso exposto a outra pessoa! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saber que alguém descobriu e se utilizou dos seus dados é algo quase como se sentir nu! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa situação embaraçosa faz um paralelo perfeito com o tema que abordaremos aqui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tão comentada Indústria 4.0 nos deixa diante de um delicado cenário. Nele, a enorme quantidade de informações circulando nas esferas de uma indústria se encontram ainda mais vulneráveis. Isto ocorre a medida que a conexão entre os dispositivos aumenta. </span></p>
<p><b>Continue lendo</b><span style="font-weight: 400;"> esse artigo e entenda mais sobre o problema e saiba como conseguir manter a segurança da informação no contexto da Indústria 4.0.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Recapitulando a Indústria 4.0</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Umas das expressões mais comentadas e discutidas na atualidade, a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/industria-4-0/"><span style="font-weight: 400;">Indústria 4.0</span></a><span style="font-weight: 400;"> vêm dispensando apresentações. Apesar disso, não custa nada dar aquela relembrada no conceito. Afinal, conhecimento nunca é demais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O surgimento da Indústria 4.0 veio da Alemanha. Os alemães queriam elevar suas vantagens competitivas em relação à manufatura asiática. Assim, por meio da implementação de um projeto, apresentado na Feira de Hannover em 2011 surgiu o conceito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este projeto, envolveu as mais diversas esferas de interesse, tais como universidades, empresas e, em especial o próprio governo alemão, visando modernizar e aperfeiçoar ainda mais as indústrias locais. Nesse contexto, definiram uma estratégia de governo que visava aumentar a produtividade das indústrias através da inovação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chanceler da Alemanha, Angela Merkel dá uma excelente definição do conceito:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A indústria 4.0 é a transformação completa de toda a esfera da produção industrial através da fusão da tecnologia digital e da internet com a indústria convencional.”</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da disseminação do conceito mundialmente, ele ainda não é uma realidade absoluta. Infelizmente, a maior parte das indústrias brasileiras ainda vive certo atraso tecnológico, e caminha a passos lentos rumo aos avanços que a Indústria 4.0 traz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tais avanços permitem, dentre outras coisas, que tudo dentro e ao redor de uma planta operacional (fornecedores, distribuidores, unidades fabris, e até o produto) sejam conectados digitalmente, proporcionando uma cadeia de valor altamente integrada.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vamos entender a questão da segurança da informação </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em primeira instância, é preciso entender que, quando falamos em informações aqui estamos nos referindo à todo e qualquer dado ou conteúdo que tenha algum tipo de valor para alguém ou para uma organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><a href="https://www.alertasecurity.com.br/blog/117-entenda-o-que-e-seguranca-da-informacao-e-reduza-riscos-na-empresa" class="broken_link"><span style="font-weight: 400;">segurança</span></a><span style="font-weight: 400;"> da informação se refere à proteção destes mesmo dados, visando preservar os respectivos valores que estes possuem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que, na atualidade os dados digitais estão em crescimento e, assim como qualquer informação importante, convenientemente necessitam de proteção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas afinal, proteger de quê?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns dos fatores que podem afetar/prejudicar a segurança da informação são: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O próprio comportamento do usuário (quem manipula os dados);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O ambiente/infraestrutura onde os dados se encontram;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Indivíduos (conhecidos como </span><i><span style="font-weight: 400;">hackers</span></i><span style="font-weight: 400;">) que tentam roubar, destruir e/ou modificar os dados.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-573" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/10/segurança-na-industria-4.0__.png" alt="segurança de dados na industria 4.0" width="495" height="322" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao tomar providências para aumentar a segurança dos dados, a indústria aumenta a confiabilidade de seus sistemas, evitando assim vazamento de informações importantes e mantém a integridade dos seus arquivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, podemos destacar como alguns dos objetivos da segurança da informação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Proteção e prevenção contra ataques virtuais aos sistemas corporativos;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Prevenção e detecção de vulnerabilidades na área de TI da indústria;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Proteção das informações alocadas em ambientes virtuais da organização;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Implementação de políticas de uso de dados na empresa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Prevenção do acesso de pessoas não autorizadas aos dados corporativos e sigilosos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio para manter a segurança na indústria 4.0 é inserir proteção desde o início dos projetos, para garantir que não haja problemas em nenhuma etapa dos processos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Porque a segurança de dados na indústria 4.0 é algo tão relevante?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No cenário da Indústria 4.0 quanto mais conexões, maior será a </span><a href="https://imasters.com.br/noticia/relatorio-aponta-falhas-de-seguranca-na-industria-4-0/"><span style="font-weight: 400;">vulnerabilidade dos dados</span></a><span style="font-weight: 400;">. Isso se torna um problema pois, as informações aqui ganham conexão constante com a rede mundial de computadores. Ou seja, os dados vão muito além dos limites da indústria, e  de certa forma, fogem do controle da mesma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário observar a integração total de todos os setores e sistemas, além dos limites da mesma indústria. Olhando toda uma conexão mais ampla, possibilitada pela internet e serviços de cloud. Que fatalmente abrem brechas de segurança, que antes não existiam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Emilio Nakamura, pesquisador da área de </span><a href="https://www.cpqd.com.br/inovacao/seguranca-da-informacao-e-comunicacao/" class="broken_link"><span style="font-weight: 400;">Segurança da Informação e Comunicação do CPqD</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) afirma que:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">A quarta revolução industrial chega com o uso de um conjunto de tecnologias, como sensores inteligentes, robôs conectados de forma autônoma, impressoras 3D e canais de comunicação que trafegam grandes volumes de dados de vários tipos.  Tudo isso cria um ambiente de produção versátil; porém, requer a transição para novos conceitos, tecnologias e protocolos, o que naturalmente traz vários riscos, incluindo os de <strong>segurança da informação</strong></span></i><span style="font-weight: 400;">”.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema principal aqui não é apenas o roubo de informações em si, pois a ideia de cibercrime aqui é bem mais abrangente. As cadeias produtivas conectadas podem ser abaladas, principalmente, por interrupções e interferências provocadas por ataques, negações de serviço, alterações de dados, espionagem, dentre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso se deve ao fato de que, na Indústria 4.0 tais interrupções não estariam limitadas a um único componente na indústria.  Portanto, um ataque facilmente se espalharia por toda a planta e os </span><i><span style="font-weight: 400;">hackers</span></i><span style="font-weight: 400;"> poderiam ter acesso, explorar as </span><a href="https://www.alertasecurity.com.br/index.php/blog/82-a-importancia-da-analise-de-vulnerabilidade" class="broken_link"><span style="font-weight: 400;">vulnerabilidades</span></a><span style="font-weight: 400;"> dos sistemas e prejudicar toda a cadeia produtiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos ver que, processos e operações sem proteção adequada podem representar uma enorme dor de cabeça para gestores de uma indústria.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Mas afinal, como garantir a segurança de dados na indústria 4.0 ?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Co</span><span style="font-weight: 400;">nforme já vimos até aqui, a segurança na indústria 4.0 é algo que merece total atenção, em virtude de inúmero fatores. Nesse sentido, podemos entender a segurança de dados como se fosse composta por camadas (semelhante à uma cebola). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada camada representa um obstáculo a ser transpassado para se conseguir acessar o dado, que encontra-se no núcleo. Assim, é necessário um trabalho dedicado à dificultar ao máximo o acesso de quem não possui todas as permissões necessárias para chegar até às informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A preparação de um plano de cibersegurança é um procedimento complexo e que envolve várias técnicas e ferramentas específicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os chamados ‘mecanismos de segurança’ visam controlar o acesso às informações dentro da indústria, de forma física e lógica. </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controles físicos - limitam o contato direto do usuário com o dado e toda a estrutura que o envolve.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controles lógicos - </span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">trabalham pela integridade da informação para que esta não seja acessada e/ou manipulada.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos têm a responsabilidade de manter a segurança de diversos recursos. Dentre estes: código-fonte de aplicativos; arquivos de senha; base de dados; registros de usuários, além de limitar o acesso à ferramentas associadas a arquivos e programas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, com base no que foi dito até aqui podemos compilar para você alguns dos requisitos básicos (e super importantes) que devem ser observados, planejados e implementados adequadamente para garantir a segurança na indústria 4.0.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-574" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/10/dedo-humano-clicando-em-uma-tecla-amarelo-onde-está-escrito-segurança_ilustrando-a-segurança-na-industria-4.0.jpg" alt="dedo humano clicando em uma tecla amarelo onde está escrito segurança_ilustrando a segurança de dados na industria 4.0" width="683" height="288" /></p>
<h3><strong>Para manter efetivamente a segurança na indústria 4.0…</strong></h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400;">
<h4><strong>Defina adequadamente Políticas de Segurança de Informações (PSI):</strong></h4>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">As políticas de segurança de informações (PSI) é um documento onde devem estar diretrizes, normas, métodos e procedimentos de boas práticas de segurança da informação. Estas, devem ser comunicadas e seguidas por todos os funcionários, pois representam uma espécie de política interna. Assim como devem ser analisadas e revisadas quando necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criar um documento de PSI demanda muito esforço e tempo. Para isso, o desenvolvimento de tais políticas deve ocorrer com a participação de indivíduos de grandes responsabilidades em seus departamentos, liderados por uma equipe de segurança da informação especializada.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na elaboração de uma PSI, é imprescindível que seja consultada a </span><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_27001"><span style="font-weight: 400;">NBR ISO/IEC 27001:2005</span></a><span style="font-weight: 400;">. Esta é uma norma de prática para a gestão da segurança da informação, que serve como diretriz de melhores prática de iniciação, implementação e melhorias para a segurança da informação de uma organização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma equipe </span><a href="https://www.alertasecurity.com.br/index.php/blog/22-certificados-em-seguranca-da-informacao-dominam-ranking-de-maiores-salarios-certificados-em-seguranca-da-informacao-dominam-ranking-de-maiores-salarios" class="broken_link"><span style="font-weight: 400;">qualificada</span></a><span style="font-weight: 400;"> e certificada em segurança da informação deverá ser a responsável pela elaboração e análise dos termos definidos e inseridos na PSI, que serão posteriormente aprovados pelo mais alto dirigente da indústria. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong> Implemente uma Zona Desmilitarizada (DMZ):</strong></h4>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Faz necessário também criar mecanismos para isolar a rede local da indústria da internet como forma de melhor controlar e dificultar o acesso não autorizado a rede da companhia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O termo DMZ é uma sigla do inglês - “</span><i><span style="font-weight: 400;">Demilitarized Zone”,</span></i><span style="font-weight: 400;"> que significa justamente Zona Desmilitarizada. Mas o que o termo representa na prática?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecida também como rede de perímetro, a zona desmilitarizada é uma sub-rede física ou lógica que faz uma espécie de intermédio entre a rede confiável (em geral a rede privada local) e a não confiável (geralmente a Internet). Assim, qualquer dispositivo situado entre a rede confiável e essa rede não confiável será a chamada DMZ.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-559" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/10/image24.gif" alt="Esquema de DMZ ilustrando a segurança de dados na indústria 4.0" width="491" height="306" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua função é, portanto, manter a segurança de todos os dispositivos da rede local que necessitam de acesso externo. Dessa forma, limitando o potencial dano em caso de invasões. Porém, para conseguir cumprir essa função, os dispositivos localizados na DMZ não podem ter nenhuma forma de acesso à rede local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A DMZ é configurada através do uso de equipamentos de firewall. Estes realizam o controle dos acessos entre a rede local a DMZ e a  rede externa (Internet, como exemplo mais comum).</span></p>
<h4></h4>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong> Faça uso de criptografia:</strong></h4>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A criptografia é um meio bastante conhecido de converter dados do formato original para uma outra configuração. Dessa forma, torna-se impossível que estes sejam decifrados. A menos que uma chave (espécie de "senha") seja inserida. Ou seja, todos os dados trafegados para além dos limites da organização (externos) devem utilizar protocolos seguros e criptografados.</span></p>
<h4></h4>
<ol start="4">
<li>
<h4><span style="font-weight: 400;"> Estabeleça procedimentos de certificação:</span></h4>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação é semelhante a um atestado de autenticidade. É a garantia que determinado acesso é válido e está vindo da pessoa autorizada. A comunicação com qualquer serviço externo deve ser protegida por certificados. Garantindo que o servidor de dados é realmente quem parece ser.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>
<h4><strong> Utilize o <i>Honeyspot</i></strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> </span></h4>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">honeyspot</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um software que age como um antivírus em tempo real. Tem como função proteger os dados de possíveis invasões e/ou aplicações maliciosas. A diferença, em relação a um antivírus comum é que, o </span><i><span style="font-weight: 400;">honeyspot</span></i><span style="font-weight: 400;"> não mantém os arquivos em quarentena. Ele age “enganando” esse invasor, fazendo-o crer que está, de fato, acessando os dados reais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para finalizar com chave de ouro (uma chave muito segura), caso você queira se aprofundar no tema e conhecer melhor sobre normas de segurança, é recomendado a pesquisa das </span><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/International_Electrotechnical_Commission"><span style="font-weight: 400;">normas</span></a><span style="font-weight: 400;">: </span><a href="https://www.isa.org/isa99/"><span style="font-weight: 400;">ISA-99</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.tofinosecurity.com/why/isa-iec-62443"><span style="font-weight: 400;">IEC-62443</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.iso.org/standard/39612.html"><span style="font-weight: 400;">IEC-17799</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://www.iso27001security.com/html/27002.html"><span style="font-weight: 400;">IEC-27002</span></a><span style="font-weight: 400;"> e</span><a href="http://www.iso27001security.com/html/27032.html"><span style="font-weight: 400;"> IEC-27032</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então? Deu pra absorver tranquilamente nosso conteúdo sobre segurança de dados na indústria 4.0 ?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso tenha alguma dúvida basta entrar em contato comigo pelo </span><a href="mailto:debora.silva@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">debora.silva@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">, será um prazer conversar com você!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique atento aos nossos próximos posts, e compartilhe esse conteúdo nas suas mídias sociais!</span></p>
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