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	<title>Sistema de alarmes &#8211; Logique Sistemas</title>
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	<description>Inteligência em Sistemas</description>
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		<title>ANSI/ISA 18.2 – Conheça as 10 etapas do Ciclo de Vida do Gerenciamento de Alarmes</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/ansi-isa-18-2-ciclo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 15:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de alarmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de tudo, para entendermos como as 10 etapas do ciclo de vida do gerenciamento de alarmes, definidos pela ISA...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, para entendermos como as 10 etapas do ciclo de vida do gerenciamento de alarmes, definidos pela ISA 18.2, podem impactar na sua indústria, precisamos ter assegurado dois conceitos: O que é a ANSI/ISA 18.2 e o que é um ciclo de vida.</p>
<p>Começando pelo básico. Pode-se definir ciclo de vida como o conjunto de transformações que um indivíduo pode passar para assegurar a <strong>continuidade </strong>da sua espécie.</p>
<p>Do mesmo modo, para o mundo do gerenciamento de alarmes, o ciclo de vida pode ser entendido como etapas necessárias para poder desenvolver, implementar e garantir a continuidade de um sistema de alarmes.</p>
<p>Conceitos entendidos, vamos conhecer a norma ANSI/ISA 18.2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que é a norma ANSI/ISA 18.2?</strong></h2>
<p>Anteriormente em nosso blog postamos um conteúdo sobre a <a href="https://logiquesistemas.com.br/?s=eemua">EEMUA 191</a>. De maneira semelhante, a ISA 18.2 é uma norma que busca otimizar a gestão de alarmes e tornar ela mais simples, eficiente e aplicável para todos.</p>
<p>Assim, não é incomum ver essas duas normas juntas, utiliza-se a ISA 18.2 principalmente para definição de metodologias e layout de implementação e manutenção para garantir o bom funcionamento do sistema.</p>
<p>Afinal, sistemas de alarmes não-funcionais são frequentemente apontados como causa de acidentes e paradas não programadas.</p>
<p>A principal entrega da norma ANSI/ISA 18.2 talvez seja o Ciclo de Vida do Gerenciamento de Alarmes. Em síntese, o ciclo de vida aponta os estágios tanto para a instalação, quanto para otimização do gerenciamento de sistemas de alarmes.</p>
<p>É justamente sobre ele que iremos falar agora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Ciclo de Vida do Gerenciamento de Alarmes</strong></h2>
<p>Agora, acreditamos que tenham ficado claros os objetivos da ISA 18.2 e o que é ciclo de vida. Assim, podemos abordar o objetivo principal desse conteúdo, as 10 etapas do ciclo de vida do gerenciamento de alarmes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1774" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1774" class="wp-image-1774" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1-200x300.png" alt="Ciclo de Vida do Gerenciamento de Alarmes" width="430" height="645" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1-200x300.png 200w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.png 563w" sizes="(max-width: 430px) 100vw, 430px" /><p id="caption-attachment-1774" class="wp-caption-text">Ciclo de Vida do Gerenciamento de Alarmes</p></div>
<p><img decoding="async" src="https://drive.google.com/file/d/1sQpyYb4buJpjV0shfHPz4dN2bfK2UPu_/view?usp=sharing" alt="" /></p>
<h3><strong>Filoso</strong><strong>fia</strong></h3>
<p>Antes de tudo, é preciso entender que na gestão de alarmes a filosofia tem um sentido mais “concreto”.</p>
<p>Afinal, sendo a primeira etapa do ciclo de vida, ela irá definir princípios e responsabilidades de todos os estágios a seguir nesse conteúdo.</p>
<p>De maneira especial em etapas como a identificação do alarme, racionalização, monitoramento, gestão de mudanças e auditoria.</p>
<p>Além disso, um documento contendo a filosofia de alarmes é essencial e pode atuar melhorando pontos como a resposta eficaz do operador e elaboração de manuais de gerenciamento de riscos. Além disso, irá apoiar todas as etapas subsequentes.</p>
<p>Posteriormente, a norma define conteúdos obrigatórios e recomendados, tais como: Treinamento, Manutenção, Histórico de alarmes, entre outras coisas.</p>
<p>Ao longo de todo o texto voltaremos para essa etapa como nosso guia. Sendo essa é uma das partes mais importantes do ciclo de vida de um sistema de gerenciamento de alarmes.</p>
<p>Importante ressaltar que mais informações sobre essa e demais etapas poderão ser encontradas no conteúdo que será deixado ao final desse texto, caso você queria se aprofundar mais ainda nessa norma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Identificação</strong></h3>
<p>Nessa etapa, utilizam-se métodos variados para identificação da necessidade de um alarme (em caso de implementação) ou de uma mudança caso já exista e não esteja em conformidade com a filosofia.</p>
<p>Nessa etapa são geradas listas de alarmes a serem monitorados ao longo do processo.</p>
<p>A ISA 18.2 não recomenda nenhum método em específico, porém, aconselha o uso de boas práticas de engenharia para essa identificação.</p>
<p>Métodos como o <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/hazop/">HAZOP</a> e o <a href="https://foodsafetybrazil.org/sistema-appcc-sem-misterios-dicas-para-implementacao/">APPCC</a> podem servir para auxiliar nessa tarefa inicial.</p>
<p>Essa etapa será onde nosso processo receberá seus primeiros <em>Inputs</em> e todas as informações deverão ser coletadas para as etapas seguintes onde classificaremos eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Racionalização</strong></h3>
<p>A racionalização é o processo no qual os alarmes em potencial (da etapa anterior) e os que podem já existir na planta serão submetidos aos critérios da filosofia de alarmes.</p>
<p>Caso eles se enquadrem nos critérios do documento da filosofia, eles terão seu <em>setpoint</em> (ponto de controle)  e <em>deadband </em>(banda morta) ajustado/definido e documentados, assim como o processo de atendimento daquele alarme.</p>
<p>Ou seja, o que o operador deve fazer quando acontecer um evento monitorado. Essas informações são imprescindíveis para fase do projeto em si, por isso, atenção para documentar tudo!</p>
<p>Dessa forma, devem ser documentados características como:</p>
<ul>
<li>Tipo de alarme;</li>
<li><em>Setpoint</em>;</li>
<li>Prioridade;</li>
<li>Classificação;</li>
<li>Revisão da racionalização.</li>
</ul>
<p>Essas são apenas sugestões da norma, a necessidade ou não de mais tópicos deverá ser levantada durante essa etapa pela equipe técnica responsável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Projeto detalhado</strong></h3>
<p>Agora que definimos a filosofia e passamos os alarmes levantados pela racionalização, precisamos, enfim, definir o projeto do nosso sistema de alarmes.</p>
<p>Atentando para que se adeque as características e delimitações levantadas nas etapas anteriores.</p>
<p>Essa etapa pode ser definida em três subtópicos principais: Projeto Básico do Alarme; Interface Homem/Máquina para Sistemas de alarmes; Métodos Aprimorados e Avançados de Alarmes.</p>
<p>O primeiro subtópico aborda os estados dos alarmes, bem como seus usos e demais funções lógicas. Além disso, a norma ainda cita os tipos mais comuns de alarmes a serem utilizados. Tais como os alarmes absolutos, de desvio, de discrepância ou calculado.</p>
<p>Além disso, deverão ser selecionados os atributos para cada alarme que foi racionalizado com base no parecer técnico da equipe, tais como <em>setpoint</em> e <em>deadband</em>.</p>
<p>Dessa forma, pode-se minimizar o número de alarmes que causam incômodos, e são gerados durante a produção.</p>
<p>Do mesmo modo a interface homem/máquina, se preocupa em descrever a melhor maneira para indicar cada alarmes para o operador. Seja demonstrando sinais sonoros, visuais, entre outros.</p>
<p>Importante especificar que há um outro padrão ISA específico para <a href="https://www.isa.org/standards-and-publications/isa-standards/isa-standards-committees/isa101">HM’s</a>, mais completo nessa interface que a sessão presente na 18.2.</p>
<p>Por fim, a etapa de projeto encerra com os métodos de alarmes avançados.</p>
<p>Essa etapa, consiste em orientações para implementação de técnicas de gerenciamento adicionais, que não estão presentes em sistemas de controle e supervisão comumente.</p>
<p>São definidos como camadas adicionais de lógica e programação, eles fornecem informações adicionais ao operador, dessa forma orientando e guiando o mesmo para tomar ações durante condições anormais do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Implementação</strong></h3>
<p>Uma vez definido as metas e o que e como fazer para a nova iteração do ciclo de vida do alarme, entramos na etapa de implementação.</p>
<p>Assim sendo, como o título sugere, tais metas e rotinas serão postas em prática, ajustando os pontos estipulados na etapa de projeto.</p>
<p>Nesse sentido, os principais tópicos que serão abordados nessa etapa serão:</p>
<ul>
<li>Planejamento de implementação;</li>
<li>Treinamento para novos sistemas e modificações;</li>
<li>Testes e validação de novos sistemas e modificações;</li>
<li>Documentação de implementação.</li>
</ul>
<p>Acima de tudo, é importante destacar que a ANSI/ISA 18.2 como um todo recorda frequentemente a importância de treinamento da equipe de operação.</p>
<p>De fato, um processo tão necessário quanto o sistema de gerenciamento de alarmes em si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Operação</strong></h3>
<p>Uma vez que a implementação foi concluída, o projeto estará "rodando" e em operação com os novos ajustes. Ou seja, atualizado, pronto para sem monitorado para novas rodadas de melhorias.</p>
<p>A operação tem como objetivo garantir que os alarmes do seu projeto possam permanecer e voltar ao estado operacional. Estado no qual o alarme é capaz de indicar uma situação irregular ao operador.</p>
<p>Além disso, processos como o uso de ferramentas para manipulação de alarmes e orientações de resposta aos alarmes também são abordados nessa etapa.</p>
<p>Por último, na seção a norma levanta novamente a relevância de treinamentos para preparação e modernização dos operadores.</p>
<p>Importante ressaltar que a partir daqui com a implementação feita e a operação efetivada. Estágios de “Manutenção” e “Monitoramento e avaliação” irão ocorrer paralelamente a “Operação”. formando um ciclo interno entre elas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1779" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1779" class="wp-image-1779 size-medium" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/2-300x195.png" alt="Ciclo interno de operação " width="300" height="195" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/2-300x195.png 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2021/06/2.png 565w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-1779" class="wp-caption-text">Ciclo interno de operação</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Onde o estado do sistema irá variar entre “em operação” e “em manutenção” indo e voltando de um para o outro. Por sua vez, o monitoramento estará a todo tempo consumindo e analisando os dados gerados pela "operação".</p>
<p>Vamos entender mais sobre os outros dois módulos desse ciclo interno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Manutenção</strong></h3>
<p>Aqui são abordados os requisitos e orientações para realização de testes, substituição e reparos nos sistemas de alarmes.</p>
<p>São recomendados testes periódicos para avaliar o nível de funcionamento de cada alarme. Pois, por mais raro que seja a ativação de um alarme, é crucial que ele esteja funcional quando um evento acontecer.</p>
<p>Todas as informações do mau funcionamento do alarme devem estar disponíveis para o operador o tempo todo.</p>
<p>Além disso, alarmes que são afetados por equipamentos em manutenção ou com defeitos devem ser colocados fora de serviço para não interferir na malha de monitoramento.</p>
<p>Em seguida, são abordados os alarmes "<em>out of service".</em> Alarmes que estão temporariamente fora de operação, entre outros motivos, por manutenção.</p>
<p>Caso um alarme fique por muito tempo nessa condição, é imprescindível avaliar a necessidade de um alarme provisório que cubra o processo supervisionado por ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Monitoramento e Avaliação</strong></h3>
<p>Saímos um pouco da parte operacional em si, entrando na área de supervisão do sistema, aqui serão validadas todas as etapas anteriores de acordo com a filosofia de alarmes.</p>
<p>Assim, essa seção irá abordar tanto um monitoramento contínuo quanto avaliações periódicas de desempenho. As métricas de desempenho deverão ser especificadas na etapa de filosofia de gerenciamento.</p>
<p>Assim como a maior parte das coisas, um sistema de gerenciamento de alarmes também está sujeito a deterioração. E também a ser ultrapassado por novas tecnologias.</p>
<p>Dessa forma, a norma deixa clara a importância dessa etapa para garantir o funcionamento eficiente do seu sistema por muito tempo.</p>
<p>Antes uma ação preventiva, que uma ação corretiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Gestão de mudança </strong></h3>
<p>Essa etapa está intimamente ligada a anterior. Num ciclo de vida mudanças são sempre desejáveis, porém, apenas mudanças que venham para melhorar e ocorram sem prejuízos.</p>
<p>Dessa maneira, imaginemos que, após o monitoramento e avaliação do sistema, foi necessário alterar e modernizar uma parte ou todo ele, aqui entra a gestão de mudança.</p>
<p>Assim, nessa etapa, será garantido que as alterações sejam autorizadas e adequadas aos critérios avaliativos descritos na filosofia de alarmes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Auditoria</strong></h3>
<p>Enfim chegamos a última etapa do ciclo de vida do sistema de gerenciamento de alarme. A auditoria entra no ciclo como uma etapa de monitoramento mais robusta.</p>
<p>A auditoria irá acontecer muito menos frequentemente que um monitoramento. Ela irá analisar as práticas gerenciais e de trabalho associadas a todo o sistema de alarmes. Avaliando seu desempenho e julgando se são suficientes para manter o sistema funcional.</p>
<p>E por falar em desempenho. A auditoria também irá categoricamente atrás de lacunas no próprio sistema de gerenciamento de alarmes que podem não ter sido reveladas pelo monitoramento menos complexo.</p>
<p>E junto a filosofia de alarmes, irá auditar a execução do sistema. Caso seja necessário irá propor melhorias do sistema, ou na própria filosofia de alarmes. Recomeçando o ciclo de vida do gerenciamento de alarmes.</p>
<h3><strong> </strong></h3>
<h2><strong>Alguma dúvida sobre o ciclo de vida do gerenciamento de alarmes?</strong></h2>
<p>Se você chegou até aqui é porque realmente está interessado em saber mais como um sistema de gerenciamento de alarmes pode ajudar na eficiência da sua indústria, certo?</p>
<p>Se você quiser saber mais sobre o assunto vou deixar duas dicas para você, a primeira é o nosso texto completo sobre a <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/">ISA 18.2.</a></p>
<p>Nele você vai encontrar mais informações, como tabelas e exemplos, sobre o ciclo de vida e sobre a norma como um todo.</p>
<p>A segunda dica é o nosso <a href="https://conteudo.logiquesistemas.com.br/ebook-guia-completo-gerenciamento-de-alarmes">E-book</a> completo sobre o gerenciamento de alarmes! Lá você irá encontra muita informação que irá te ajudar a entender melhor como começar a gerir seus alarmes.</p>
<p>E caso você queria contar com um sistema de gerenciamento de alarmes com todas as especificações da ANSI/ISA 18.2 e da EEMUA 191, confira o <a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert/">BR-AlarmExpert</a>, e veja como um sistema de gerenciamento de alarmes impacta positivamente indústrias como a Petrobrás, entre tantas outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Curtiu o conteúdo? Quer saber mais? </strong></h2>
<p>Caso tenha alguma dúvida ou queira entender melhor como um sistema de gerenciamento de alarmes pode trazer benefícios e impactar positivamente o faturamento, não deixe de entrar em contato conosco clicando <a href="https://logiquesistemas.com.br/contato/">aqui</a>.</p>
<p>É simples, iremos responder sua demanda o mais rápido possível!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistemas supervisórios: saiba tudo sobre o seu funcionamento e os benefícios gerados para indústria</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/sistemas-supervisorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 15:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de alarmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos que as indústrias atuais, independente do seu ramo de atuação, precisam lidar com grandes volumes de dados gerados a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que as indústrias atuais, independente do seu ramo de atuação, precisam lidar com </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/big-data-analytics/"><span style="font-weight: 400;">grandes volumes de dados</span></a><span style="font-weight: 400;"> gerados a cada instante. E uma parte destes ainda necessitam de acompanhamento contínuo para o pleno andamento de um processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vejamos um exemplo: dentro da produção de etanol são utilizadas colunas de destilação. Essas são projetadas para funcionar dentro de limites inferiores e superiores de pressão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ultrapassar os limites de pressão estabelecidos compromete diretamente o processo. Neste caso, podem ocorrer problemas como o produto sair fora das especificações, comprometendo sua qualidade, e a coluna não suportar a ultrapassagem do limite superior de pressão, causando acidentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através desse exemplo fica claro a importância do monitoramento de dados dentro de um processo produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora imagine o custo para se manter um colaborador para supervisionar cada processo dentro de uma planta. E o quão suscetíveis a erros estes seriam se comparados a um sistema autônomo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, foram criados os </span><b>Sistemas Supervisórios</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste post, vamos compreender o que são os Sistemas Supervisórios, seus componentes e funcionamento, bem como seus benefícios para um processo produtivo. </span><b>Continue lendo</b><span style="font-weight: 400;"> e entenda mais sobre este tema tão presente nas indústrias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que são Sistemas Supervisórios</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas supervisórios são softwares que têm por finalidade monitorar dados importantes em um processo produtivo dentro de uma instalação fabril. E tudo isso de forma autônoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os supervisórios obtêm e organizam as variáveis relevantes adquiridas do processo produtivo. As informações são então apresentadas de forma clara em uma tela para o usuário responsável pelo monitoramento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso facilita a interação do colaborador com o chão de fábrica, visto que ele consegue dar a devida atenção aos fatores obtidos no processo, sem perder informações importantes e tudo em tempo real.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como funcionam os Sistemas Supervisórios</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos explicar o funcionamento de um sistema supervisório através da divisão de seus principais componentes. São eles: sensores e atuadores, estações remotas (aquisição/controle), rede de comunicação e de monitoração central.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Sensores e atuadores</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São dispositivos ligados aos equipamentos supervisionados pelo sistema. Os sensores são responsáveis por converter parâmetros físicos em analógicos e digitais, que são enviados para as estações remotas. Estes parâmetros podem ser temperaturas, pressões, níveis e </span><i><span style="font-weight: 400;">status </span></i><span style="font-weight: 400;">de uma determinada máquina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os atuadores, por sua vez, exercem ações sobre o processo. São capazes de ligar, desligar, movimentar e modificar o </span><i><span style="font-weight: 400;">status </span></i><span style="font-weight: 400;">de determinado equipamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Estações remotas</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É onde o processo de aquisição dos dados se inicia. Para isso são utilizados os PLC’s - Programmable Logic Controllers (ou <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/clp/">CLP</a>’s - Controlador Lógico Programável) ou as RTU’s - Remote Terminal Units (ou Unidade Terminal Remota). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os PLC’s e as RTU’s são dispositivos eletrônicos que permitem a comunicação entre a estação central de monitoração e os equipamentos monitorados. Através destes dispositivos é possível a obtenção dos dados informados pelos sensores, execução de seus cálculos e apresentação de saídas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neles também são armazenados, em uma base no controle central, todos os dados adquiridos no processo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Rede de comunicação</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma rede de comunicação é a plataforma responsável pelo fluxo de informações entre as estações remotas as estações de monitoramento central. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, devem ser implementadas, de acordo com os requisitos e distâncias através de cabos de fibra óptica, serviços discados e dispositivos sem fio, por exemplo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Estações de monitoramento central</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As estações de monitoramento central são responsáveis pelo monitoramento e supervisão do sistema. Para isso, as mesmas recebem as informações encaminhadas pelas estações remotas e agem conforme os eventos apresentados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas estações podem ser apresentadas em um único computador como também distribuídas entre vários através de uma rede que permita o compartilhamento de dados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Geração de Alarmes Industriais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas supervisórios são a base para a geração de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/alarme-industrial/"><span style="font-weight: 400;">alarmes industriais</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o monitoramento da planta, os sistemas supervisórios identificam as situações inesperadas e fora dos padrões estabelecidos. A partir de então, sinaliza o problema em tempo real, indicando a necessidade de uma ação corretiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de indicar o erro, o sistema ainda armazena este alarme em seu banco de dados possibilitando sua posterior consulta.</span></p>
<p><a href="https://conteudo.logiquesistemas.com.br/ebook-guia-completo-gerenciamento-de-alarmes"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1024" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/guia-gerenciamento-de-alarmes.png" alt="guia gerenciamento de alarmes" width="562" height="269" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/guia-gerenciamento-de-alarmes.png 600w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/guia-gerenciamento-de-alarmes-300x144.png 300w" sizes="(max-width: 562px) 100vw, 562px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os alarmes industriais gerados contribuem, por exemplo, para a redução de paradas não-programadas na planta, diminuição do risco de acidentes e garantia de qualidade para os produtos fabricados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Os benefícios dos Sistemas Supervisórios na indústria</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas supervisórios são capazes de gerar vários benefícios dentro de uma organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes não se restringem apenas à linha de produção, com o monitoramento de um equipamento. A sua importância vai além, estendendo-se ao nível estratégico, utilizando os dados gerados para uma melhor tomada de decisão.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Diminuição de paradas e ganho produtivo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como todo processo está sendo monitorado, as paradas de equipamentos podem ser estudadas e diminuídas. Além disso, os problemas são encontrados com maior rapidez, possibilitando o solucionamento ágil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses pontos contribuem para um tempo maior de </span><a href="http://www.oee.com.br/entendendo-o-oee/"><span style="font-weight: 400;">OEE</span></a><span style="font-weight: 400;"> (tempo de máquina disponível), resultando em uma atividade mais produtiva e menos interruptiva.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Maior qualidade dos produtos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas supervisórios também devem ser utilizados para o controle de indicadores essenciais do produção, monitorando os padrões de qualidade definidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de variância, o sistema supervisório é capaz de informar rapidamente, permitindo uma rápida correção e a garantia de produtos dentro das referências de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o sistema ainda registra todos os dados coletados. Uma posterior consulta dos mesmos é capaz de gerar o diagnóstico dos problemas e a viabilização de soluções mais efetivas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Melhor aproveitamento do dados gerados</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Através do sistema supervisórios, todos os dados relacionados ao monitoramento da planta são armazenados. Esses podem alimentar outros sistemas, como os referentes ao Planejamento e Controle da Produção e manutenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, através da análise de dados ainda pode ser observado se os indicadores estão dentro dos limites estipulados, bem como encontradas tendências que facilitem o planejamento estratégico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos esses fatores possibilitam a otimização da produção e, consequentemente, ganhos financeiros gerados pelo melhor aproveitamento da capacidade produtiva.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Diminuição de custos</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas supervisórios reduzem a necessidade de operadores no monitoramento da produção, informando de maneira automática todos os status relacionados ao processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra redução de custo no capital humano é no processo de obtenção de dados. Os sistemas supervisórios são capazes de fazer a aquisição de maneira mais rápida e confiável. Isso reduz tempo de elaboração bem como de correção, já que não está propenso a erros como um operador humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A otimização da produção citada em tópicos anteriores também está relacionada à redução de custos. Isso porque o número de paradas é reduzido, acidentes de trabalho são prevenidos e o controle da produção torna-se maior e mais eficiente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Finalizando…</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que essa leitura tenha permitido uma melhor compreensão acerca dos sistemas supervisórios. Qual a finalidade, como funcionam e quais os benefícios gerados dentro do âmbito industrial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Que tal ir um pouco mais afundo no assunto e entender temas como </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/racionalizacao-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">racionalização</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">gerenciamento dos alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> gerados pelos sistemas supervisórios? Vale a pena a leitura!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah, e caso tenha ficado alguma dúvida é só encaminhá-la para o meu e-mail, </span><a href="mailto:paula.andrade@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">paula.andrade@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ficarei feliz em te ajudar.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O guia básico de filosofia de alarmes</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/filosofia-de-alarmes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 14:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Automação Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Alarmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Vamos falar aqui sobre um tema importantíssimo para a gestão de um sistema de alarmes industriais: A filosofia de alarmes....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Vamos falar aqui sobre um tema importantíssimo para a gestão de um sistema de alarmes industriais: A filosofia de alarmes. Esse assunto é praticamente a “espinha dorsal” de todo o </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/ciclo-de-gestao-de-alarmes-isa-18-2/"><span style="font-weight: 400;">ciclo de vida</span></a><span style="font-weight: 400;"> dessa gestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, quando se fala em filosofia, podem vir diversas coisas a sua mente: Sócrates, Platão, busca pela sabedoria… etc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É realmente bem difícil associarmos essa palavra ao contexto industrial. Eu te entendo! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é justamente por isso que eu irei explicar tudo que você precisa saber sobre o tema filosofia de alarmes. Entenderemos então a sua definição e por que esse é um dos mais importantes passos do ciclo de vida do </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">gerenciamento de um sistema de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, se você sempre quis saber mais sobre uma filosofia de alarmes, </span><b>continue lendo</b><span style="font-weight: 400;"> esse texto e aprenda agora!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é uma filosofia de alarmes?</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-473 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/678923_man_512x512.png" alt="Ícone de uma pessoa com interrogações na cabeça, ilustrando a filosofia de alarmes" width="204" height="199" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas normas bem importantes para o segmento industrial, no que diz respeito ao gerenciamento de alarmes industriais, como a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/eemua-191/"><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span></a><span style="font-weight: 400;">, falam sobre a filosofia de alarmes e a definem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a norma </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ANSI/ISA 18.2 (2016)</span></a><span style="font-weight: 400;">, a filosofia de alarmes define-se como:</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">"Documento que estabelece as definições básicas, princípios e processos para projetar, implementar e manter um sistema de alarme".</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Até aqui, entendemos a filosofia de alarmes como sendo apenas um documento, certo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Errado! Na verdade, ele é bem mais do que isso. Sendo assim, esse documento carrega consigo grandes responsabilidades dentro de uma indústria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documento da filosofia de alarmes é então a estrutura base que serve para estabelecer todo o ciclo de vida do </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">gerenciamento de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;">, especificando itens, incluindo os métodos de identificação, racionalização, classificação, priorização, monitoramento, gerenciamento de mudanças e auditoria a serem seguidos. Todos estes somados formam então o famoso ciclo de vida da gestão de alarmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a filosofia de alarmes cobre todos os elementos de um sistema de alarmes, incluindo:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> princípios de design;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> indicadores de desempenho chave;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> papéis e responsabilidades</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">padrões de apresentação de alarme;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> atribuição de prioridade de alarme;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> manutenção do sistema de alarme;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> gerenciamento de mudanças;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> auditoria;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> políticas de escalonamento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos concluir que o primeiro passo para implementar um sistema de alarmes é estabelecendo uma filosofia de alarmes. E o primeiro passo para a definição da filosofia é então a criação de um documento de filosofia de alarmes (</span><span style="font-weight: 400;">APD - </span><i><span style="font-weight: 400;">Alarm philosophy document</span></i><span style="font-weight: 400;">).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o documento irá descrever a abordagem de todos os elementos e é o início de um projeto de gerenciamento de alarmes bem-sucedido. Por isso, se aprofunde ainda mais nesse assunto através do nosso <strong>ebook gratuito</strong> O Guia Completo de Gerenciamento de Alarmes.</span></p>
<p><a href="https://materiais.logiquesistemas.com.br/o-guia-completo-ga"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-663 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes.png" alt="guia gerenciamento de alarmes" width="500" height="374" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes.png 500w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes-300x224.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O papel primordial da filosofia de alarmes</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um planejamento básico é sempre necessário antes de projetar um novo sistema de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/alarme-industrial/"><span style="font-weight: 400;">alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou modificar um sistema existente. Geralmente, se inicia com o desenvolvimento de uma filosofia de alarme, justamente para documentar os objetivos do sistema de alarme e os processos para atingir esses objetivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, um documento efetivo de filosofia de alarmes é personalizado para a situação específica da planta e estabelece regras para melhor </span><span style="font-weight: 400;">gerenciar o sistema de alarme</span><span style="font-weight: 400;">. Além disso, atua como uma referência de longo prazo para orientar estratégias de melhorias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns dos principais benefícios trazidos pela documentação de uma boa filosofia de alarmes podem incluir:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> Custos reduzidos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Segurança aprimorada;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Melhoria da confiabilidade do processo;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Aderência facilitada às diretrizes e regulamentos da indústria.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-476" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/IMPORTANTE.jpg" alt="Carimbo com a palavra importante" width="420" height="199" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Alguns dos objetivos da filosofia de alarmes</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A definição de uma filosofia para o sistema de alarmes tem como principais objetivos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Garantir consistência e uniformidade do gerenciamento de alarmes para todas as plantas da companhia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Garantir alinhamento com as metas e objetivos gerenciais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Permitir a especificação, implementação, operação, monitoração e manutenção de um sistema de alarmes robusto e eficiente.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Afinal, quais tópicos devem constar na filosofia de alarmes?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A filosofia de alarmes começa com as definições básicas e as amplia posteriormente para definições operacionais. Os critérios de priorização de alarme e a definição de classes de alarme, métricas de desempenho, limites de desempenho e requisitos de relatórios são então baseados nos objetivos e princípios para sistemas de alarme. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os esquemas de apresentação de indicações de alarme na </span><a href="https://www.copadata.com/pt/solucoes-hmi-scada/interface-homem-maquina-hmi/" class="broken_link"><span style="font-weight: 400;">interface homem-máquina</span></a> <span style="font-weight: 400;">(IHM ou HMI - </span><i><span style="font-weight: 400;">Human Machine Interface</span></i><span style="font-weight: 400;">), incluindo o uso de prioridades, também são definidos na filosofia de alarme, o que deve ser consistente com o design HMI geral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a filosofia de alarmes especifica os processos utilizados para cada um dos estágios do ciclo de vida do gerenciamento de alarmes, como o limite para o processo de gerenciamento de mudanças (MOC - </span><i><span style="font-weight: 400;">Management of Change</span></i><span style="font-weight: 400;">) e os requisitos específicos de mudança.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tabela de conteúdos obrigatórios e recomendados</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A filosofia de alarmes é mantida então para assegurar um </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/gerenciamento-de-alarmes/"><span style="font-weight: 400;">gerenciamento de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> constante  ao longo do </span><span style="font-weight: 400;">ciclo de vida do sistema de alarmes</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, a </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;"> se utiliza da seguinte tabela para ilustrar os conteúdos necessários (obrigatórios) e recomendados para o documento de filosofia do alarme.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Conteúdos</b></td>
<td><b>Classificação (obrigatório ou recomendado)</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Propósito de um sistema de alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Definições</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Referências</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Papéis e responsabilidades do gerenciamento de alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Princípios do projeto de um alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Determinações do ponto de ajuste (</span><i><span style="font-weight: 400;">setpoint</span></i><span style="font-weight: 400;">) do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Método de priorização</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Definição da classe de um alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Alarmes altamente gerenciados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Racionalização</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Documentação dos alarmes</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Orientações para projeto de alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Considerações específicas para o projeto do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Orientações do projeto da Interface homem-máquina (HMI)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Técnicas de alarme aprimoradas e avançadas</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Orientação de implementação</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Procedimentos de resposta do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Treinamento</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Supressão “</span><i><span style="font-weight: 400;">shelving</span></i><span style="font-weight: 400;">” do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Manutenção do sistema de alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Testes dos alarmes</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Monitoramento da performance do sistema de alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Preservação do histórico do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Gestão de mudança</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Auditoria da gestão do alarme</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Obrigatório</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Procedimentos do site relacionados</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Recomendado</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, a produção de um documento contendo a filosofia do alarme é de extrema importância para prover consistência em todo o sistema de alarmes. Além disso, garante também consistência nos objetivos e metas presentes no gerenciamento de risco. Bem como boas práticas de engenharia que garantam auxílio em uma resposta eficaz do operador diante de irregularidades no processo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Para finalizar nosso conteúdo filosófico...</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fecharmos esse conteúdo, nada melhor do que usar uma metáfora a partir de uma frase do grande filósofo Sócrates:</span></p>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”.</span></i></p>
<p style="text-align: right;"><i><span style="font-weight: 400;">- Sócrates</span></i></p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos dizer, portanto, a partir desta bela premissa socrática, que a filosofia de alarmes, sendo o general no ciclo de vida do gerenciamento de um sistema de alarmes, deve ser forte (bem produzido) para que todo o ciclo de vida seja bem-sucedido, garantindo maior produtividade e confiabilidade na indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso tenha alguma dúvida sobre o conteúdo abordado aqui, basta me contatar pelo <a href="mailto:debora.silva@logiquesistemas.com.br">debora.silva@logiquesistemas.com.br</a>. Estarei então aguardando o seu contato!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveite e compartilhe esse conteúdo nas suas mídias sociais e garanta que mais pessoas acessem e aprendam assim como você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique sempre atento ao nosso blog, pois vem mais conteúdo por aí!</span></p>
<p><a href="https://conteudo.logiquesistemas.com.br/glossario-de-g-a"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1072 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/GLOSSÁRIO-Gerenciamento-de-Alarmes-de-A-a-Z-1.png" alt="[GLOSSÁRIO] Gerenciamento de Alarmes de A a Z" width="482" height="271" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/GLOSSÁRIO-Gerenciamento-de-Alarmes-de-A-a-Z-1.png 560w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/GLOSSÁRIO-Gerenciamento-de-Alarmes-de-A-a-Z-1-300x169.png 300w" sizes="(max-width: 482px) 100vw, 482px" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Avalanche de alarmes: Saiba o que é e como lidar com esse problema</title>
		<link>https://logiquesistemas.com.br/blog/avalanche-de-alarmes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[contato@logiquesistemas.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 13:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Automação Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Alarmes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo desse conteúdo é falar sobre avalanche de alarmes. Mas, vamos iniciar com algumas informações importantes. Você sabia que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo desse conteúdo é falar sobre<strong> avalanche de alarmes</strong>. Mas, vamos iniciar com algumas informações importantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que a quantidade máxima gerenciável de </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/alarme-industrial/"><span style="font-weight: 400;">alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> em uma planta industrial, em operação normal, por operador é de apenas 1 alarme a cada 5 minutos? </span><span style="font-weight: 400;">E que em momentos de distúrbio esse número não pode passar dos 10 alarmes em 10 minutos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses dados vêm da norma </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/eemua-191/"><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span></a><span style="font-weight: 400;">, umas das mais importantes quando se fala em alarmes industriais. O número parece um pouco distante da realidade na sua indústria? Há então grandes chances de você estar sofrendo com um problema de avalanche de alarmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Define-se “avalanche” no sentido figurativo, como tudo que incide repentinamente e em grande quantidade sobre algo. No sentido literal, todo mundo pensa rapidamente em uma queda violenta de grandes massas de neve em regiões montanhosas, certo? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, é mais pelo sentido figurativo que vamos pensar no termo avalanche aqui. Afinal, esse texto vai te explicar direitinho do que se trata uma avalanche de </span><span style="font-weight: 400;">alarmes</span><span style="font-weight: 400;"> e também, como você pode melhor lidar com esse problema.</span></p>
<p><b>Continue lendo</b><span style="font-weight: 400;"> e entenda mais sobre o problema de avalanche de alarmes e como se livrar dele!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Você sabe o que é uma avalanche de alarmes?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A norma </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/norma-isa-18/"><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;">, referência em boas práticas para sistemas de alarmes, contempla a definição mais aceita de avalanche de alarmes. De acordo com a norma, uma avalanche de alarmes seria uma “</span><i><span style="font-weight: 400;">condição durante a qual a taxa de alarmes é maior do que o operador pode, efetivamente, gerenciar. No caso, mais de 10 alarmes acionados em um período de 10 minutos</span></i><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos sistemas de alarme revelam-se menos efetivos justamente nos momentos em que são mais necessários - na mitigação dos efeitos de distúrbios no processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Análises feitas após vários acidentes graves em plantas industriais mostraram que o sistema de alarmes poderia impedir a ocorrência do evento caso não estivesse bombardeando os operadores com informações excessivas e enganosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos concluir de maneira lógica que, se o operador não consegue lidar efetivamente com uma enorme quantidade de alarmes ativados em um curto período de tempo, isso poderá (e irá) acarretar problemas desde paradas não programadas até acidentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este raciocínio pode parecer fatalista, mas não sou apenas eu que estou dizendo. A própria </span><span style="font-weight: 400;">EEMUA</span><span style="font-weight: 400;">, ao falar sobre o impacto de uma avalanche de alarmes em acidentes catastróficos, aponta este como um grande contribuinte. Além disso, afirma que incidentes de perda, frequentemente envolvem o operador estar sobrecarregado com uma avalanche de alarmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span><span style="font-weight: 400;"> ainda mostra vários exemplos em que o mau desempenho do sistema de alarme (avalanches) contribuiu para perdas financeiras, danos ambientais, feridos ou até mesmo mortes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-455 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Modelo-de-consequências-de-uma-avalanche-de-alarmes.jpg" alt="Modelo de consequências de uma avalanche de alarmes" width="777" height="265" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Modelo-de-consequências-de-uma-avalanche-de-alarmes.jpg 777w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Modelo-de-consequências-de-uma-avalanche-de-alarmes-300x102.jpg 300w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Modelo-de-consequências-de-uma-avalanche-de-alarmes-768x262.jpg 768w" sizes="(max-width: 777px) 100vw, 777px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, um sistema de alarmes bem controlado e livre de avalanches resulta em menos incidentes e menos perda. E claro, como resultado, menor risco. As plantas industriais que conseguem lidar bem com seus alarmes relatam, inclusive, taxas de seguro mais baixas. Isso como resultado do menor risco atribuído ao desempenho superior do gerenciamento de alarmes.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Como perceber o problema de avalanche de alarmes</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns aspectos simples que podem ser observados para “diagnosticar” o problema de avalanche de alarmes na sua planta industrial. São eles:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se os KPI’s (Indicadores chave de performance) tendem a indicar que o desempenho do sistema de alarme está estático ou se deteriorando;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se operadores frequentemente ignoram alarmes ou reconhecem alarmes sem tomar medidas durante condições anormais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se existe um número alto de alarmes permanentes ("velhos").</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, você provavelmente tem um grande problema de avalanche de alarmes. Sendo ssim, precisa iniciar um processo de gestão de mudança imediatamente.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Como e por que ocorre uma avalanche de alarmes?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os alarmes geralmente são configurados para um único estado operacional: execução. As avalanches de alarmes normalmente ocorrem após uma mudança de estado no processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso acontece porque os parâmetros operacionais também mudam após uma mudança de estado no processo. Essas alterações podem causar impactos em cadeia no processo, o que acaba levando às avalanches de alarmes. Esse fenômeno pode afetar (e acionar) centenas ou mesmo milhares de alarmes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, após as mudanças do estado no processo, muitos alarmes podem soar em um curto período de tempo. O primeiro alarme ou segundo indicam o evento inicial, alertando o operador para a mudança. Depois disso, muitos alarmes desnecessários e redundantes resultantes da mesma causa raiz são anunciados e exibidos para o operador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se outra situação se desenvolver, esses alarmes serão adicionados ao fluxo de alarmes existente. E o pior, sem qualquer diferenciação entre as duas causas raiz do operador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O operador deve inspecionar esses alarmes para qualquer informação de processo que eles possam fornecer e depois reconhecê-los. Muitos alarmes podem aparecer de uma só vez, o torna o trabalho bem mais difícil. Por isso, em alguns casos, o reconhecimento se torna a única resposta possível para o operador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As plantas industriais que atualmente não atendem as diretrizes da </span><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span><span style="font-weight: 400;"> em todas as suas condições de operação, ou que não contam com um </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert/"><span style="font-weight: 400;">sistema de gerenciamento de alarmes eficaz e completo</span></a><span style="font-weight: 400;">, devem remediar seus problemas com avalanches de alarmes ou poderão enfrentar consequências catastróficas. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como surgiu a expressão “avalanche de alarmes”?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos 30 anos, o número e a frequência de alarmes mudaram no ambiente industrial em decorrência dos avanços tecnológicos. Podemos dizer que ambos aumentaram significativamente ao longo dos anos. Isso ocorreu em virtude da facilidade e viabilidade atual na implementação de novos alarmes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos velhos tempos de controles pneumáticos, instalar um novo alarme para um processo era bem mais complexo. Além disso, custava bem mais do que hoje. Com o uso de sistemas de controle baseados em computador, a instalação de novos alarmes acabam por não custar praticamente nada. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-434 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/operador-em-sala-de-controle-ilustrando-o-que-ocorre-durante-uma-avalanche-de-alarmes.jpg" alt="operador em sala de controle ilustrando o que ocorre durante uma avalanche de alarmes" width="561" height="311" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, foi necessário definir um termo que expressasse esse novo fenômeno que crescia cada vez mais. Dessa forma, sempre que inúmeros alarmes são anunciados em um curto período de tempo, percebe-se estar diante de uma </span><b>avalanche de alarmes</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Afinal, como melhor lidar com uma avalanche de alarmes?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira edição da </span><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span><span style="font-weight: 400;"> e o novo padrão IEC (IEC 62682) para gerenciamento de alarmes já indicam medidas para amenizar e evitar problemas de avalanches de alarmes. Uma delas é aumentar o foco do papel dos sistemas de alarme através de análises das camadas de proteção (<a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/lopa/">LOPA</a> – Layer of Protection Analysis). Podemos citar também atividades de <a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/hazop/">HAZOP</a> (</span><span style="font-weight: 400;">Hazard and Operability Studies</span><span style="font-weight: 400;">) que é uma ferramenta de análise de risco e tem como objetivo identificar perigos e problemas de operabilidade nos mais variados processos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a própria </span><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span><span style="font-weight: 400;"> abrange em suas diretrizes o </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/ciclo-de-gestao-de-alarmes-isa-18-2/"><span style="font-weight: 400;">ciclo de vida da gestão de alarmes</span></a><span style="font-weight: 400;"> que busca melhorar o sistema de alarmes como um todo inclusive em momentos de avalanches de alarmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, seguir os padrões ISA 18.2 e EEMUA podem ajudar bastante a conseguir lidar com este problema caso já o tenha na planta, ou evitá-lo, caso tudo ainda esteja correndo dentro dos conformes.</span></p>
<p><a href="https://materiais.logiquesistemas.com.br/o-guia-completo-ga"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-663 size-full" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes.png" alt="guia gerenciamento de alarmes" width="500" height="374" srcset="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes.png 500w, https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/05/guia-gerenciamento-de-alarmes-300x224.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Um bom sistema de gerenciamento de alarmes salva vidas!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um outro aspecto a ser melhorado para conseguir gerenciar uma avalanche de alarmes ou impedir que ela venha a ocorrer é contar com um sistema de gerenciamento de alarmes completo e competente. O que isso significa? Ele deve, dentre outras coisas:</span></p>
<ul>
<li><b><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, ser compatível e auxiliar na adoção das diretrizes </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/eemua-191/"><span style="font-weight: 400;">EEMUA 191</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/blog/ciclo-de-gestao-de-alarmes-isa-18-2/"><span style="font-weight: 400;">ISA 18.2</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></b></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Melhorar a qualidade dos alarmes, levando a um melhor entendimento das anormalidades, reduzindo o risco de paradas não programadas e possíveis avalanches;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Melhorar a atenção dos operadores, permitindo que eles tenham uma carga de trabalho adequada e percebam maior valor no sistema de alarmes;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Identificar falhas nas configurações de alarmes reduzidos falsos alarmes, também auxiliando diretamente na prevenção de avalanches;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Realizar uma mineração nos eventos do sistema, possibilitando maior conhecimento sobre a operação da planta, seus eventos automáticos e manuais.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-435 aligncenter" src="https://logiquesistemas.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Ilustração-do-sistema-de-gerenciamento-de-alarmes-BR-AlarmExpert-para-demonstrar-a-sua-importância-para-evitar-avalanche-de-alarmes.jpg" alt="Ilustração do sistema de gerenciamento de alarmes BR-AlarmExpert para demonstrar a sua importância para evitar avalanche de alarmes" width="603" height="332" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, você conseguirá se livrar definitivamente desse grande (e comum) problema e consequentemente gerar maior produtividade na sua indústria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A boa notícia aqui é que o mercado brasileiro já conta com um super sistema de gerenciamento de alarmes industriais. E, com certeza, você vai querer conhecer, mesmo que não esteja lidando com avalanches de alarmes no momento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele se chama </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert/"><span style="font-weight: 400;">BR-AlarmExpert</span></a><span style="font-weight: 400;">, e abrange absolutamente todos os tópicos que citei acima em seu projeto e muito mais. Clique </span><a href="https://logiquesistemas.com.br/br-alarmexpert/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> e conheça mais sobre ele e solicite sua versão demo gratuitamente!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Chegamos ao final dessa avalanche de informações…</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui estamos ao final de mais um texto. E se você leu até aqui é porque realmente gostou do conteúdo. Espero então que tenha aprendido muito com ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revisando os tópicos lidos, aprendemos sobre:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Definição de uma avalanche de alarmes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Como identificar o problema de avalanche;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O que ocorre no sistema de alarmes durante uma avalanche;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Como surgiu o termo “avalanche de alarmes”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Como conseguir lidar eficientemente com uma avalanche e se livrar desse problema;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">E, dentro do último tópico, vimos um pouco mais sobre um sistema de gerenciamento de alarmes que é um verdadeiro “salva-vidas”. </span><span style="font-weight: 400;">Qualquer dúvida sobre o conteúdo ou sobre o BR-AlarmExpert pode me contatar pelo </span><a href="mailto:debora.silva@logiquesistemas.com.br"><span style="font-weight: 400;">debora.silva@logiquesistemas.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ficarei muito feliz em conversar com você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique atento ao nosso blog e compartilhe nossos conteúdos em suas mídias sociais!</span></p>
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